Webinar gratuito no YouTube explica como funciona o Bombeamento de Água por Energia Solar

Equipamento capaz de garantir o abastecimento de água em locais isolados — como algumas propriedades rurais — ou sem acesso à rede elétrica, as bombas de água movidas por energia solar têm gerado interesse cada vez maior no mercado brasileiro. Para explicar o funcionamento dessa tecnologia, a NeoSolar, líder no setor solar, promove no próximo dia 18 de maio (quarta-feira), às 15h (horário de Brasília), o Webinar 100% gratuito Bombeamento de Água por Energia Solar.

O evento será transmitido no YouTube, por link disponibilizado para quem realizar a inscrição pelo site.

Curso NeoSolar Bombeamento Solar
Para explicar o funcionamento das Bombas Solares, a NeoSolar promove Webinar 100% gratuito Bombeamento de Água por Energia Solar (Crédito da Imagem: NeoSolar)

A apresentação será realizada por Paulo Frugis, engenheiro com mais de 30 anos no setor elétrico nacional que também é o professor do Curso Online de Bombeamento da NeoSolar, um programa completo sobre o assunto que será lançado durante o webinar.

“Preparei uma apresentação de cerca de quarenta minutos, na qual começarei trazendo conceitos básicos sobre bombeamento solar a quem ainda não é familiarizado com o assunto. Na sequência, darei algumas dicas para quem já trabalha com bombeamento e quer entender melhor os equipamentos – explicarei tudo sobre aplicações e a instalação, que geralmente é simples. E, por fim, ficarei disponível para tirar todas as dúvidas de quem participar do webinar pelo chat”, comenta Paulo Frugis.

Saiba Mais:

Ao final da aula aberta, Frugis explicará melhor o programa do Curso Online de Bombeamento Solar, que será disponibilizado 100% online e com desconto para quem assistir ao webinar. “A ideia é que o webinar já dê um bom embasamento sobre o assunto. Para quem quiser se especializar mais, recomendarei o curso, que tem uma grade de aproximadamente12 horas, com 07 módulos e conta com diversos materiais extras, além do conteúdo ficar disponível por 45 dias para estudo a qualquer hora, e de disponibilizarmos diversos canais para que os alunos tirem dúvidas comigo e com a equipe”, acrescenta o professor. 

Bombeamento Solar

As maneiras de se utilizar energia solar são extremamente amplas — e nem sempre se comenta sobre uma de suas aplicações mais importantes: o bombeamento de água. É graças aos sistemas movidos à energia do sol que propriedades rurais de todos os cantos do Brasil possuem abastecimento de água ao longo de todo o ano (não apenas para cultivo agrícola e alimentação de gado, mas inclusive para consumo humano de água limpa). E é com bombas solares também, que comunidades isoladas, distante dos centros urbanos do país podem contar com água potável.

Os sistemas de bombeamento solar podem estar conectados à rede elétrica (como em sistemas híbridos que permitem o uso de energia para backup), mas é muito comum que essas aplicações sejam Off Grid (autossuficientes, que geram energia solar de forma independente, mesmo distante das redes de distribuição das concessionárias). Afinal, nesses lugares é muito mais barato instalar um sistema de bombeamento solar do que fazer com que uma rede da concessionária de energia chegue até ali.

Bomba Solar Submersa Funcionamento
Bombeamento de Água no Sistema Off Grid (Crédito da Imagem: NeoSolar)

Uma grande vantagem dos sistemas de bombeamento de água é que eles podem ser instalados de modo simples, com painéis solares ligados diretamente na bomba, utilizando qualquer fonte de água, como uma represa, açude ou nascente. Após a instalação, propriedades rurais podem contar com água limpa e constante mesmo em períodos de seca ou estiagem. Em comunidades isoladas, longe dos centros urbanos, mesmo ribeirinhas, podem utilizar o bombeamento solar para tratamento, e assim, terem acesso à água limpa e impedir a proliferação de diversas doenças.

5 motivos para usar Microinversor no seu projeto de Energia Solar

É cada vez mais vantajosa a instalação de sistemas residenciais de energia solar — e um equipamento específico começa a ser cada vez mais procurado, por possibilitar grandes ganhos de eficiência energética: o Microinversor.

