Microinversor ou Inversor String: Qual a melhor opção para seu Sistema Solar?

O inversor é um equipamento fundamental para um sistema de energia solar – mas, afinal, qual o melhor tipo: microinversor ou inversor string?

Dúvidas no momento da instalação

Na hora optar por um projeto de energia fotovoltaica, começam a surgir várias perguntas, como o local onde instalar, por exemplo. Um sistema fotovoltaico pode ser instalado em telhados, terrenos, fachadas etc.

Após a decisão de onde instalar o projeto, surgem as dúvidas relacionadas à quantidade de placas, ao tipo de bateria e ao aproveitamento do sistema.

Mas é importante fazer a escolha certa de todos os componentes para ter mais eficiência de longo prazo, por isso um ponto essencial para ter um sistema otimizado é decidir pela instalação de microinversores ou inversores string.

Exemplos de Microinversor e Inversor String
Microinversores x Inversores String

Cada projeto é um caso

Cada projeto tem suas próprias características, e é preciso analisar as diferenças entre as opções para tomar a decisão mais acertada.

Projetos menores, como os residenciais, encontram nos microinversores a melhor opção para otimizar o sistema fotovoltaico. Enquanto isso, projetos com grande quantidade de placas podem ter menor custo no gerenciamento com inversores string. Outro ponto relevante a se considerar é a quantidade baterias necessárias para suprir a necessidade.

Para decidir, é preciso calcular o melhor payback de longo prazo.

Entendendo mais sobre inversores

Os inversores são partes essenciais – e muito complexas – dos sistemas fotovoltaicos. Eles são responsáveis por converter a energia produzida pelas placas solares de Corrente Contínua (CC) para Corrente Alternada (CA), tornando-a viável para a rede elétrica tradicional. Dessa forma, é possível se integrar à rede local e ligar equipamentos elétricos, lâmpadas etc.

Se o projeto tem conjuntos menores de até quatro placas solares, o microinversor é a melhor opção, por ser capaz de gerenciar as placas de maneira individualizada, garantindo otimização do sistema por décadas. Por outro lado, os inversores tradicionais gerenciam strings, isto é, conjuntos de módulos fotovoltaicos ligados em série.

Para entender como funciona o gerenciamento, é preciso compreender como os MMPTs são utilizados em cada tipo de inversor. MPPT significa Maximum Power Point Tracking, ou Rastreamento do Ponto de Máxima Potência, algoritmos dos inversores que identificam o ponto de máxima potência para o funcionamento dos painéis solares.

Por meio dos MPPTs, são encontradas as melhores condições entre corrente e tensão para gerar energia de forma mais eficiente.

Em um sistema com microinversores, o gerenciamento de MPPTs acontece de forma individualizada, o que contribui para que o projeto com microinversores gere mais energia que no caso da utilização inversores string, que analisam o conjunto das placas. O desempenho superior dos microinversores pode ser percebido principalmente em instalações com sombreamento, mal funcionamento ou perda de rendimento dos painéis.

Diferença de Desempenho entre Microinversores e Inversores String graças aos MPPT's
Diferença de Desempenho entre Microinversores e Inversores String

Como escolher o inversor por tipo de projeto

Em relação ao tipo de projeto, os inversores string são ideais para sistemas fotovoltaicos com muitas placas, em grandes áreas abertas, planas e sem sombreamento, garantindo que todas as placas estejam niveladas, inclinadas e orientadas igualmente, sem nenhum empecilho ao sol ao redor.

Isso acontece porque, com inversores string, é necessário que as diferentes placas conectadas estejam direcionadas na mesma orientação para produzir a tensão idêntica ou similar. O mesmo inversor string não pode ser usado para painéis que estejam voltados para lados opostos ou inclinação distinta.

Para projetos menores, como os residenciais, normalmente com até quatro placas ou outros que necessitem de nivelamentos, inclinações e orientações diferentes das placas, os microinversores serão mais indicados.

O gerenciamento diferenciado realizado por microinversores proporciona que, em caso de sombreamento do sistema por folhas, galhos ou outros fatores que podem prejudicar o aproveitamento da radiação solar, o desempenho ruim de um único painel não afete os demais.

Ou seja, cada módulo recebe tratamento diferenciado para otimizar sua energia, e o sombreamento de um deles terá um impacto restrito e muito menor no sistema como um todo.

Saiba mais:

Quando é necessária a string-box?

Quando o assunto é instalação, é preciso entender a diferença entre o microinversor, mais compacto e prático, e o inversor string, mais robusto. O microinversor é colocado por trás do próprio painel solar e o custo de instalação é reduzido por não necessitar de uma string-box.

O inversor string, pelo tamanho e necessidades de segurança, deve ser instalado longe do sistema fotovoltaico. A potência de um inversor string, maior do que a dos microinversores, torna-o mais pesado e traz a necessidade de manuseio por mais de uma pessoa, por sua dimensão.

Inversores string, além de serem equipamentos maiores, por normativas de segurança obrigatórias, precisam ter uma instalação a mais: a string-box, pois o sistema necessita de cabos que transportam a corrente tensão elevada (até 1500V).

Garantindo a segurança do sistema fotovoltaico

Em caso de problemas no funcionamento ou curto-circuito, é possível desligar o painel danificado do sistema no caso de uso de microinversores, o que os torna mais seguros e mais simples.

A energia já sai do microinversor como Corrente Alternada próxima dos painéis solares, diretamente do próprio telhado ou local de instalação do sistema, com níveis de tensão baixos e seguros, entre 127 e 220V, não necessitando de outras instalações. Em caso de incêndio, sistemas com microinversores também trazem mais segurança a bombeiros e brigadistas.

Inversores string necessitam de string-box e, em caso de grandes incêndios, trazem mais risco de consequências graves como explosões, pelas altas tensões geradas. Outro risco é o de choque elétrico grave, devido às altas tensões verificadas nos sistemas com inversores string.

