ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA : A HORA É AGORA

No momento em que o Brasil tem um dos maiores valores de tarifa energética do mundo, encontrar alternativas para consumo é fundamental. Só assim, será possível manter a comodidade e eficiência nas tarefas diárias. Existem hoje inúmeras possibilidades para que isso ocorra, mas todas elas passam por uma mudança de mentalidade.

 

Já temos disponível considerável tecnologia capaz de baratear o consumo energético. No entanto, para que todos os níveis da sociedade possam aproveitar, se faz necessário uma mudança de mentalidade do poder público, das iniciativas privadas e do consumidor. Todos têm de investir tempo em prol de disseminar uma nova cultura para o consumo, apoiar de maneira efetiva essas tecnologias, de forma que elas tenham cada vez mais alcance, e apoiar integralmente o consumidor que queira utilizar energia limpa e eficiente.

 

Embora nos últimos anos tenhamos evoluído muito, ainda estamos distantes do que é ideal ou minimamente produtivo, para que o consumo de energia advinda das hidrelétricas não nos deixe refém de bandeiras tarifárias.

 

Para esse momento, é importante saber que existe ao menos uma alternativa que está na mão do consumidor: energia solar fotovoltaica. Essa pode ser utilizada em residências, empresas, monitoramento de rodovias, casas isoladas, postes de iluminação, nas telecomunicações, bombeamento de água, eletrificação rural, entre outros.

 

O que não falta é informação acerca do tema energia solar fotovoltaica, esse mercado está superaquecido e pronto para atender, capacitar, fornecer e informar.

Governo estuda dar incentivos para geração própria de energia

Pra enfrentar a crise energética, o governo vai dar incentivos as gerações de energia feitas pelos próprios consumidores, que podem devolver eletricidade à rede das distribuidoras e ter créditos nas contas de luz dos meses seguintes.

 

 

O diretor da Aneel (Agencia Nacional de Energia Elétrica), Romeu Rufino, disse na ultima terça-feira, que há negociações em andamento para a adoção de estímulos que impulsionarão o modelo.

 

 

Uma das medidas mais importantes seria autorizar as distribuidoras de energia a pagar mais caro por essa eletricidade, com preços acima do valor de referência. As empresas de distribuição podem adquirir até 10% da sua demanda dos próprios consumidores. Para Rufino, se as empresas puderem pagar valores acima do VR, isso estimulará que mais consumidores adotem o modelo de geração.

 

 

Outra medida que está sendo estudada é a criação de uma linha de financiamento aos equipamentos de geração, como placas solares, turbinas eólicas conversores e leitores bidimensionais.

 

 

Além disso, o governo negocia no Confaz a isenção da cobrança do ICMS sobre a devolução da energia pelos consumidores às redes das distribuidoras. Segundo Rufino, não ocorre uma troca comercial no modelo, mas sim a geração de um crédito que é abatido na fatura do mês seguinte, para ele a isenção de ICMS ajuda a incentivar a aumentar a adesão ao modelo.

 

 

Fonte: Estadão http://bit.ly/1D3kFsc

UFV Megawatt Solar recebe aval para operação comercial

O projeto da usina solar da Eletrosul, Megawatt Solar, recebeu autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para iniciar a operação comercial a partir desta quinta-feira (25). A planta integrada ao edifício da estatal em Florianópolis, Santa Catarina, tem potência instalada de 1 MWp, sendo capaz de produzir energia suficiente para o consumo de mais de 1,8 mil pessoas, ou o equivalente ao abastecimento de 540 residências.

O desenvolvimento da usina contou com o apoio técnico da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e do Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (Ideal). São 4,2 mil módulos solares que convertem a radiação solar em energia elétrica, instalados na cobertura do edifício-sede e nos estacionamentos, em uma área de 10 mil metros quadrados.

Eólica
O parque eólico Ribeirão também foi liberado para iniciar a operação comercial das unidades geradoras 1 a 8, totalizando 21,6MW. Localizada em Amontada, Ceará, a planta integra o complexo de mesmo nome da cidade, juntamente com as usinas Palmas e Ilha Grande.

Fonte: Jornal da Energia

Governo Federal Incentiva Redução dos Custos da Energia Solar no Brasil

O Ministério de Minas e Energia (MME) pretende dar mais abertura para que as empresas fornecedoras de insumos para produção de energia solar possam participar de leilões no Brasil e, com o aumento da concorrência, fazer o custo da energia solar ser reduzido, dos atuais R$300 por megawatt-hora (MWh)/mês, para R$ 165 por MWh/mês, em cincos anos.

 

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, revelou que o leilão de energia A-3, com entrega a partir de 2016, contará pela primeira vez com a participação de empresas de energia solar e proveniente de resíduos de lixo. Com isso, será possível mapear as empresas fornecedoras, estimular a competitividade e o mercado brasileiro para a produção nacional de placas fotovoltaicas e outros equipamentos necessários para fazer funcionar o sistema.

 

Com isso, ter a energia solar como fonte principal de energia elétrica é uma realidade ainda mais próxima para os brasileiros, já que, desde dezembro de 2012, está em vigor a Resolução Normativa (RN) 482, de 17/04/12, publicada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Essa resolução regulamenta a micro e mini produção de energia, em que proprietários de residências, comércio e indústria poderão produzir sua própria energia. Através de equipamentos específicos, a energia gerada e não consumida no local poderá ser enviada à rede, para consumo em outro ponto, e gerar créditos para o consumidor na próxima fatura.

 

Espera-se que estas medidas possam estimular também as concessionárias de energia em todo o país a se adequarem às novas regras, melhorando os processos de aprovação dos projetos grid tie, incentivando o consumidor final a aderir a esta fonte de energia, que tanto contribui para a sustentabilidade do planeta.