InovaFV mostra muito otimismo com energia solar

O portal NeoSolar esteve acompanhando o Inova FV – Workshop Inovação para o Estabelecimento do Setor de Energia Solar que teve grande quantidade de participantes e gente acompanhando de pé durante os dois dias de discussões.

O evento tem o objetivo de reunir academia, governo e iniciativa privada para a construção de uma agenda coordenada de ações que levem ao estabelecimento de um mercado e de uma política industrial, científica e tecnológica de desenvolvimento e competitividade da indústria de equipamentos fotovoltaicos e de serviços no país.
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Lâmpadas incandescentes com dias contados

Assim como já acontece em outros países, as lâmpadas incandescentes estão com os dias contatos no Brasil. Até 2016, este tipo de lâmpada será retirada paulatinamente do mercado, segundo a Portaria nº 1.007, editada pelos ministérios de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio e publicada no Diário Oficial do dia 6 de janeiro. Uma outra portaria, a nº 1.008, estabelece o Programa de Metas das Lâmpadas Fluorescentes Compactas. A estimativa é alcançar uma economia escalonada de cerca de 10 terawatts-hora (TWh/ano), até 2030, o que equivale a mais do que o dobro conseguido com o Selo Procel, utilizado atualmente.

De acordo com a portaria 1007, fazem parte da regulamentação as lâmpadas incandescentes de uso geral, exceto as incandescentes com potência igual ou inferior a 40 Watts (W); incandescentes específicas para estufas – de secagem e de pintura – equipamentos hospitalares e outros; incandescentes refletoras/defletoras ou espelhadas, entre outras.
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UM 2011 FANTÁSTICO!!!

O Blog NeoSolar deseja a todos os seus leitores e amigos um 2011 repleto de renovação e energia.

Boas perspectivas de investimentos em renováveis até 2020

Os investimentos no mercado global de energia limpa – solar, eólica e biomassa – podem chegar a US$ 2,3 trilhões até 2020, segundo levantamento da Pew Charitable Trusts, instituição sem fins lucrativos com sede na Pensilvânia, nos Estados Unidos. De acordo com o relatório, os investimentos podem crescer US$ 546 bilhões, além do US$ 1,7 trilhão previsto para o período, caso os países membros do G-20 avancem em suas políticas ambientais. Em 2009, o mercado de energia limpa atingiu US$ 162 bilhões, após crescer 230% desde 2005.

O relatório leva em conta projeções feitas com três cenários possíveis. No primeiro deles, os países do G-20 não mudariam suas políticas ambientais. No segundo cenário, as nações adotariam as medidas necessárias para alcançar as metas voluntárias divulgadas durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Copenhague (COP-15), no ano passado. No terceiro cenário, o mais otimista, os países criariam políticas para ações de grande capacidade de redução dos gases causadores do efeito estufa.
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Decreto regulamenta política para mudanças climáticas

O governo pretende implementar um conjunto de medidas para que o país chegue em 2020 com uma emissão máxima de 2,1 bilhões de toneladas de C02 equivalente (dióxido de carbono), por ano. O decreto nº 7.390, que regulamenta a Política Nacional sobre Mudanças Climáticas (PNMC), estabelece uma meta de redução entre  1.168 milhões de toneladas de C02 equivalente (tonCO2eq) e 1.259 milhões de tonC02eq, para uma projeção de emissão de 3.236 milhões de tonC02eq no período. Se for alcançada, vai representar uma redução voluntária de 6% em relação a 2005.

Segundo Tasso Azevedo, consultor do MMA, a medida adotada pelo Brasil pode estimular outras nações a determinarem metas de redução de suas emissões. O decreto, publicado no dia 9 de dezembro, prevê, ainda, que 12 setores da economia nacional incorporem metas para que o número estipulado seja alcançado. Cada setor terá que apresentar um plano de ações até o final de 2011. Os planos serão revisados a cada três anos e poderão servir de base para um mercado nacional de crédito de carbono.
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Para se manter verde, Brasil precisa promover mudanças

Na atual disputa por uma economia de baixo carbono, o Brasil poderia estar no topo do pódio e permanecer nele por muito tempo devido ao seu vasto potencial de energias renováveis.

Mas, segundo especialistas, o país vem desperdiçando oportunidades de explorar fontes de energia limpa – o grande motor para o desenvolvimento em tempos de mudanças climáticas.

“Ninguém tem dúvidas de que as energias renováveis vão dominar no futuro. É um processo muito demorado, mas irreversível”, afirma o economista e engenheiro Edmilson Moutinho dos Santos, professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP.
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Brasil pode ter 93% de energia limpa até 2050

Segundo relatório apresentado pelo Greenpeace na conferência do clima da ONU de Cancun, a COP-16, o Brasil pode ter 93% de sua energia proveniente de fontes renováveis até 2050, sem prejuízo ao crescimento do PIB.  As hidrelétricas responderiam por 45,6% da matriz, a eólica por 20,3%, a biomassa por 16,6% e a solar por 9,26%.

O relatório foi elaborado com ajuda de instituições importantes como Universidade de São Paulo (USP) e a união da Indústria da cana-de-açúcar (ÚNICA) e faz um contraponto ao menos ambicioso cenário do governo que aponta que em 2050 a eólica seria 6% da matriz, a biomassa 8,85% e a solar, menos de 1%.
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Projeto de Lei 0630 de 2003 – Fontes Renováveis de Energia

Desde 2003 tramita no congresso nacional o PL 0630/2003 de autoria do deputado Roberto Gouveia. Este projeto veio a substituir diversos outros projetos que tramitavam na câmara federal e que tratavam de questões relativas ao incentivo para as fontes renováveis de energia.

A redação final deste projeto foi dada no segundo semestre de 2009, após apreciação conclusiva da Comissão Especial destinada a proferir parecer sobre o PL em questão e o parecer favorável do deputado Fernando Ferro (PT-PE), responsável pela relatoria do projeto.
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