Mercado fotovoltaico se beneficia da ampliação dos perfis dos consumidores

Além de ter se tornado mais acessível, investir em energia solar promove economia de até 99% na conta de luz

 

O mercado fotovoltaico está se beneficiando de uma expansão no perfil dos clientes. O fato de que novas tecnologias permitiram instalações mais baratas tornou o consumo de placas mais vantajoso para um número maior de famílias, isso sem contar com as condições de financiamento oferecidas pelos bancos e outras opções como compartilhamento de placas até mesmo aluguel. A opção traz economia na conta de luz que pode chegar a até 99% a depender do consumo mensal da residência.

 
Outro fator que contribui para a ampliação do público é o aumento do custo da energia elétrica. Ainda que não seja acessível a pessoas de baixa renda, as novas condições tornam a compra mais fácil para quem não tem uma renda mensal tão alta. Vale ressaltar que em casos de comunidades ribeirinhas ou outros locais remotos cujo acesso à energia elétrica é limitado, a NeoSolar oferece o Sistema Individual de Geração de Energia Elétrica (SIGFI), que é off-grid.

 
A instalação de placas solares têm retorno mais vantajoso para quem tem conta de luz a partir de R$500,00, já que nesses casos a economia pode girar entre 95% e 99%. Quem tem um consumo menor pode demorar mais para ter retorno, já que nos sistemas on-grid ainda é necessário pagar a conta de energia, embora haja um desconto considerável.

Sustentabilidade e o futuro

 

Procura ser uma empresa mais sustentável? Daremos aqui algumas dicas de como podemos mudar nossas atitudes no dia-a-dia e contribuir para um mundo mais limpo hoje e no futuro.

 

Com certeza a começar pelas influências e quem você se relaciona, tanto como pessoa quanto como instituição são um grande passo para mudanças. Quem você escolhe para ser seu fornecedor, por exemplo. Empresas que trabalham com garantias de preservação com o meio ambiente e que tem padrões altos de qualidades são sempre as melhores. Acredite, uma boa reputação vale mais do que o dinheiro investido.

 

Outro ótimo passo é pensar na infraestrutura, usar sensores de presença, incentivar a reciclagem, usar materiais reciclados, colocar plantas vivas no ambiente de trabalho e dentre outras atitudes é uma ótima forma de mostrar como a empresa se relaciona com iniciativas de preservação. Além de ser uma atitude orgânica, ajuda os funcionários a entenderem também seu papel na sustentabilidade junto a empresa.

 

Existem muitas outras maneiras de começar e ajustar, mas pensar no básico é essencial, ser sustentável não só pensar no meio ambiente, é pensar no nosso comportamento e principalmente ser responsável com as gerações futuras.

O Funcionamento de um carro elétrico

É comum ouvirmos falar sobre as novas tecnologias de veículos tanto híbridos como eletricos, mas já paramos para pensar como esse carro funciona?

 

Basicamente, um carro elétrico precisa de quatro componentes que funcionem entre si: a bateria, o inversor, o motor de indução e o sistema de recuperação de energia. O primeiro, armazena a energia que o carro precisa para fazer o carro funcionar, ela é recarregável e uma das partes mais importantes para um funcionamento perfeito. Já o inversor faz a conversão da energia elétrica contínua para a alternada e a leva para o motor de indução, este por sua vez, em conjunto com a eletricidade, faz com que o veículo se mova. Por último, o sistema de recuperação de energia existe como uma forma econômica de aproveitar energia. Quando um veículo comum é freado, a energia dissipada é em forma de calor, já em um carro elétrico, ela retorna para a bateria em forma eletricidade, funcionando como uma espécie de recarga.

 

 

Essa alternativa sustentável, além de ter um fácil funcionamento, tem um caminho promissor a seguir no dia a dia das pessoas, além de não utilizar recursos naturais não renováveis, e não expelir gases danosos ao meio ambiente, a presença de eletricidade nesses veículos diminui o atrito em comparação com carros comuns, tendo assim, uma condução mais leve e silenciosa.