Listaremos aqui 5 grandes vantagens do Microinversor em projetos de Energia Solar:

  • Durabilidade e Garantia
  • Segurança em Sistemas Fotovoltaicos
  • Uso Otimizado dos MPPTs
  • Otimização de Sistemas de Energia Solar
  • Instalação em Painéis de Diferentes Níveis

Até o final deste ano, a procura por instalação de sistemas de geração de energia solar deve se manter aquecida, com a publicação recente do Marco Legal da Geração Distribuída. A legislação garante que o consumidor que instalar sistemas fotovoltaicos em casa até janeiro de 2023 continuará tendo isenção da Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (Tusd) nos próximos 23 anos. Com isso, muitos brasileiros estão estudando as diferentes possibilidades de instalação em suas residências.

É preciso considerar várias questões na hora de decidir pela melhor opção de sistema fotovoltaico, como o tamanho do projeto e a quantidade de painéis e baterias necessária para suprir a necessidade. Porém, a instalação de microinversores para otimização do sistema é ideal em projetos residenciais, uma vez que traz melhor retorno de investimento no longo prazo. Nesse sentido, também entra em pauta a diferença que possuem em relação aos inversores string.

Microinversor x Inversor String

A principal função dos inversores é converter a energia produzida pelas placas solares fotovoltaicas de Corrente Contínua (CC) para Corrente Alternada (CA) — em outras palavras: transformar a energia solar de modo que ela possa ser utilizada em uma casa.

Assim, o sistema pode injetar energia elétrica apropriada na rede local e trabalhar de forma integrada, fornecendo condições para utilização dos equipamentos elétricos.

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O microinversor gerencia placas solares de maneira individualizada, atendendo a conjuntos menores de até quatro placas, diferentemente dos inversores convencionais, que gerenciam blocos ligados em série, as strings.

A instalação de um microinversor é realizada atrás do próprio painel solar, enquanto o inversor string é colocado distante do sistema fotovoltaico. Maiores e mais pesadas, as strings normalmente contam com potências superiores às dos microinversores, o que as torna inclusive mais difíceis de serem manuseadas por uma só pessoa.

Por isso, o microinversor vem se mostrando mais adequado para projetos residenciais, por exemplo. Conheça cinco motivos para utilizar microinversores em um sistema fotovoltaico:

1 – Durabilidade e Garantia do Microinversor

A durabilidade e a garantia são diferenciais que têm feito os microinversores ganharem espaço no mercado de energia solar: esses aparelhos têm de 10 a 15 anos de garantia e de 25 a 30 anos de vida útil (similar à do painel solar). Já o inversor tradicional string possui de 5 a 7 anos de garantia, dependendo do fabricante, e sua vida útil fica entre 10 e 15 anos.

Dessa forma, a ausência da necessidade de troca do inversor na metade do tempo de uso do painel compensa o investimento no microinversor. Isso pode reduzir o custo de manutenção no longo prazo e garantir melhor aproveitamento de energia por décadas.

Microinversor Deye para Energia Solar
Exemplo de Microinversor Solar da marca Deye (Crédito da Imagem: Deye/ NeoSolar)

2 – Segurança em Sistemas Fotovoltaicos

Os microinversores também tendem a ser mais seguros, porque gerenciam as placas de forma individualizada. Por isso, em caso de curto ou outro problema, é possível desligar o painel danificado do sistema. No caso dos inversores string, é necessária ainda a instalação da string-box, uma caixa de proteção obrigatória para a segurança, já que o sistema necessita de cabos que transportam a corrente em tensão elevada (até 1500V).

Com o microinversor, a energia já sai como Corrente Alternada próxima da própria placa solar, com níveis de tensão baixos e seguros. Além disso, ele dispensa o uso da string-box e necessita de menos proteções que os inversores tradicionais, que são aparelhos mais complexos e trabalham com tensões mais altas.

Exemplo de ligação com Microinversor em projeto de Energia Solar (crédito da imagem: NeoSolar)

3 – Uso otimizado dos MPPTs com o Microinversor Solar

A maneira como os MMPTs são utilizados é o diferencial que garante a vantagem competitiva do microinversor sobre a string. A sigla significa Maximum Power Point Tracking (Rastreamento do Ponto de Máxima Potência, em tradução livre) e representa os algoritmos dos inversores que identificam o ponto de máxima potência para o funcionamento dos painéis solares.

