Orçamento
24 Jan 2019

Os últimos anúncios internacionais, de países como Noruega, Alemanha e França, assim como as expectativas pelo posicionamento da China exigem dos brasileiros pelo menos uma reflexão. De pequenos países a grandes potências, que são sedes de desenvolvimento das maiores marcas de automóveis do mundo, parece certa a data para o fim da comercialização e – o mais importante e difícil de acreditar – da circulação de automóveis a combustão nestes países.

 

Discute-se no Brasil a política industrial do setor automotivo para os próximos 12 anos, ficando restrita ao GT3 a vertical do que se fará ou não em relação aos veículos elétricos e híbridos no País.

 

No Brasil, tais veículos ainda possuem números modestos, embora tenham recentemente alcançado aumento de oferta e consumo com a isenção dos impostos de importação (de 35% para 0% no caso dos elétricos puros) e a redução dos mesmos tributos para 4% ou 7% no caso dos híbridos, a depender da eficiência energética.

 

Ainda assim, os veículos elétricos e híbridos no País são dependentes do câmbio e não somam 6 mil unidades computadas até setembro deste ano. Em sua maioria, são híbridos não plug-ins, veículos que não usam e não dependem da infraestrutura de recarga para circularem.

Para os elétricos puros e híbridos plug-ins, que demandam eletropostos, não há regulamentação para a comercialização de energia, restrita aos concessionários da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). No caso de uma iniciativa privada, a energia elétrica poderia ser gratuita, o que seria suportável pelo baixo custo, somado ao reduzido consumo. No entanto, novas regras serão exigidas para os modelos de negócios emergentes com as tendências de aumento no número de veículos e, consequentemente, no consumo de KW.

 

Enquanto isso, os superesportivos e os carros de luxo seguem a tendência de se tornarem híbridos sem consulta ao consumidor. O apelo tecnológico, o perfil sustentável das baixas emissões e, sobretudo, a resposta esportiva da tração elétrica tanto na aceleração (grande torque) quanto na frenagem (regeneração), alinhados às políticas públicas e industriais dos países de origem, estimulam no Brasil o consumo e o contato com a nova geração de produtos.

Algumas soluções poderiam levar em consideração o híbrido etanol, não como solução definitiva, mas de transição para os híbridos. Da mesma forma, a pesquisa do etanol como fonte de hidrogênio para os veículos FCV, servindo de justificativa para a adaptação dos produtos com matrizes no País, com algum P&D diferencial e apoio de fomentos e outros players importantes do agronegócio.

Quem tiver interesse de discutir este assunto está convidado para ir ao 6º Simpósio SAE BRASIL de Veículos Elétricos e Híbridos, que reunirá lideranças de montadoras, sistemistas, centros de pesquisa, distribuidores de energia, provedores de eletropostos e órgãos do poder público no Clube Transatlântico, em São Paulo, dia 18 de outubro.

 

Autor Ricado Takahira

* Ricardo Takahira é consultor proprietário da RTC2 Research & Technology Consulting, chairperson do 6º Simpósio SAE BRASIL de Veículos Elétricos e Híbridos e vice-coordenador da Comissão Técnica de Veículos Elétricos e Híbridos da SAE BRASIL

 

Texto extraído do portal Canal Tech  https://bit.ly/2TbX6si

09 Jan 2019

Que o uso de energias renováveis só faz bem, é inegável. O que não poderíamos imaginar anos atrás é que elas seriam também uma revolução para o mercado de trabalho global. Só em 2017, 10,3 milhões de pessoas trabalharam com energia solar, seja de forma direta ou indireta. Se reativarmos essa ação, considerando um aumento de 5% em relação ao ano anterior, a tendência é que esse número suba gradativamente, segundo levantamento da Agência Internacional de Energia Renovável.

 

Hidrelétricas, energia solar fotovoltaica, energia solar por aquecimento, bioenergia e energia eólica acomodam profissionais que trabalharam nos setores de planejamento, produção e de instalação dos equipamentos. Os cargos em questão são ocupados por profissionais com as mais diversas formações. Há ainda profissionais que atuam em rede hoteleira ou condomínios, focados na eficiência dos sistemas.

 

 

Mercado Brasileiro

 

O Brasil está entre os países que mais emprega no setor de renováveis, junto com Estados Unidos, Índia, Alemanha e Japão – a China, sozinha, concentra 43% das oportunidades de trabalho. Analisando a distribuição de vagas em 2017, a maior parte está focada na energia solar fotovoltaica, com 3,37 milhões de oportunidades de emprego no mundo.

27 Dec 2018

Se existe hoje no Brasil uma forma de investimento mais lucrativa do que qualquer outra, essa com certeza é a aquisição de um sistema de energia solar fotovoltaico para a geração própria de energia elétrica.

 

Nos último 10 anos, os equipamentos apresentaram uma queda de 80% em seus custos, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o que reflete na redução do prazo médio para retorno sobre o seu investimento, o qual fica entre 4 e 5 anos para um sistema residencial hoje no país.