Levantamento da ABSOLAR indica que tecnologia é uma das saídas para a recuperação da economia pós pandemia da covid-19

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) acaba de divulgar que o Brasil ultrapassou 5 gigawatts (GW) de potência operacional em energia solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos.

 

O levantamento mostra ainda que a tecnologia é uma das estratégias na recuperação da economia após passar a pandemia do coronavírus, pois tem um grande potencial de geração de empregos, renda e atração de novos investimentos ao País.

 

Além dessa quantidade de potência instalada, a energia solar já gerou cerca de 130 mil empregos acumulados, com aproximadamente 15 mil empresas atuando no mercado e uma quantidade de mais de R$ 26,8 bilhões em novos investimentos privados no País.

 

Sobre os sistemas autônomos de energias solar fotovoltaica

Hoje vamos falar sobre os sistemas isolados ou autônomos para geração de energia solar fotovoltaica, que, apesar de não serem necessários nas regiões urbanas, são super importantes  para que não têm acesso a rede elétrica, que ainda são muitos aqui no Brasil. 

 

Esse sistema é caracterizado por não se conectar a rede elétrica, ele abastece diretamente os aparelhos que utilizarão a energia. Esta solução é o modo mais econômico e prático de se obter energia elétrica nestes lugares remotos. Nos períodos sem sol, o abastecimento é garantido pela energia armazenada nas baterias. Podem ser usados, por exemplo, em sistemas de bombeamento de água, eletrificação de cercas, geladeiras para armazenar vacinas, postes de luz, estações replicadoras de sinal, etc. 

 

Os sistemas isolados de geração de energia solar fotovoltaica, de maneira simplificada, são compostos de quatro componentes:

 

Painéis solares:

São o coração do sistema e geram a energia elétrica que abastece as baterias. Tem a função de transformar a radiação solar em corrente elétrica contínua. Um sistema pode ter apenas um painel ou vários painéis interligados entre si

 

Controladores de carga:

É como se fossem a válvula do coração e garantem o abastecimento correto das baterias, evitando sobrecargas e descargas profundas, o que auxilia no aumento de vida útil do sistema.

 

Inversores:

São o cérebro do sistema e tem a função de transformar corrente contínua (CC) em corrente alternada (AC) e levar a tensão, por exemplo, de 12V para 127V. Em alguns casos, pode ser ligado a outro tipo de gerador ou à própria rede elétrica para abastecer as baterias.

 

Baterias:

São o pulmão do sistema e armazenam a energia elétrica para ser utilizada nos momentos em que não há sol e não há outras fontes de energia.

Nós lançaremos na InterSolar 2019, que acontece este mês, uma solução  completa desenvolvida para atender residências em regiões remotas e sem acesso à energia. Fiquem de olho! 

INVESTIMENTOS EM GD FOTOVOLTAICA SOMAM MAIS DE 4 ,8 BILHÕES NO BRASIL

Um levantamento divulgado, recentemente, pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), mostrou que os investimentos acumulados em projetos de geração distribuída fotovoltaica somam mais de R$ 4,8 bilhões no país. 

 

Segundo o mapeamento o Brasil tem, atualmente, 79.290 sistemas fotovoltaicos conectados à rede, totalizando 827,5 megawatts instalados. Deste total, os sistemas de microgeração e minigeração representam 99,6% das instalações. 

 

Os consumidores residenciais estão no topo da lista de sistemas istalados  com 74,1% do total, seguidos das empresas dos setores de comércio e serviços, com 17,2%; consumidores rurais, com 5,3%; indústrias, que tem 2,8%; poder público, com 0,6% e outros tipos, como serviços públicos, com 0,08% e iluminação pública, com 0,02%.

 

De acordo com o CEO da associação, Rodrigo Sauaia, se as regras atuais para o segmento forem mantidas, serão arrecadados mais de R$ 25 bilhões até 2027 em geração distribuída solar fotovoltaica.