Escolha de inversor pode ter impacto no custo de manutenção

Por sua durabilidade maior e tempo de garantia estendido em relação ao inversor tradicional, o microinversor tem custo de manutenção reduzido. Sua configuração também permite acompanhar o desempenho do sistema fotovoltaico com mais facilidade, até por meio de wi-fi.

Com menos tempo de garantia e durabilidade menor, inversores string precisam de reposição na meia-vida dos painéis solares, tornando o custo de longo prazo maior. Além disso, os inversores tradicionais monitoram por string, ou seja, por conjunto de painéis, enquanto os microinversores conseguem verificar o desempenho de cada placa.

Manutenção no Sistema Fotovoltaico
Manutenção no Sistema Fotovoltaico

A característica de monitoramento por string, no caso dos inversores tradicionais, é um complicador para a manutenção do sistema fotovoltaico, dificultando encontrar problemas específicos nas placas solares, que ficam “mascarados” no conjunto. Por outro lado, devido à instalação mais acessível da string-box, a manutenção do inversor em si torna-se relativamente mais simples.

Outras diferenças entre microinversor e inversor string

Durabilidade: A durabilidade do microinversor pode chegar de 25 a 30 anos, o que significa que ele terá o mesmo tempo de vida útil do painel solar, enquanto os inversores string duram entre 10 e 15 anos, ou seja, metade do tempo das placas. Ou seja, para cada conjunto de placas com vida útil de 30 anos, seria necessário trocar o inversor string pelo menos uma vez durante o período.

Garantia: Os microinversores normalmente apresentam de 10 a 15 anos de garantia. O inversor string tradicional tem a metade do tempo em comparação com o microinversor, dependendo do fabricante, isto é, de 5 a 7 anos de garantia.

Expandindo o sistema fotovoltaico

A escolha entre microinversor ou inversor string influencia várias outras decisões de longo prazo, inclusive futuras expansões do sistema fotovoltaico. O microinversor traz maior flexibilidade na instalação, bem como facilita que o sistema seja aumentado posteriormente, devido à sua modularidade.

Quando um projeto com inversor string precisa ser expandido, é necessário estudar o novo dimensionamento e realizar a troca do equipamento para uma potência maior conforme a necessidade. Os novos painéis serão adicionados a outros mais antigos e, em se tratando de inversores string, o rendimento menor das placas anteriores tende a prejudicar o desempenho das mais novas. 

No caso de microinversores, para ampliar o sistema, basta adquirir mais painéis e adicionar o número proporcional de novos microinversores aos módulos. Além disso, o problema em relação a painéis mais antigos, verificado em sistemas com inversores string, é eliminado, uma vez que os microinversores otimizam individualmente cada placa.

Sistema Solar com Microinversor
Sistema Solar com Microinversores

Procure distribuidores e fabricantes confiáveis

Antes de adquirir um sistema fotovoltaico, levando em consideração o valor do investimento, é importante buscar um distribuidor confiável, mas também pesquisar sobre os fabricantes, conhecer o tipo de produto que está sendo adquirido e instalado.

Se a decisão é pelo microinversor no sistema fotovoltaico, é essencial verificar a presença de assistência técnica local pelo fabricante, reduzindo problemas de longo prazo.

Outra escolha necessária é por empresas que tenham solidez de mercado, já que são produtos com garantias de mais de dez anos e longa vida útil.

Distribuidores confiáveis devem ajudar o cliente a conseguir acionar a garantia junto ao fabricante caso seja necessário e tirar diversas dúvidas em todo o período de vida útil do produto — incluindo apoio na instalação, configuração do microinversor e resolução de problemas.

Melhor momento para projetos em energia solar

A instalação de sistemas de geração em energia solar deve se manter aquecida até janeiro de 2023, quando começará a ser aplicada a Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição, conforme o Marco Legal da Geração Distribuída.

Até lá, consumidores que instalarem um sistema solar terão isenção dessa tarifa por 23 anos, garantida pela legislação atual. Esse cenário tem levado a uma procura cada vez maior por projetos de geração fotovoltaica.

Independência energética: gerando a própria energia para a casa e o carro

Imagine juntar os benefícios da geração distribuída para energia solar (como economia na conta de luz) e da mobilidade elétrica (uso de veículos elétricos que reduz enormemente os gastos com abastecimento). A união dessas duas tendências representa a independência energética: a capacidade de gerar a própria energia e utilizá-la tanto para uso doméstico como para se transportar.

Independência Energética: Carregamento de Carro Elétrico com Energia Solar
Carregamento de Veículo Elétrico com Energia Solar

O Brasil já se encontra entre os 20 países com maior capacidade instalada de energia solar do mundo, conforme dados da Agência Internacional de Energia (IEA). A procura por sistemas menos agressivos à natureza, porém, não se resume às placas solares fotovoltaicas.

A tendência também se confirma quando o assunto são os carros elétricos e híbridos, que em abril de 2022 já eram mais de 90 mil no Brasil, segundo dados levantados pela NeoCharge.

O conceito de independência energética

Os benefícios ao meio ambiente com o uso de energias renováveis são incalculáveis. E não é à toa que o investimento em fontes solares é uma das principais medidas hoje tomadas por governos do mundo todo para combater o aquecimento global.

Em meio a diversos alertas da comunidade científica, já estamos sentindo os efeitos do efeito estufa ano após ano, com impactos como o aumento de incêndios em florestas, extinção de animais, e até crescimento no número de tempestades e furacões – todos fatores que também são prejudiciais às atividades industriais, ao turismo, comércio e à agricultura.

Esse cenário tornou ainda mais urgente a instalação de sistemas de energia solar – que não trazem o impacto apenas ambiental, mas também econômico com a redução dos gastos na conta de luz para quem investe em sistemas de Geração de Distribuída.

Placas Solares
Sistema de Energia Solar

E com o forte crescimento da procura por sistemas solares, surgiu há alguns anos o conceito de independência energética.