 

Com uma vida útil de mais de 25 anos e potencial para atender até 100% do consumo elétrico de qualquer tipo de estabelecimento, esses sistemas possibilitam uma redução de até 95% na conta de luz, graças ao sistema de créditos energéticos criado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) em 2012.

 

Desde então, esse segmento de geração distribuída cresceu de forma exponencial no Brasil ao longo dos últimos anos, atingindo hoje um público de mais de 46 mil consumidores que se dividem entre residenciais, comerciais, agronegócios, indústrias, poder público, entre outros.

 

E 2018 não foi diferente, com o número de sistemas instalados quase que dobrando em relação aos de 2017, foram 13.568 no ano passado e 24.890 até o momento este ano. Na potência instalada desses geradores o crescimento foi de mais de 140%, com as instalações de 2018 somando mais de 291 Megawatts.

 

Muito desse crescimento recente do segmento de geração distribuída veio graças as novas modalidades de geração criadas pela regulamentação de 2015, assim como as linhas de financiamento oferecidas por bancos públicos e privados que ampliaram o público da tecnologia, o qual deverá chegar a 886.700 brasileiros até 2024, segundo a projeção da ANEEL.

 

Fonte: Erika Michalick – Portal Celulose ( https://bit.ly/2A1toyM )

04 Dec 2018

A NeoSolar Energia, pioneira na oferta de soluções completas de energia solar fotovoltaica, tem inscrições abertas para cursos em janeiro, o mês das férias. O objetivo é dar oportunidade, principalmente, aos interessados que moram em outras cidades ou que não conseguem estudar em outro período do ano.

 

Serão oferecidos quatro cursos da grade: os tradicionais de instalador de sistemas conectados à rede (grid-tie), instalador de sistemas com baterias (off-grid)e sistemas conectados à rede compacto.

 

A empresa fomenta a capacitação em energia solar fotovoltaica desde 2012, conta com uma sede exclusiva para ministração dos cursos – o Centro de Treinamento NeoSolar – e já formou mais de 2000 alunos, entre engenheiros e técnicos.

 

Para mais informações: www.neosolar.com.br/cursos

20 Nov 2018

Os custos com luz fizeram muitas empresas e moradores do Alto Tietê trabalharem com captação da luz solar, mas de um jeito ainda pouco conhecido, chamado de microgeração. Neste sistema, o morador devolve para a rede o excedente não usado e ganha descontos na conta de luz por isso. Em 2014 eram apenas dois clientes na região neste modelo, hoje já são 39.

Uma empresa que trabalha com plantas ornamentais utiliza a maior parte da energia elétrica para bombear a água que irriga as plantas durante todo o dia. Para economizar, os donos tiveram a ideia de trocar o tipo de energia consumida. Eles investigam quase R$ 34 mil no sistema de energia solar.

A conta de luz da unidade ficava em torno de R$ 500 por mês. Com a mudança, agora não passa de R$ 40. “A representação financeira é muito pequena, a nossa preocupação é com a questão ecológica”, conta o empresário Evandro Fianpersa.

A energia que não é consumida pela empresa vai para a rede da distribuidora e é convertida em crédito na conta de luz. “Nós não podemos lançar mão deste dinheiro. Nós temos cinco anos para consumi-lo. Se tivermos débitos, teremos de pagar” explica o empresário Lucas Gianpersa.

Fonte: G1

( https://glo.bo/2DW5982 )

06 Nov 2018

No próximo dia 11 de novembro acontecerá o 1º Encontro Brasileiro de Veículos Elétricos. Esse encontro será marcado por uma carreata de carros elétricos que partirá da Spaces Berrine e seguirá em direção ao Salão do Automóvel, onde ocorrerão vários eventos relacionados à mobilidade elétrica.

 

Promovido pela Abravei (Associação Brasileira de Proprietários de Veículos) e pelo Salão do Automóvel, o encontro visa promover várias iniciativas em torno da utilização dos veículos elétricos, dentre as quais:

 

Conferência Latino-Americana – Abravei 10/11

Temas: COMO TER UM CARRO ELÉTRICO NO BRASIL, POR MAIS DE 3 ANOS

SUSTENTABILIDADE E MOBILIDADE ELÉTRICA NA AMÉRICA LATINA
Palestra: Experiências e Estudos para a promoção da mobilidade sustentável na América Latina

FEDERAÇÃO LATINO-AMERICANA DE VEÍCULOS ELÉTRICOS E MOBILIDADE SUSTENTÁVEL
Palestra: Criação da Federação Latino-americana de Veículos Elétricos e Mobilidade Sustentável

 

Conferência Nacional –  Abravei 17/11

Temas:

SAÚDE – O IMPACTO DA POLUIÇÃO NA POPULAÇÃO
Palestra: – Poluição do Ar e Impactos à Saúde

EVOLUÇÃO DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL EM RELAÇÃO ÀS EMISSÕES VEICULARES

MOBILIDADE ELÉTRICA
Palestra: Tendências da Mobilidade Elétrica

MOBILIDADE ELÉTRICA
Palestra: Mobilidade urbana motorizada: Impactos e soluções

SUSTENTABILIDADE
Palestra: A Eletricidade e o seu poder libertário

A experiência de usar um Veículo Elétrico no Brasil

 

Embora os eventos sejam fechados para convidados todos podem participar.