Fernando de Noronha vai banir carros a combustão até 2030

Em parceria com a Renault, a administração do arquipélago de Fernando de Noronha deu o primeiro passo para zerar a emissão de carbono emitido pelos automóveis até 2030. O plano consiste em permitir apenas a venda de carro elétricos a partir de 2022, e em 2030 começar a retirar de circulação os veículos movidos a combustão, no caso do arquipélago, apenas gasolina e diesel (não há etanol).

 

A marca francesa entregou hoje seis veículos para uso da administração distrital, dois Twizzy (R$ 83.990 cada), três Zoe, dois na versão Intense (R$ 149.990) e um na versão Life (R$ 147.990), e um Kangoo Z.E. 5 lugares (R$ 134.990).

 

Para recarregá-los já há 4 pontos de recarga espalhados pela ilha principal, produzidos pela mesma empresa do corredor elétrico da Via Dutra, feito em parceria com a BMW. Uma curiosidade é a maior relação entre carregadores elétricos/ carros elétricos já vista no mundo. Quem quiser também pode pagar R$ 5.100 para comprar um carregador exclusivo para os 3 modelos e instalá-lo em casa.

 

Por João Anacleto no UOL Carros

 

NEOSOLAR E MOURA FIRMAM PARCERIA E INICIAM EXPANSÃO DE ESTAÇÃOE DE RECARGA DE VEÍCULOS ELÉTRICOS NO NORDESTE

Os veículos elétricos já são uma realidade próxima para os brasileiros. Um indicador disso é o crescimento da instalação de postos de recarga em locais comerciais e rodovias do país, implementados por iniciativas privadas. Nós da Neosolar queremos contrubuir, cada vez mais, para esse crescimento, por isso, fechamos uma parceria na instalação de projetos relacionados à recarga de veículos elétricos com o Grupo Moura, líder em vendas de baterias na América do Sul.

 

A partir de agora nós, que já instalamos mais de 100 novos pontos de recarga para veículos elétricos pelo país, contaremos também com a Rede de Serviços Moura (RSM) , que tem presença expressiva em todo o Brasil, como parceira para instalação de nossos projetos comercializados.

 

Juntos já instalamos a primeira estação de recarga de veículos elétricos de Pernambuco, que fica na Reserva do Paiva, no município de Cabo de Santo Agostinho. Para os próximos meses, instalaremos novas unidades em Pernambuco e também no Ceará.

 

Através da parceria, esperamos agilizar a oferta de pontos de abastecimento pelo país: “Para a Neosolar, poder contar com a Moura é excelente, uma vez que estamos expandindo nossa rede de instaladores através de uma empresa séria e reconhecida em todo o país pela excelência técnica”, avalia nosso diretor, Raphael Pintão.

 

Outros indicadores de crescimento do setor de veículos elétricos, fora os projetos e grandes parcerias que vêm do setor privado, são os incentivos como o Programa Rota 30 do governo, que pretende fomentar a produção nacional e diminuir os custos de veículos movidos a eletricidade e também a aprovação da resolução normativa 819/2018 da ANEEL, que passa a administração de redes de carregamento para a iniciativa privada,  o que possibilita o livre mercado e a concorrência, barateando o custo.

Energia solar cada vez mais competitiva

Embora pudesse ter avançado mais, não fosse o cancelamento de leilões em 2016, a energia solar fotovoltaica tem crescido no Brasil, tornando-se hoje um dos setores mais atraentes para investimentos. Como informa a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), esse tipo de energia atingiu há pouco a marca de 2.056 megawatts (MW) de potência instalada operacional, o equivalente a 1,2% da matriz elétrica do País, superando a energia nuclear (1.990 MW), suprida pelas usinas de Angra I e Angra II.

 

O País possui atualmente 73 usinas solares fotovoltaicas de grande porte, que carrearam investimentos de mais de R$ 10 bilhões, hoje em operação em nove Estados das Regiões Nordeste, Sudeste e Norte do País. Os investimentos podem crescer muito mais com o manifesto interesse de empresas nacionais e internacionais em participar dos seis leilões de energia nova a serem realizados entre 2019 e 2021, segundo foi divulgado pelo Ministério de Minas e Energia.