Esse conceito defende que, com painéis fotovoltaicos, pode-se evitar parcialmente ou até totalmente a dependência da energia elétrica distribuída pela rede tradicional, tanto para atender às necessidades de casa quanto para abastecer os automóveis, dispensando os combustíveis fósseis.

Carro elétrico

No caso do carro elétrico, um dos principais ganhos está relacionado ao custo de abastecimento, muito menor do que no caso dos veículos a gasolina, especialmente por conta da alta do preço do petróleo em todo o mundo.

Garagem Solar
Garagem Solar

Por meio de um cálculo simples, é possível comprovar que o quilômetro rodado com energia elétrica é mais barato para um automóvel.

Considerando valores médios da cidade de São Paulo no primeiro semestre de 2022, o gasto médio anual para abastecer com gasolina (rodando 15.000 km por ano, com um consumo hipotético de 10 km/L e preço de R$ 7,50/L) é de R$ 11.250.

Já o gasto médio para abastecer com eletricidade (considerando a mesma quilometragem rodada, em um consumo hipotético de 8 km/kWh e preço de R$ 0,80/kWh) é de R$ 1.500 por ano. Uma economia de 87%, ou R$ 9.750.

Além de não emitirem gases poluentes, os veículos elétricos também não produzem som, reduzindo também a poluição sonora. Entre diversas outras vantagens, esses fatores têm levado as maiores montadores do mundo a encerrarem novos projetos com carros a combustão e concentrarem seus esforços nos carros elétricos, em uma verdadeira revolução no mercado automotivo.

Carro elétrico + casa solar

Além dos benefícios ambientais, a independência energética é capaz de reduzir drasticamente as despesas familiares.

Geração de Energia Solar Residencial
Geração de Energia Solar Residencial

Tendo como exemplo uma família que consome 250 kWh/mês com energia fotovoltaica em casa e 150 kWh/mês para abastecer o carro elétrico, teríamos seguinte cenário: instalação do sistema solar custaria, em média, R$ 15.000, enquanto a compra de um carro elétrico seria cerca de R$ 65.000 mais cara que a de um automóvel convencional (R$ 143.000 a R$ 78.000, em uma comparação básica).

Somente com o sistema solar, a economia para essa família seria de R$ 3.750 ao ano, na comparação com as contas de luz tradicionais.

Isso, somado à economia de R$ 9.750 com o veículo elétrico, garantiria uma redução de R$ 13.500 no orçamento. Ou seja, em pouco mais de 4 anos, o investimento de R$ 80.000 na instalação de painéis fotovoltaicos e na aquisição de um veículo elétrico já seria recuperado. A partir daí, a família alcançaria a independência energética.

Energia solar em empresas

A energia solar não é só benéfica para os proprietários de imóveis. Empreendedores que adotam as soluções fotovoltaicas também têm diversas vantagens, entre elas a possibilidade de investir a verba que seria direcionada à conta de luz em outras áreas, serviços, projetos e produtos.

Além de economia, um sistema baseado em painéis fotovoltaicos gera credibilidade, competividade e mostra que a empresa está conectada às exigências do mundo atual – fato que determina cada vez mais atenção à preservação do meio ambiente. Desta forma, é possível atrair clientes e até investidores com mais facilidade.

NeoSolar: 12 anos de pioneirismo, inovação e compromisso para desenvolver a Energia Solar no Brasil

Em junho de 2010, quando a energia solar fotovoltaica ainda era uma novidade no país, dois irmãos, vindos do interior para a capital de São Paulo e engenheiros pela USP, vislumbraram o grande potencial do setor e fundaram a NeoSolar – uma empresa que nasceu pioneira e manteve o espírito inovador desde então.

Aniversário NeoSolar

Ao longo de 12 anos, a história da NeoSolar se confunde com a história da energia solar no Brasil.

A empresa foi uma das fundadoras e faz parte do conselho da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) – entidade sem fins lucrativos que representa os interesses do setor e conta com mais de 600 associados –, além de ter sido uma das primeiras do Brasil a oferecer cursos de energia solar e capacitação para utilização de produtos, que até hoje já formaram mais de 3 mil alunos.

Em um setor dinâmico e vasto como o de energia solar, a companhia fundada pelos irmãos Raphael e Pedro Pintão sempre teve um olhar atento para inovações.

Nos sistemas On Grid, por exemplo, a NeoSolar foi responsável por trazer alguns dos primeiros microinversores para o Brasil em 2012, enquanto no Off Grid a empresa se tornou líder no mercado sempre investindo nas soluções mais modernas e eficientes disponíveis – como por exemplo as baterias de lítio, que hoje ganharam grande destaque no portfólio.

Fachada do sede da NeoSolar, em São Paulo (SP)

Pioneirismo para impulsionar o setor

A NeoSolar, no entanto, não se destaca apenas por ser um importante player, mas também por sempre trabalhar em prol do desenvolvimento de todo o setor de energia solar no país.

Logo no início da sua trajetória, em 2013, a empresa foi responsável por realizar o primeiro projeto de energia solar On Grid homologado no estado de São Paulo, em uma galeria de arte na cidade de Ribeirão Preto.

Três anos depois, em 2016, colocou seu pioneirismo à prova mais uma vez, ao incorporar ao seu negócio uma área responsável por oferecer soluções em infraestrutura de recarga para veículos elétricos.

Essa unidade de negócios se tornou uma nova empresa: a NeoCharge, que ganha cada vez mais espaço no mercado com a distribuição de equipamentos, cursos, serviços técnicos e operação compartilhada de estações de recarga e eletropostos.