Essa tecnologia encontra as melhores condições na relação entre corrente e tensão, para que seja gerada energia de forma mais eficiente. Em um sistema com microinversores, o gerenciamento de MPPTs se dá de forma individualizada, enquanto os inversores string observam o conjunto das placas.

A melhor distribuição de MPPTs faz com que o microinversor gere mais energia que a string, especialmente em instalações com sombreamento, mau funcionamento ou perda de rendimento dos painéis.

Esquema mostra menor perda de energia em projeto fotovoltaico que utilizou microinversores (Crédito da Imagem: NeoSolar)

4 – Otimização de Sistemas de Energia Solar Fotovoltaica

O gerenciamento diferenciado realizado por microinversores garante que o desempenho ruim de um único painel não afete os demais, mesmo em casos de sombreamento do sistema provocado por folhas, galhos ou outros fatores que podem prejudicar o aproveitamento da radiação solar.

Esse tratamento individualizado de cada módulo solar, uma das principais características dos microinversores, facilita bastante o monitoramento e a manutenção dos sistemas. Isso beneficia a produção total do sistema.

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5 – Instalação em Painéis de diferentes níveis

Outra questão que torna os microinversores ideais para projetos residenciais é o fato de que podem ser instalados em painéis em diferentes níveis, com inclinações e orientações variadas, o que não é possível com inversores strings.

Com as strings, as diferentes placas conectadas devem ficar direcionadas na mesma orientação para produzir a tensão idêntica ou similar. Não é possível, por exemplo, utilizar o mesmo inversor para painéis que estejam voltados a lados opostos ou em inclinação distinta — uma condição que limita muito as possibilidades na hora da instalação.

Os microinversores permitem que o desempenho dos painéis seja monitorado de forma remota, inclusive por Wi-fi, com mais facilidade e menor custo de instalação. Além disso, é possível ampliar o projeto apenas com a inclusão de mais placas e do número proporcional de novos microinversores ao sistema.

Energia Solar e Vacinas: como os Sistemas Off Grid possibilitam a imunização em áreas remotas

Em tempos de pandemia, quando se fala em vacinação, a associação imediata é com a Covid-19. Porém, existe um calendário de imunização no Brasil que possibilitou erradicar diversas doenças nas últimas décadas. Todas as vacinas brasileiras são aplicadas conforme o Plano Nacional de Imunização (PNI), em um esforço coordenado entre União, Estados e Municípios.

O maior desafio para se vacinar a população brasileira, no entanto, é chegar às áreas remotas e manter a integridade dos imunizantes, considerando que muitas regiões do país não contam com energia elétrica ou possuem instalações precárias, com constantes quedas de luz.

Nesses casos, diversos lotes de vacina correm o risco de estragar se não forem armazenados em geladeiras que mantenham os imunizantes refrigerados na temperatura ideal. Diante desse problema, uma solução de grande importância é a instalação de sistemas Off Grid de energia solar fotovoltaica, que contam com baterias e permitem manter uma geladeira ligada mesmo em um local isolado.

Bateria de Lítio Solar: do celular no seu bolso para os Sistemas Fotovoltaicos

A busca por uma alternativa ao uso de combustíveis fósseis está cada vez mais presente na agenda das empresas e da sociedade de modo geral. E o uso de baterias está intimamente ligado a essa preocupação, especialmente quando falamos das baterias de lítio — dispositivos que há anos podem ser encontrados em diversos itens eletrônicos (como notebooks e celulares), mas que já se tornaram comuns também em aplicações de energia solar fotovoltaica. É a bateria de lítio solar!

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Para chegar à tecnologia utilizada nos sistemas de geração de energia solar, as baterias passaram por um longo processo de desenvolvimento. O primeiro modelo de bateria de lítio foi inventado em 1970 e viabilizado comercialmente em 1991. A partir daí, o desenvolvimento dessa tecnologia tornou possíveis sistemas de armazenamento de energia solar e eólica, um vislumbre de um futuro mais verde.

Sua aplicação está presente no dia a dia de todas as pessoas e, no caso dos sistemas de energia solar, a bateria LFP (lítio ferro-fostato) é a mais indicada — seja nos sistemas On Grid, que contam com outra fonte de energia paralela (como a elétrica, por exemplo); ou seja nos sistemas Off Grid, sem a dependência de outra fonte de energia.