 

 

Independentemente desses certames, pequenas empresas e particulares se movimentam para investir nesta área com vistas a poupar gastos com energia. Uma startup japonesa, em parceria com uma empresa nacional, por exemplo, anunciou, no final do mês passado, a construção de uma pequena unidade solar, com capacidade de 1,1 MW, em Brasília. Iniciativas como esta já são bastante comuns também no agronegócio.

 

Na realidade, avanços tecnológicos têm favorecido a competitividade de usinas solares fotovoltaicas de grande porte, permitindo fortes reduções de preços, e não só em relação a combustíveis fósseis. As usinas solares, afirma a Absolar, estão em condições de ofertar energia elétrica a preços médios inferiores aos praticados por outras fontes renováveis, como biomassa e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs).

 

 

As maiores queixas dos empreendedores estão ligadas às altas tarifas alfandegárias para importação de matéria-prima necessária para produção de módulos fotovoltaicos, o que onera demasiado os custos de construção de usinas. Segundo empresários, isso acaba prejudicando a indústria nacional, já habilitada a fabricar todos os equipamentos utilizados.

 

 

Espera-se que, com a abertura comercial, que consta do programa econômico do atual governo, distorções como esta sejam eliminadas.

Por : Caderno de Opinião da jornal O Estado de São Paulo

https://opiniao.estadao.com.br/noticias/editorial-economico,energia-solar-cada-vez-mais-competitiva,70002761457

 

Geração distribuída: liberdade e empoderamento à sociedade

Em tempos de democratização do conhecimento, virtualização das informações, inteligência artificial e transformações tecnológicas que empoderam e facilitam a vida do cidadão, a avassaladora maioria dos consumidores brasileiros, por mais antagônico que pareça, não tem liberdade para escolher o fornecedor ou a fonte da energia elétrica que utiliza diariamente.

 

Os consumidores recebem a eletricidade de uma única distribuidora, que detém o monopólio de fornecimento da energia elétrica em regiões pré-determinadas. Não por acaso, estes consumidores foram apelidados no setor elétrico de “consumidores cativos”, ou seja, “prisioneiros” do monopólio de sua região, conforme sugere a etimologia da expressão.

 

A partir de 2012, houve, no entanto, uma histórica mudança deste velho paradigma, traduzida em uma visão inovadora da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Trata-se da a Resolução Normativa 482, que deu origem a uma verdadeira revolução em prol da liberdade, da proatividade e do poder de escolha dos cidadãos.

 

Com esta medida, chegou a tão sonhada alforria aos consumidores cativos, que saíram da posição de meros espectadores para tornarem-se protagonistas no setor elétrico brasileiro, usando telhados e fachadas de edifícios, coberturas de estacionamentos e até pequenas áreas de terreno para gerar energia elétrica por meio do sol, água, biomassa e vento. Isso faz desta resolução uma das mais importantes da história da Agência.

 

No entanto, este empoderamento não ocorre sem resistências. Ao tornar os consumidores produtores de sua própria energia renovável, a geração distribuída ameaça as receitas e lucros de distribuidoras que não se adaptarem à nova realidade da sociedade.

 

Não por acaso, o número de reclamações de consumidores sobre as dificuldades para conectar sistemas de geração distribuída tem crescido exponencialmente. Os problemas relatados vão desde a realização de exigências descabidas em termos de projetos e documentos, até mesmo o descumprimento gritante de prazos para que o sistema do consumidor seja conectado à rede.

 

Neste vai-e-volta de exigências tortuosas, o maior prejudicado é sempre o mesmo: o consumidor. Cabe à sociedade denunciar estes abusos e à Aneel fiscalizar e punir os problemas identificados, evitando barreiras ao progresso, à modernização do setor e às inovações que facilitam e beneficiam os cidadãos.