Estrutura de negócios e valores bem definidos

Atualmente, a NeoSolar possui seis unidades de negócio:

  • Off Grid, que faz da empresa a maior distribuidora de equipamentos do Brasil, com o mais completo portfólio e equipe técnica altamente qualificada;
  • On Grid, onde se destacam os kits com microinversores e diversos equipamentos voltados aos sistemas de energia solar integrados com a rede elétrica;
  • Bombeamento Solar, com as mais modernas soluções capazes de levar a água de rios, lagos ou poços para o uso de pessoas, especialmente em regiões onde o agronegócio se faz forte;
  • Projetos Especiais, responsável pelo desenvolvimento de soluções personalizadas em espaços de maior complexidade técnica, porte ou número de unidades;
  • Cursos e Treinamentos; que oferece capacitação sobre os mais diversos temas para os profissionais do setor;
  • Veículos Elétricos, que se tornou a NeoCharge, uma das principais distribuidoras de carregadores para VEs do país.
Unidades de negócio NeoSolar
Unidades de Negócio da Empresa

Mais que de áreas de atuação muito bem definidas, o sucesso da NeoSolar é resultado também de uma cultura organizacional baseada em fortes valores, que norteiam os passos de todos na companhia.

São eles:

  • “Evoluímos sempre”

Fazemos mais e melhor, no ordinário e no extraordinário, todos os dias. Elevamos o patamar, subimos a régua, damos o próximo passo.

Não queremos apenas crescer – queremos evoluir. Aprendemos sempre – com nossos erros e acertos.

  • “Colaboramos (e ponto)”

Aqui todo mundo importa e se importa.

Somos gente e gostamos de gente.
Todos contam. Todos fazem a diferença.
Aqui não existe “Isso não é o meu trabalho” – o problema de um é o problema de todos.
Para nós não existe outro jeito de trabalhar.

  • “Respeitamos de verdade”

Aqui o modo importa.
Construímos relações baseadas no respeito e na verdade, tanto dentro como fora da nossa empresa.
Nós fazemos o que dizemos e dizemos o que fazemos.
Nós nos comprometemos.
Tratamos a todos com gentileza, respeitando o potencial e a contribuição de cada um.

  • e “Conquistar é a nossa energia”

Usamos nossa energia para vencer. E vencemos juntos

Somos comprometidos com nossos objetivos e metas.
Encaramos oportunidades, problemas e obstáculos.
Não tememos os desafios

Além dos 4 valores, a empresa também tem um propósito bem definido:

  • “Chegar na frente é o que nos move”

Exploramos novos caminhos e possibilidades para desenvolver negócios promissores que impactam positivamente a vida de todos. Não queremos assistir o futuro acontecer. Aqui, construímos o nosso futuro.

Esses valores e o propósito são a essência do “Jeitão NeoSolar”, uma cultura de colaboração, respeito e pioneirismo que parte da empresa desde o começo.

Great Place to Work

O sucesso dessa cultura organizacional foi reconhecido em 2021 com o selo Great Place to Work (GPTW), um certificado conferido por uma consultoria global para apoiar organizações a obterem melhores resultados por meio de uma cultura de confiança, alto desempenho e inovação.

A NeoSolar teve o privilégio de repetir a dose e foi reconhecida novamente neste ano de 2022, quando obteve excelentes avaliações de seus colaboradores nos cinco temas abordados pela pesquisa do GPTW: respeito, credibilidade, orgulho, imparcialidade e camaradagem. A avaliação geral da empresa superou inclusive o benchmark, que considera as 150 empresas mais bem avaliadas do Brasil.

Equipe NeoSolar - Great Place to Work
Equipe NeoSolar

As conquistas do prêmio GPTW são um grande orgulho. A expectativa para o futuro é de que a companhia cresça ainda mais, sem perder seus valores, e siga contribuindo com o progresso da energia solar no país.

E tudo isso só será possível com a manutenção do compromisso, colocado em prática há exatos 12 anos, de lutar por um planeta mais sustentável e desenvolvido por meio da transição energética – acompanhando a evolução tecnológica para oferecer as soluções mais modernas, eficientes e limpas à população.

Com o crescimento da energia solar no Brasil, todos saem ganhando. E a NeoSolar e a NeoCharge se orgulham muito de ser parte importante dessa história.

Energia Solar em Casa: As Vantagens do Micro Inversor com Painel no Sistema Residencial

Instalar um sistema de energia solar em casa é algo cada vez mais comum no Brasil, com crescente interesse nas vantagens econômicas e nos impactos ambientais positivos que uma fonte de energia renovável proporciona.

Agora, a novidade é que os kits solares começam a contar com micro inversores para trabalhar em conjunto com as placas solares. Conheça neste artigo um pouco mais sobre o uso do micro inversor em projetos residenciais.

Até o final de 2022, a procura pela instalação de sistemas de geração de energia solar deve se manter aquecida, com a publicação recente do Marco Legal da Geração Distribuída.

A legislação garante que o consumidor que instalar sistemas fotovoltaicos em casa até janeiro de 2023 continuará tendo isenção da Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (Tusd) nos próximos 23 anos. Com isso, muitos brasileiros têm estudado as diferentes possibilidades de instalação em suas residências.

Para Raphael Pintão, sócio-fundador da NeoSolar, é preciso considerar várias questões na hora de decidir pela melhor opção, como o tamanho do projeto ou quantidade de painéis, por exemplo. Porém, na opinião do executivo, a instalação de micro inversores para otimização do sistema é ideal em projetos residenciais conectados à rede elétrica, uma vez que traz segurança e melhor payback no longo prazo.

Saiba Mais:

“Não há dúvidas de que este é o momento ideal para a instalação de painéis solares em telhados, terrenos, fachadas e em tantos outros lugares que podem ser abastecidos pela fonte de energia que, a cada dia, ganha mais espaço na vida dos brasileiros. Mas é importante fazer a escolha certa de todos os componentes do sistema, a fim de garantir mais eficiência, segurança e durabilidade”, ressalta.

Micro Inversores

A principal função dos inversores é converter a energia produzida pelas placas solares fotovoltaicas de Corrente Contínua (CC) para Corrente Alternada (CA), usada em casa. Assim, o sistema pode injetar energia elétrica apropriada na rede local e trabalhar de forma integrada, fornecendo condições para utilização dos equipamentos elétricos.