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A bateria LFP oferece diversas vantagens para qualquer sistema de energia solar fotovoltaica, que incluem sua melhor densidade energética (grande capacidade de armazenar energia em menos espaço), a longa durabilidade e diversos outros benefícios.

Em muitos casos, portanto, a bateria de lítio solar é uma melhor opção do que as tradicionais baterias estacionárias de chumbo-ácido.

Bateria Solar Lítio Ferro Fosfato - LFP - Unipower - Unicoba - Neosolar
Bateria LFP (Lítio-Ferro Fosfato) da Unipower, indicada para sistemas fotovoltaicos de energia solar (Crédio da Imagem: Unicoba/ NeoSolar)

Quem inventou a bateria de lítio?

Um trio de cientistas premiado com o Nobel de Química em 2019 foi responsável pela invenção da bateria de lítio como conhecemos atualmente. A história começa na década de 1970, quando o britânico Stanley Whittingham estava pesquisando fontes de energia que não dependessem de combustíveis fósseis.

Ele inventou uma bateria em que um dos polos era parcialmente feito a partir do lítio metálico, que tinha força suficiente para liberar elétrons e gerar energia. Essa bateria tinha potencial de geração de até 2 volts. Porém, o lítio metálico era reativo e a bateria não era viável por ser potencialmente explosiva.

Na tabela periódica, o lítio pertence à família 1A da classificação dos elementos químicos (Crédito da Imagem: NeoSolar)

Anos depois, o americano nascido na Alemanha John B. Goodenough passou a pesquisar mais sobre o assunto e otimizou o primeiro protótipo desenvolvido por Wittingham, tornando possível dobrar a potência do modelo original, de forma mais estável, por meio da combinação de óxido de cobalto e íons de lítio. Aos 97 anos, ele se tornou a pessoa mais velha a ganhar um Prêmio Nobel, em 2019.

O japonês Akira Yoshino, por sua vez, foi responsável por transformar a bateria criada por Goodenough em um produto comercialmente viável, substituindo o lítio do ânodo por coque de petróleo, capaz de intercalar íons de lítio. Esse primeiro produto, finalizado em 1985, passou a ser distribuído inicialmente como bateria recarregável de máquinas filmadoras da Sony, no início da década de 1990.

Já no século 21, a popularização das baterias de lítio, especialmente com a alta demanda por veículos elétricos, fez com que a produção global aumentasse consideravelmente. Somente em 2018, foram produzidas 85 mil toneladas de lítio, conforme relatório anual do United States Geological Survey (USGS).

John B. Goodenough, M. Stanley Whittingham e Akira Yoshino: o trio de centistas que recebeu o Prêmio Nobel de 2019 pela invenção da bateria de lítio (Crédito da Imagem: Nobel Prize/ Reprodução)

Baterias LFP: o Lítio Ferro-Fosfato na Energia Solar

As baterias mais indicadas em sistemas de geração solar são as de fosfato de lítio e ferro (LiFePO4), ou lítio ferro-fosfato – também conhecidas por outras nomenclaturas, como LFP e li-fosfato. Juntando as propriedades do lítio e do fosfato em prol do armazenamento de energia, trata-se de um tipo de baterias de íon-lítio relativamente novo no mercado.

Quando comparadas com baterias estacionárias de chumbo-ácido e outros tipos de baterias de lítio, as baterias LFP oferecem mais eficiência de carga e descarga, mais vida útil e alta capacidade realizar ciclos com desempenho linear.

Apesar do preço da bateria de lítio-ferro fosfato ainda ser mais alto que o de outras baterias comumente utilizadas em sistemas de energia solar, a LFP chega a durar mais de dez anos (dependendo da profundidade de descarga [DoD] em cada aplicação), mais que o dobro de outras baterias estacionárias de chumbo-ácido (como bateria estacionária comum, OPzS, OPzV, VRLA Gel, AGM e diversas outras tecnologias).

Além disso, a bateria de lítio solar não necessita de praticamente nenhuma manutenção, o que está fazendo com que alcance uma parcela cada vez maior do mercado.