Como reações ao avanço da geração distribuída, dois movimentos ocorrem no setor: de um lado, grandes grupos econômicos, tradicionais e conservadores, têm mobilizado um pesado lobby na tentativa de alterar esta regulação da Aneel. A intenção é fazer com que os consumidores paguem mais pelas redes de distribuição quando produzirem a sua própria energia elétrica. Do outro lado, empresas mais inovadoras e conscientes da inevitável transformação do setor já começaram a estruturar atividades em geração distribuída, ajustando o seu modelo de negócio à nova realidade do mercado para participar deste segmento.

 

Cabe esclarecer que todo consumidor com geração distribuída paga pelo custo de disponibilidade da rede de distribuição, responsável pelo rateio de custos da infraestrutura das distribuidoras, conforme regulamenta a Aneel. Esse pagamento também é feito no caso de projetos de médio porte conectados em média tensão, via pesados custos de demanda sobre as usinas de geração distribuída. Por vezes, os empreendedores de geração distribuída arcam, inclusive, com uma parte dos custos de reforço da rede, doando posteriormente estes reforços para as distribuidoras.

 

De forma intencional, o discurso do lobby deixa de fora da análise os vastos benefícios econômicos, sociais, ambientais e estratégicos proporcionados pela geração distribuída. Um deles, por exemplo, é o ganho direto para as próprias distribuidoras com a redução de perdas na distribuição de energia elétrica.

 

Desse modo, se o objetivo é que os consumidores paguem mais pelas redes, nada mais justo do que serem também remunerados pelos serviços e benefícios que proporcionam ao País.

 

Cientes da necessidade de buscar equilíbrio entre os agentes do setor elétrico e em benefício da sociedade, as equipes técnicas da Aneel corretamente incorporaram os ganhos da geração distribuída em sua avaliação para aprimorar a regulamentação da modalidade. A Aneel destacou em sua Análise de Impacto Regulatório (AIR) n.º 004/2018 seis importantes benefícios dentre os inúmeros trazidos pela geração distribuída, deixando espaço para a inclusão de outros aspectos imprescindíveis nos cálculos a serem efetuados ao longo dos debates sobre a norma.

 

Na reunião de diretoria da Aneel que deu início à abertura dos trabalhos de 2019, o Diretor-Geral da agência regulatória, André Pepitone, foi preciso e enfático ao esclarecer que a regra vigente para a compensação de energia elétrica não sofrerá alterações retroativas, ou seja, continuará a valer para todos os consumidores que já produzem sua energia elétrica através da geração distribuída. Esta diretriz é um importante sinal de segurança jurídica e regulatória e também de respeito aos consumidores e empreendedores pioneiros deste modelo no Brasil, afastando o risco de judicialização no segmento.

 

Apesar de a geração distribuída estar, finalmente, crescendo no País, o fato é que permanecemos muito atrasados em relação ao mundo. No Brasil a geração distribuída trouxe liberdade a menos de 75 mil consumidores de um universo de mais de 84 milhões de consumidores cativos atendidos pelas distribuidoras. Ou seja, não representa nem uma gota sequer em um oceano de brasileiros cada vez mais pressionados por altas tarifas.

 

Tudo indica, todavia, que o Brasil acaba de entrar em um novo período de prosperidade, com um novo ciclo de crescimento econômico. A segurança energética é ponto crucial para sustentar tal avanço. Neste sentido, a geração distribuída torna-se ainda mais estratégica, pois os investimentos ocorrem de forma descentralizada e espontânea por parte dos próprios consumidores, desafogando a necessidade de vultosos aportes do poder público e acelerando o desenvolvimento econômico, social e ambiental do País.

 

*Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração daAssociação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar)

*Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar, mestre em EnergiasRenováveis pela Loughborough University (Reino Unido) e doutor em Engenharia e Tecnologia de Materiais pela PUC-RS, com colaboração internacional na área de energia solar fotovoltaica realizada no Fraunhofer Institut für Solare Energiesysteme (Alemanha)

Artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo em 01 de fevereiro de 2019.

Link:https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/geracao-distribuida-liberdade-e-empoderamento-a-sociedade/