Micro Inversor Solar
Micro Inversor no Sistema de Energia Solar

Os sistemas solares de Geração Distribuída (GD) – que geram energia solar para complementar a energia da rede elétrica e possibilitam economia na conta de luz a seus usuários – tradicionalmente contavam com os chamados inversores string, desenvolvidos para gerenciar blocos de painéis ligados em séries (ou “strings”). Nos últimos anos, no entanto, tem se tornado comum a instalação de micro inversores, que cumprem função semelhante à dos inversores string, porém possuem tamanho reduzido e gerenciam as placas individualmente.

“Podemos dizer que o micro inversor faz um tratamento individualizado de energia enquanto o inversor mais convencional faz um tratamento em série ou conjuntos. O problema de operar com grandes conjuntos de painéis é que se houver perda de geração de energia em um deles – por qualquer fator, como sombreamento ou alguma fissura –, todo o sistema será afetado e entregará menos energia. O micro inversor minimiza isso, já que se apenas um painel apresentar problema ele não afetará os outros, uma vez que cada painel é gerenciado individualmente e entrega toda a sua energia para ser utilizada”, explica Raphael Pintão.

Manuseio mais fácil e maior vida útil

Maiores e mais pesados, os inversores strings normalmente possuem potências superiores às dos micro inversores, mas isso também os torna mais difíceis de serem manuseados por uma só pessoa. Outros diferenciais que têm feito os micro inversores ganharem espaço no mercado de energia solar são a durabilidade e a garantia: esses aparelhos costumam ter de 10 a 15 anos de garantia e de 25 a 30 anos de vida útil (similar à do painel solar). Já o inversor tradicional string geralmente possui de 5 a 7 anos de garantia, dependendo do fabricante, e sua vida útil fica entre 10 e 15 anos.

“Não faz sentido nenhum ter uma placa com vida útil de 30 anos, como são os painéis atuais, ligada a um inversor com vida útil de 10 anos. Ou seja, o retorno compensa sua escolha”, pontua Raphael. “A instalação de micro inversores em um sistema solar pode reduzir o custo de manutenção no longo prazo e garantir melhor aproveitamento de energia por décadas”, acrescenta o sócio-fundador da NeoSolar.

Segurança em Sistemas de Energia Solar

Raphael Pintão explica que os micro inversores também são mais seguros, já que operam em baixas tensões de corrente contínua (até 60 V) enquanto os inversores string utilizam tensões mais altas (de até 1.500 V). Essa característica dos string, além de trazer riscos para o instalador que monta o sistema, também aumenta o risco de choques elétricos e/ou incêndios durante o funcionamento do equipamento.

Pelo fato de operar com tensões elevadas em sua entrada, os inversores string também necessitam de uma caixa de proteção externa obrigatória para segurança, chamada string-box. Esse item não é necessário no caso dos micro inversores, pois operam com tesões extremamente baixas e possuem essa proteção embutida no equipamento, que converte a energia contínua em energia alternada diretamente sobre o telhado.

“Com o micro inversor, a energia já sai como Corrente Alternada próxima da própria placa solar, com níveis de tensão baixos e seguros. Além disso, ele dispensa o uso da string-box e necessita de menos proteções que os inversores tradicionais, que são aparelhos mais complexos e trabalham com tensões mais altas”, compara.

MPPTs no Micro Inversor

A maneira como os MPPTs são utilizados é o diferencial que garante a vantagem competitiva do micro inversor sobre o inversor string. A sigla significa Maximum Power Point Tracking (Rastreamento do Ponto de Máxima Potência, em tradução livre) e representa os algoritmos dos inversores que identificam o ponto de máxima potência para o funcionamento dos painéis solares.

Essa tecnologia encontra as melhores condições na relação entre corrente e tensão para que o sistema gere energia de forma mais eficiente. Em um sistema com micro inversores, o gerenciamento de MPPTs se dá de forma individualizada, enquanto os inversores string observam o conjunto das placas.

A melhor distribuição de MPPTs faz com que o micro inversor gere mais energia que a string, especialmente em instalações com sombreamento, mau funcionamento ou perda de rendimento dos painéis”, afirma Raphael.

Diferença de funcionamento entre o inversor String e o Micro Inversor.
Diferenças de um inversor String para o Micro Inversor

Otimização de sistemas de energia solar

O gerenciamento diferenciado realizado por micro inversores garante que o desempenho ruim de um único painel não afete os demais, mesmo em casos de sombreamento do sistema provocado por folhas, galhos ou outros fatores que podem prejudicar o aproveitamento da radiação solar.

“Cada módulo receberá um tratamento diferenciado para otimizar sua energia, e o sombreamento de um deles terá um impacto restrito e muito menor no sistema como um todo. O tratamento individualizado de cada módulo solar, uma das principais características dos micro inversores, facilita bastante o monitoramento e a manutenção dos sistemas. Isso acaba beneficiando a produção total de forma significativa”, salienta o sócio-fundador da NeoSolar.

Para o executivo, outra questão que torna os micro inversores ideais para projetos residenciais é o fato de que podem ser instalados em painéis em diferentes níveis, com inclinações e orientações variadas, o que não é possível com inversores strings.

“Quando trabalhamos com os inversores string, precisamos que as diferentes placas conectadas estejam direcionadas na mesma orientação para produzir a tensão idêntica ou similar. Não podemos, por exemplo, utilizar o mesmo inversor para painéis que estejam voltados a lados opostos ou em inclinação distinta — uma condição que limita muito as possibilidades na hora da instalação”, complementa.

Os micro inversores também permitem que o desempenho dos painéis seja monitorado de forma remota, inclusive por Wi-fi, com mais facilidade e menor custo de instalação. Além disso, é possível ampliar o projeto apenas com a inclusão de mais placas e do número proporcional de novos micro inversores ao sistema.