Algumas vantagens da Bateria de Lítio Solar

Em termos de manutenção, existem baterias de chumbo-ácido que necessitam de acompanhamento regular, como no caso das Baterias de Eletrólito Líquido (Flooded) que utilizam uma mistura de ácido sulfúrico e água para ajudar a armazenar energia. A carga e descarga dessas baterias fazem com que a água evapore e seja necessário repor frequentemente o líquido.

Não verificar e repor o líquido nessas baterias pode danificá-las permanentemente, levando à diminuição da performance e do tempo de vida. Esse problema não existe nas baterias de lítio ferro-fosfato.

Bateria de Lítio Solar - Energia Solar Fotovoltaica - Neosolar
Inventadas na década de 1970, baterias de lítio são cada vez mais utilizadas em sistemas de energia solar fotovoltaica (Crédito da Imagem: Finnrich/ Pixabay)

As baterias de lítio e ferro também ocupam apenas 30% do espaço das de chumbo-ácido, por conta do seu tamanho reduzido e da alta densidade de energia. Ou seja: mais capacidade de armazenamento em espaço menor.

O peso da bateria de íons de lítio pode ser até 50% menor (por conta dos materiais utilizados em sua fabricação) e, de forma geral, a carga das baterias LFP é mais rápida. Além disso, as baterias lítio utilizadas em sistemas de energia solar são muito seguras, mesmo quando estão totalmente carregadas.

Também vale destacar como diferencial a quantidade de energia armazenada que pode ser utilizada pela bateria de lítio. Enquanto em baterias de chumbo-ácido a energia utilizada não deve ultrapassar mais de 50%, nas bateiras LFP o uso da carga pode chegar a 95% sem danificá-las.

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Outra vantagem das baterias de lítio ferro-fosfato é o seu sistema interno que conta com a tecnologia BMS (battery management system) para o funcionamento seguro, ajudando a manter as operações seguras e a otimizar a expectativa de vida, monitorando a saúde e temperatura da bateria enquanto equilibra a carga por meio das células de energia. Se o sistema detecta condições inseguras, a bateria é desligada para prevenir danos.

Bateria de Lítio Solar vale a pena

O sol é uma fonte intermitente de energia. Isso significa que uma bateria com mais capacidade e eficiência pode ser a diferença durante períodos com menos produção de energia, como dias nublados, por exemplo, uma vez que ela proverá eletricidade suficiente mesmo que os painéis solares não tenham tanta captação.

Dessa maneira, escolher uma boa bateria, como as baterias de lítio ferro-fosfato (LFP), é um investimento fundamental para garantir a qualidade e eficiência de um sistema de energia solar fotovoltaica por muitos anos.

Instalação de banco de baterias de lítio em gabinete, exemplificando a aplicação em um sistema de energia solar (Crédito da Imagem: Neosolar)

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Projeto Placa Solar Energia Solar Fotovoltaica
Projeto de Energia Solar Fotovoltaica com Placas Solares (Crédito: Neosolar)

Mais uma boa notícia para a Energia Solar no Brasil: cada vez mais presente no dia a dia população, a fonte solar de energia alcançou uma marca histórica no início de 2022, atingindo 14 GW de potência instalada, capacidade equivalente à da Usina de Itaipu, uma das maiores hidrelétricas do mundo. O assunto foi repercutido pela grande mídia.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), 66% dessa capacidade (9,3GW) vem da geração própria ou distribuída, por meio dos painéis solares instalados propriedades particulares, enquanto os outros 34% (4,7GW) estão concentrados nas usinas solares. Esse número equivale a 2,4% da matriz elétrica nacional e coloca a energia solar como a quinta maior fonte do Brasil.

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De 2012 até aqui, a fonte solar de energia já trouxe ao país um investimento de R$ 74,6 bilhões e criou mais de 420 mil empregos. Somente a geração própria foi responsável por R$ 49,5 bilhões em investimentos e 278 mil trabalhos diretos. Na última década, o setor foi responsável por mais de R$ 20,9 bilhões em impostos arrecadados.

A tendência é que esses dados impressionem ainda mais em 2022, já que o custo da energia elétrica segue em alto e, no último mês de janeiro, foi instituído o chamado Marco Legal da Geração Distribuída. Sancionada pela Lei 14.300/22, a medida determina que os consumidores da energia solar vinda da geração distribuída passem a pagar pela Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (Tusd), embora também possam acumular créditos pela geração de energia excedente para reversão em descontos na conta.