Para mais informações: http://www.salaodoautomovel.com.br/Experiencias/New-Mobility/Abravei/

29 Oct 2018

Já pensou em como a energia solar pode fazer a diferença em vários momentos do seu dia a dia? Pensando nisso, a NeoSolar está em mais uma edição da Casa Cor Campo Grande.

 

Demonstrar as multiplicidades da eletricidade gerada, através de energia solar fotovoltaica, é a motivação da NeoSolar durante a Casa Cor Campo Grande 2018. Reforçamos nosso pioneirismo e inovação por meio do uso da energia solar com duas soluções: carregar celular e bicicletas elétricas.

 

A partir de equipamentos disponibilizados no evento, os visitantes puderam carregar seus aparelhos sem gerar nenhum impacto ao meio ambiente.

 

O mesmo aconteceu em relação à bicicleta elétrica: já que cada vez está mais comum a utilização de veículos (patinetes, bicicletas, automóveis) elétricos (link para VE), no Brasil e no mundo, por que não carregar um equipamento como este utilizando a energia solar?

 

Com essas soluções, os visitantes conseguiram perceber que o uso da energia solar não se limita a sistemas grid tie (link para sistemas GT) em imóveis, por exemplo. Soluções Off Grid (link para OG), que não tem conexão à rede elétrica, podem ser utilizadas para diferentes fins, mas sempre preservando o meio ambiente e ajudando você a economizar.

08 Oct 2018

Quer produzir sua própria energia solar e reduzir a conta de luz? Em 2018 vários banco passaram a ter financiamento específico para isso.

 

Hoje, no Brasil, temos mais de 33 mil sistemas fotovoltaicos conectados a rede e mais 76% são residenciais.  Os valores dos equipamentos podem variar de acordo com o tamanho do sistema. No entanto, hoje existem algumas formas de financiamento.

 

Banco da Amazônia

O Banco da Amazônia oferece financiamento em residências da região Norte, por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO)  No momento, o banco já oferece essa alternativa para empresas e também para o setor rural.

 

Banco do Brasil 

Banco do Brasil Começou a oferecer em julho deste ano um consórcio para a compra e instalação de placas solares em residências. Não cobra juros, mas há uma taxa de administração, que soma 15% no período do consórcio.

 

Banco do Nordeste

As taxas de juros e as condições de carência são idênticas às oferecidas pelo Banco da Amazônia: os juros variam de 1,14% ao ano + IPCA até 3,27% ao ano + IPCA. A carência para o início do pagamento é de seis meses.

 

Bradesco

O banco Bradesco trabalha com financiamento para sistemas de energia solar residenciais há um ano, tanto para pessoa física quanto jurídica, mas apenas para correntistas. Os juros ficam entre 1,8% e 1,86% ao mês, conforme o prazo, que pode ser de até 60 meses.

 

Santander 

Desde agosto  o banco Santander financia equipamentos de energia solar, com juros a partir de 0,99% ao mês. Serão oferecidos R$ 400 milhões em crédito.

 

Fonte: https://bit.ly/2NUjBTh

26 Sep 2018

Estaremos entre os dias 01 e 05 de outubro  na IV Semana das Engenharias da Universidade Federal do ABC em evento organizado e dedicado aos graduandos do curso de engenharia.

 

 

Participaremos do evento com a presença de nosso fundador, Raphael Pintão, que palestrará sobre energia solar e carros elétricos. Tendo como tema:  Veículos Elétricos e Energia Solar: O futuro chegou!

 

 

Onde : 

IV Semana das Engenharias da Universidade Federal do ABC

Dias: 01 a 05 de outubro

Horário: das 14 às 22h

 

 

06 Sep 2018

No último final de semana de agosto a NeoSolar esteve presente na Universidade Federal do ABC, em São Bernardo do Campo, SP, onde foi realizado o III Congresso Estudantil do IEEE PES, organizado pelo IEEE PES Professional Chapter da Seção Sul do Brasil e apoiado pelo IEEE UFABC Student Branch.

 

O Congresso  que ocorre a cada dois anos em sedes transitórias pelo mundo e tem como missão o intercâmbio de conhecimento dos estudantes e outros profissionais com foco na difusão tecnológica, potencializando o aprendizado de habilidades extras nas específicas áreas de atuação.

 

Durante o evento ocorreram palestras técnicas e motivacionais, workshops, visitas técnicas, atividades culturais e de integração entre os estudantes, com o intuito de ampliar a importância da participação dos membros.

 

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