Bomba Solar: uma Solução Fundamental para Agropecuária durante a Estiagem

Bombas solares garantem o abastecimento de água no ano inteiro, mas nos meses mais frios e secos elas ganham uma importância ainda maior.

Com a proximidade da estiagem durante o inverno, produtores rurais e pecuaristas procuram soluções para manter a irrigação das plantações e do pasto, bem como manter os rebanhos saudáveis para garantir a produtividade durante o ano todo.

Uma das soluções para suprir as necessidades do período é o bombeamento solar – isto é, o uso de bombas que se alimentam de energia solar fotovoltaica para retirar água dos lençóis freáticos. Assim, é possível ter água para irrigação ou para bebedouros do rebanho sempre que necessário, independentemente da estação.

Saiba Mais:

No Brasil, 72% da água potável disponível é usada na agricultura e pecuária. Conforme dados da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), somente em 2021 o agronegócio foi responsável por 27% do PIB nacional. A importância do setor aponta para a vocação agrícola e pecuarista que vem sendo estimulada desde a década de 1960.

É necessário haver disponibilidade de água para que essas atividades econômicas sejam realizadas de maneira contínua. E essa água precisa frequentemente de fontes de energia para ser direcionada. E, como nem sempre a rede elétrica está disponível, o bombeamento solar entra em cena para contribuir com a agricultura e pecuária mesmo em áreas remotas.

Bombeamento solar: econômico e confiável

A tecnologia de bombeamento solar, utilizada para a captação de água utilizada na irrigação e no abastecimento de bebedouros em pastos, é uma solução confiável no longo prazo. Com ela, é possível garantir que, mesmo em épocas de seca, seja possível manter as atividades agropecuárias ativas, evitando escassez de alimentos, por exemplo.

Além disso, a instalação e a operação de bombas solares trazem economia significativa e ótimo custo-benefício, incluindo como ponto positivo gerar energia limpa, renovável, silenciosa e inesgotável.

Nas cidades, também é possível encontrar finalidades para as bombas solares, como a reutilização da água da chuva para limpeza, o que evita o desperdício de água potável; o abastecimento de caixas d’água; e o bombeamento de água em jardins e açude de chácaras, sítios e fazendas.

Funcionamento das bombas solares

A bomba solar é alimentada por um painel fotovoltaico, sendo autossuficiente, diferente de uma bomba convencional, que utiliza normalmente energia elétrica ou gerador. Após a conversão da energia solar em elétrica, o painel fotovoltaico alimenta a bomba de água com energia elétrica em corrente contínua.

Outra vantagem é que, além de dispensar a energia elétrica em seu funcionamento, a bomba solar também não necessita de bateria estacionária, realizando a captação de água de poços, reservatórios, cisternas e até mesmo de aquíferos.

Saiba Mais:

Tipos de bombas solares

Após a avaliação de um técnico qualificado, é possível definir o melhor kit de bombas para utilização e o tipo de sistema que será instalado no projeto. Existem atualmente três tipos de bombas solares, conforme sua instalação: submersa, de superfície e como gerador para bombas de corrente alternada.

As bombas submersas, como o próprio nome indica, são instaladas dentro de poços, reservatórios ou água corrente. Seu formato é longo e cilíndrico, com boa durabilidade e sem a necessidade de manutenção frequente. São as mais utilizadas em bombeamento solar.

Bomba Solar Submersa em Funcionamento
Bomba Solar Submersa

Já as bombas de superfície, por outro lado, se encontram próximas ao exterior da água, em ambientes de baixa vazão ou com menor profundidade, bombeando para uso direto ou para reservatório. Disponíveis em pequeno e médio porte, são de baixa manutenção, o que faz com que sejam consideradas econômicas.

Bomba Solar de Superfície em Funcionamento
Bomba Solar de Superfície

Entretanto, quando é necessária grande potência de bombeamento, o equipamento ideal é a bomba de corrente alternada (CA), que é ligada a um gerador fotovoltaico utilizado nesse tipo de sistema.

Bombas solares de corrente contínua ou alternada

As bombas solares de Corrente Contínua são as mais comuns e utilizadas, conforme o porte e a necessidade do projeto. Esses equipamentos são fáceis de instalar, exigem pouquíssima manutenção e mantêm sinal elétrico estável mesmo quando instalados a longas distâncias ou submersos em grandes profundidades.

Entre as bombas solares CC, existem aquelas com motor de ímã permanente sem escovas (PM-BLDC) e controlador integrado, indicadas para sistemas de até 5HP ou 10HP de potência. Para distâncias menores, de até 70m ou 80m, também existem bombas PM-BLDC com controlador externo, sem grandes prejuízos na estabilidade do sinal elétrico.

Em relação às bombas Corrente Alternada (CA), sua indicação é para sistemas já existentes em que se deseja apenas trocar a alimentação a diesel por solar, sem substituir a bomba. Nos sistemas acima de 5HP ou 10HP, as bombas CA também se tornam as melhores opções, porque passam a ter custo menor que as bombas PM-BLDC, justificando sua escolha.

Um capítulo à parte são as bombas solares híbridas, que atuam com corrente contínua e alternada, equipamentos de tecnologia avançada que podem ser alimentados por rede ou gerador, bem como pela própria energia solar. Elas utilizam a alimentação CA como backup quando não há luz do sol disponível, por exemplo, quando é necessário bombear água à noite.