Em meio a diversas mudanças previstas, algumas regras de transição chamam a mudança no primeiro ano do Marco Legal de GD. Por exemplo: aqueles consumidores que instalarem, até janeiro de 2023, um sistema fotovoltaico em suas propriedades terão garantidas as regras atuais até 2045 – ou seja, se fizer a instalação de um projeto fotovoltaico até o primeiro mês do próximo ano, o consumidor estará isento da Tusd pelos próximos 22 anos.

Diante dessa oportunidade, existe a expectativa de alta procura pela instalação de sistemas solares no Brasil até o final de 2022, com muitos especialistas considerando o momento atual como o melhor para a instalação de painéis solares em telhados, terrenos, fachadas e em tantos outros lugares que podem ser abastecidos pela fonte de energia solar – uma energia limpa, renovável e eficiente que ganha mais espaço na vida dos brasileiros.

Energia Solar: Potencial do Brasil

A energia solar vem se mostrando uma importante opção de longo prazo para diversificação da matriz energética brasileira. Existem atualmente mais de 4 mil usinas solares em 19 Estados, de acordo com a ANEEL, tornando a capilaridade dessa fonte de energia cada vez maior. Outro diferencial é o preço: as grandes usinas solares podem gerar energia solar a valores até 10 vezes menores do que usinas termelétricas, segundo a ABSOLAR, quando se fala em energia distribuída. 

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O preço também faz diferença no bolso do consumidor final, o que fez com que aplicação de energia solar em projetos comerciais, industriais e residenciais tenha crescido como uma possibilidade para baratear a conta de energia – em sistemas On Grid (Grid Tie) – ou para levar a luz a locais sem rede – nos sistemas off grid. A energia solar pode ser responsável pela redução de até 90% do valor da conta de energia em sistemas On Grid.

A preocupação com o meio ambiente vem sendo uma tônica essencial tanto para empresas quanto para consumidores. A energia solar é considerada limpa, ou seja, não polui durante a sua produção, entrando para a agenda do momento em que o mundo se volta para esse tipo de preocupação. Dados da ABSOLAR apontam que em torno de 18 milhões de toneladas de CO²  deixaram de ser liberados na atmosfera com a adoção desse tipo de energia.

O potencial da energia solar no Brasil também é um diferencial, uma vez que é o País se destaca por oferecer grandes áreas abertas e clima tropical, com sol praticamente o ano inteiro, tornando a energia solar viável e extremamente rentável.

Irradiação Solar no Brasil - Energia Solar Fotovoltaica - NeoSolar
Mapa mostra o alto potencial do Brasil para gerar energia solar fotovoltaica, com alto índice de irradiação solar em todo o território (Crédito: Atlas Brasileiro de Energia Solar/ NeoSolar)

Transição Energética no Brasil

De acordo com a segunda edição do Atlas Brasileiro de Energia Solar, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), no local menos ensolarado do Brasil é possível gerar cerca de 50% mais eletricidade solar do que na região mais ensolarada da Alemanha, para se ter uma ideia das oportunidades que o setor oferece no País.

Saiba mais aqui sobre a alta capacidade de produção de energia solar do território brasileiro.

O sistema de geração de energia brasileiro, baseado em hidrelétricas, vive um momento difícil com a escassez de chuvas da última década, que levam ao aumento de tarifas. Outra consequência é que, se as hidrelétricas não atendem à demanda, as termelétricas são acionadas, proporcionando a geração de energia mais cara e considerada ruim para o meio ambiente devido às emissões de gases poluentes. Esse cenário abre o caminho para o crescimento cada vez maior da participação de mercado da energia solar em todos os tipos de projetos.

Brasil investindo na produção de silício

O Silício puro é uma das matérias primas dos painéis fotovoltaicos.

 

Do quartzo conseguimos extrair o silício, mas é preciso purificá-lo para produzir um painel fotovoltaico. O Brasil é o maior produtor mundial de quartzo e o país acaba de adquirir um equipamento que purifica o silício.