Escolhendo a melhor opção de bomba solar submersa

Seguem algumas dicas para escolher a melhor opção de bomba solar para o seu projeto, garantindo eficiência, vida útil e menor necessidade de investimento e manutenção:

1 – Bombas com rolamento axial: Evite bombas solares de baixo custo com rolamentos de esferas, o principal ponto de quebra mecânica;

2 – Lubrificação a água: Bombas de baixo custo normalmente utilizam lubrificação a óleo nos rolamentos, com vedação mecânica. Se houver falha na vedação, os poços podem ser contaminados, causando prejuízo e desperdício de água. Os rolamentos também podem ser prejudicados no processo. Prefira bombas lubrificadas com filme fino de água, mais eficientes, sem quebras e contaminações indesejadas;

3 – Bombas de aço inox: As bombas de aço inox apresentam melhor qualidade e durabilidade em relação às de bombeadores de plástico, recomendados apenas para líquidos corrosivos. É preciso também ter atenção à espessura mínima do aço utilizado na bomba, para evitar vibrações e ter maior durabilidade em contato com a água;

4 – Motor PM BLDC: Não utilize bombas com escovas, que possuem baixa durabilidade e eficiência. A melhor escolha é o motor CC com ímã permanente, que exige menos manutenção.

5 motivos para usar Microinversor no seu projeto de Energia Solar

É cada vez mais vantajosa a instalação de sistemas residenciais de energia solar — e um equipamento específico começa a ser cada vez mais procurado, por possibilitar grandes ganhos de eficiência energética: o Microinversor.

Listaremos aqui 5 grandes vantagens do Microinversor em projetos de Energia Solar:

  • Durabilidade e Garantia
  • Segurança em Sistemas Fotovoltaicos
  • Uso Otimizado dos MPPTs
  • Otimização de Sistemas de Energia Solar
  • Instalação em Painéis de Diferentes Níveis

Até o final deste ano, a procura por instalação de sistemas de geração de energia solar deve se manter aquecida, com a publicação recente do Marco Legal da Geração Distribuída. A legislação garante que o consumidor que instalar sistemas fotovoltaicos em casa até janeiro de 2023 continuará tendo isenção da Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (Tusd) nos próximos 23 anos. Com isso, muitos brasileiros estão estudando as diferentes possibilidades de instalação em suas residências.

É preciso considerar várias questões na hora de decidir pela melhor opção de sistema fotovoltaico, como o tamanho do projeto e a quantidade de painéis e baterias necessária para suprir a necessidade. Porém, a instalação de microinversores para otimização do sistema é ideal em projetos residenciais, uma vez que traz melhor retorno de investimento no longo prazo. Nesse sentido, também entra em pauta a diferença que possuem em relação aos inversores string.

Microinversor x Inversor String

A principal função dos inversores é converter a energia produzida pelas placas solares fotovoltaicas de Corrente Contínua (CC) para Corrente Alternada (CA) — em outras palavras: transformar a energia solar de modo que ela possa ser utilizada em uma casa.

Assim, o sistema pode injetar energia elétrica apropriada na rede local e trabalhar de forma integrada, fornecendo condições para utilização dos equipamentos elétricos.

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O microinversor gerencia placas solares de maneira individualizada, atendendo a conjuntos menores de até quatro placas, diferentemente dos inversores convencionais, que gerenciam blocos ligados em série, as strings.

A instalação de um microinversor é realizada atrás do próprio painel solar, enquanto o inversor string é colocado distante do sistema fotovoltaico. Maiores e mais pesadas, as strings normalmente contam com potências superiores às dos microinversores, o que as torna inclusive mais difíceis de serem manuseadas por uma só pessoa.

Por isso, o microinversor vem se mostrando mais adequado para projetos residenciais, por exemplo. Conheça cinco motivos para utilizar microinversores em um sistema fotovoltaico:

1 – Durabilidade e Garantia do Microinversor

A durabilidade e a garantia são diferenciais que têm feito os microinversores ganharem espaço no mercado de energia solar: esses aparelhos têm de 10 a 15 anos de garantia e de 25 a 30 anos de vida útil (similar à do painel solar). Já o inversor tradicional string possui de 5 a 7 anos de garantia, dependendo do fabricante, e sua vida útil fica entre 10 e 15 anos.

Dessa forma, a ausência da necessidade de troca do inversor na metade do tempo de uso do painel compensa o investimento no microinversor. Isso pode reduzir o custo de manutenção no longo prazo e garantir melhor aproveitamento de energia por décadas.

Microinversor Deye para Energia Solar
Exemplo de Microinversor Solar da marca Deye (Crédito da Imagem: Deye/ NeoSolar)

2 – Segurança em Sistemas Fotovoltaicos

Os microinversores também tendem a ser mais seguros, porque gerenciam as placas de forma individualizada. Por isso, em caso de curto ou outro problema, é possível desligar o painel danificado do sistema. No caso dos inversores string, é necessária ainda a instalação da string-box, uma caixa de proteção obrigatória para a segurança, já que o sistema necessita de cabos que transportam a corrente em tensão elevada (até 1500V).

Com o microinversor, a energia já sai como Corrente Alternada próxima da própria placa solar, com níveis de tensão baixos e seguros. Além disso, ele dispensa o uso da string-box e necessita de menos proteções que os inversores tradicionais, que são aparelhos mais complexos e trabalham com tensões mais altas.

Exemplo de ligação com Microinversor em projeto de Energia Solar (crédito da imagem: NeoSolar)

3 – Uso otimizado dos MPPTs com o Microinversor Solar

A maneira como os MMPTs são utilizados é o diferencial que garante a vantagem competitiva do microinversor sobre a string. A sigla significa Maximum Power Point Tracking (Rastreamento do Ponto de Máxima Potência, em tradução livre) e representa os algoritmos dos inversores que identificam o ponto de máxima potência para o funcionamento dos painéis solares.

Essa tecnologia encontra as melhores condições na relação entre corrente e tensão, para que seja gerada energia de forma mais eficiente. Em um sistema com microinversores, o gerenciamento de MPPTs se dá de forma individualizada, enquanto os inversores string observam o conjunto das placas.

A melhor distribuição de MPPTs faz com que o microinversor gere mais energia que a string, especialmente em instalações com sombreamento, mau funcionamento ou perda de rendimento dos painéis.

Esquema mostra menor perda de energia em projeto fotovoltaico que utilizou microinversores (Crédito da Imagem: NeoSolar)

4 – Otimização de Sistemas de Energia Solar Fotovoltaica

O gerenciamento diferenciado realizado por microinversores garante que o desempenho ruim de um único painel não afete os demais, mesmo em casos de sombreamento do sistema provocado por folhas, galhos ou outros fatores que podem prejudicar o aproveitamento da radiação solar.

Esse tratamento individualizado de cada módulo solar, uma das principais características dos microinversores, facilita bastante o monitoramento e a manutenção dos sistemas. Isso beneficia a produção total do sistema.

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5 – Instalação em Painéis de diferentes níveis

Outra questão que torna os microinversores ideais para projetos residenciais é o fato de que podem ser instalados em painéis em diferentes níveis, com inclinações e orientações variadas, o que não é possível com inversores strings.

Com as strings, as diferentes placas conectadas devem ficar direcionadas na mesma orientação para produzir a tensão idêntica ou similar. Não é possível, por exemplo, utilizar o mesmo inversor para painéis que estejam voltados a lados opostos ou em inclinação distinta — uma condição que limita muito as possibilidades na hora da instalação.

Os microinversores permitem que o desempenho dos painéis seja monitorado de forma remota, inclusive por Wi-fi, com mais facilidade e menor custo de instalação. Além disso, é possível ampliar o projeto apenas com a inclusão de mais placas e do número proporcional de novos microinversores ao sistema.

Uso de energia solar cresce no Brasil

O mercado de energia solar vem conquistando espaço no Brasil. Atualmente, se compararmos “os telhados solares com a energia gerada por meio hidrelétrico, é como se em nosso país já tivéssemos 57% da potência instalada de uma usina de Itaipu que também abastece o Paraguai. Entretanto, existe ainda a vantagem do desenvolvimento sustentável.

No âmbito global,  COP 26, Conferência do Clima realizada em Glasgow, na Escócia, a fonte solar consolidou-se como uma das soluções para diversificar a matriz energética e reduzir a emissão de gases do efeito estufa das principais economias do planeta nas próximas décadas. Segundo a Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), o Brasil, que hoje ocupa a 14ª posição neste mercado, tende a subir para o sexto lugar nos próximos dois anos a partir dos investimentos previstos. 

Dados da Absolar mostram que apenas 0,9% dos 88 milhões de consumidores de energia elétrica no país fazem uso do sol para produzir energia, mas aos poucos esta realidade está sendo modificada. Até outubro deste ano o país contava com 800 mil unidades consumidoras de energia de fonte solar, o que significa 450 mil instalações em relação a todo 2020.

Tal crescimento é resultado de fatores como a tecnologia ter se tornado mais acessível, o preço elevado da conta de luz cobrado pelas concessionárias impactado pela crise hídrica que o país enfrenta e o aumento do consumo de energia provocado pelo trabalho remoto na pandemia.

Mercado fotovoltaico se beneficia da ampliação dos perfis dos consumidores

Além de ter se tornado mais acessível, investir em energia solar promove economia de até 99% na conta de luz

 

O mercado fotovoltaico está se beneficiando de uma expansão no perfil dos clientes. O fato de que novas tecnologias permitiram instalações mais baratas tornou o consumo de placas mais vantajoso para um número maior de famílias, isso sem contar com as condições de financiamento oferecidas pelos bancos e outras opções como compartilhamento de placas até mesmo aluguel. A opção traz economia na conta de luz que pode chegar a até 99% a depender do consumo mensal da residência.

 
Outro fator que contribui para a ampliação do público é o aumento do custo da energia elétrica. Ainda que não seja acessível a pessoas de baixa renda, as novas condições tornam a compra mais fácil para quem não tem uma renda mensal tão alta. Vale ressaltar que em casos de comunidades ribeirinhas ou outros locais remotos cujo acesso à energia elétrica é limitado, a NeoSolar oferece o Sistema Individual de Geração de Energia Elétrica (SIGFI), que é off-grid.

 
A instalação de placas solares têm retorno mais vantajoso para quem tem conta de luz a partir de R$500,00, já que nesses casos a economia pode girar entre 95% e 99%. Quem tem um consumo menor pode demorar mais para ter retorno, já que nos sistemas on-grid ainda é necessário pagar a conta de energia, embora haja um desconto considerável.

É possível instalar energia solar em prédios residenciais?

A resposta é sim! O residente pode gerar sua própria energia ou gera-la em conjunto de forma cooperativa com outros moradores. Assim, não só o titular pode diminuir o impacto ambiental, como também diminuir a conta paga dentro do condomínio.

 

Se escolher fazer sozinho, o titular pode ceder alguns dos créditos para outros moradores que estejam na mesma rede. Além disso, caso o morador tenha um sitio e também um apartamento na cidade, ele poderá gerar energia em uma localidade e usar os créditos que possui na produção com a concessionária para o condomínio de apartamentos, apenas nessa condição é possível fazer essa transferência.

 

Porém, fique atento. é necessário fazer uma pesquisa com as regras do seu prédio para que se faça a instalação, conferindo responsabilidade e segurança para você e os demais moradores.

 

Nordeste: performance e desenvolvimento na energia solar

O Nordeste brasileiro é atualmente o maior produtor de energia solar no país. Pelo seu clima quente e ótima performance no setor, a região hoje em dia já exporta energia para outras regiões, como a Sudeste, que atualmente se encontra numa crise hídrica.

Todo mês, a região bate um novo recorde de produção de energia solar, muito pelo incentivo que os governos fazem com esse empreendimento.

O Estado de Pernambuco iniciou uma parceria a alguns anos com o Banco do Nordeste  com o objetivo de incentivar a microgeração distribuída para pequenos negócios. Isso dará um incentivo maior que pequenas empresas consigam fornecer energia limpa aos seus negócios, além dos clientes terem como reduzir sua conta de luz emitida pela companhia elétrica estadual.

Isso só mostra como a região é coerente com a necessidade enérgica e trabalha em cima de soluções de incentivo.