 

O equipamento veio da Alemanha e custou cerca de R$ 1,4 milhões, dinheiro que veio por parte da Funtec (Fundo Tecnológico), do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e da MinasLigas (Companhia Ferroligas Minas Gerais).

 

Essa é só uma parte dos R$ 12,5 milhões que será investido.

O equipamento chamado de ‘forno de solidificação direcional’ é o primeiro na América do Sul.

 

Com a aquisição do equipamento o Brasil pode sim se tornar líder na corrida pelo silício grau solar e pela energia solar fotovoltaica.

Fonte: http://www.dgabc.com.br

A energia solar invadindo a publicidade

A marca Nívea criou uma ação publicitária que envolve geração de energia solar.

 

Para promover a utilização da sua linha de protetor solar “Sun”, a Nívea inovou utilizando nos seus catálogos impressos uma página que contem uma folha fotovoltaica impressa.

 

No folhear da revista, o leitor se depara com um dispositivo USB para você conectar o seu celular, e no verso da folha está o receptor dos raios solares.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=WUYRjssaHLc

 

A Nívea promove seus produtos com o argumento que você não precisa mais sair da praia pra nada, nem mesmo quando o seu celular descarregar.

Fonte: http://ciclovivo.com.br

Novas tecnologias fotovoltaicas

A IBM está liderando os estudos de novas tecnologias fotovoltaicas.

 

O sistema em estudo, é capaz de produzir 2 mil vezes mais energia do que as células usadas atualmente.

 

A estrutura chamada High Concentration Photovoltaic Thermal system (HCPVT), é capaz de converter mais de 80% da radiação solar em energia aproveitável.

 

O projeto teve o seu start a partir da ideia, que só 2% da radiação solar existente no deserto do Saara poderia abastecer todas a cidades do mundo.

 

Isso seria impossível, utilizando os atuais painéis fotovoltaicos.

 

Pela falta de tecnologia eficiente a IBM estuda inovação.

 

O protótipo mais atual do HCPVT tem o formato de uma antena parabólica. São vários pratos que captam a luz solar que vem de diversas direções.

 

Além disso, o equipamento conta com um sistema que rastreia o sol, direcionando o equipamento para absorver melhor a energia solar.

 

Fonte: http://www.tecmundo.com.br

Campinas terá prédio público com geração de energia solar

A prefeitura municipal de Campinas ganha projeto para geração de energia solar.

 

O projeto liderado por Rogério Menezes, dirigente nacional do Partido Verde e o atual secretário de meio ambiente da prefeitura de Campinas, prevê transformar o prédio da prefeitura em uma usina produtora de energia solar.

 

Os painéis solares serão instalados no teto do prédio e ao redor da sua fachada, incorporando as instalações à sua arquitetura. A energia gerada abastecerá os 19 andares do prédio e vai disponibilizar o excedente na rede pública.

 

Estudos estão sendo feitos para o uso da energia para a iluminação do prédio e também para o uso em aparelhos e equipamentos.

 

Sobre o investimento, Rogério Menezes disse que em curto prazo de tempo o valor investido será coberto. Outro argumento para tal investimento é que o projeto vai de encontro aos programas que Campinas participa: Cidades Sustentáveis e Cidades Inteligentes.

 

Fonte: http://pv.org.br

Mais energia solar em Minas Gerais

Em Minas Gerais, duas edificações vão começar a usar energia renovável com utilização de painel fotovoltaico. Serão, o Estádio da Copa do Mundo 2014 “Mineirão” e o Ginásio de Esportes “Mineirinho”(já em processo de elaboração de edital).

 

Além dos dois, na última sexta-feira dia 17, foi anunciado uma proposta para utilização futura de painéis fotovoltaicos no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins.

 

O projeto prevê um investimento total de R$ 28 milhões, sendo que cerca de R$ 10,5 milhões já foram utilizados no Mineirão.

 

O Mineirão terá uma capacidade de produção de 1,42 megawatt-pico (MWp), o que equivale a um consumo médio de 900 residências. Foram instalados cerca de 6 mil painéis fotovoltaicos na cobertura do Mineirão.

 

A previsão é que a usina já entre em funcionamento na Copa das Confederações.

O Mineirão vai ser o único estádio da Copa com geração de energia própria.

 

                                 Fonte: http://www.hojeemdia.com.br