O que é mobilidade elétrica?

Cada dia mais comuns, vemos por aí veículos super tecnológicos: híbridos, movidos a hidrogênio e principalmente elétricos. Esses parecem ser, o futuro da mobilidade e tem trazido muitos adeptos com o tempo e com sua crescente popularidade.

 

Quem é morador de São Paulo, já deve ter visto os inúmeros patinetes e bicicletas motorizadas passeando pelas ruas da cidade. A moda que iniciou-se no começo de 2019, teve muitas reviravoltas, mas parece que têm caído no gosto dos moradores desta e de outros cidades ao redor do Brasil e do mundo. Além desses veículos, estamos nos acostumando com a existência de carros elétricos, que prometem muito mais do que só serem menos poluentes, mas sim, serem práticos, velozes e principalmente tecnológicos.

 

A previsão é que esses sejam os veículos do futuro e que substituem completamente os movidos a combustão. Além das já citadas qualidades acima, o fato de serem ainda mais seguros que seus “antepassados” tem agradado muito o público em geral, e falta pouco para que eles sejam maioria nas ruas de todo o mundo.

O Funcionamento de um carro elétrico

É comum ouvirmos falar sobre as novas tecnologias de veículos tanto híbridos como eletricos, mas já paramos para pensar como esse carro funciona?

 

Basicamente, um carro elétrico precisa de quatro componentes que funcionem entre si: a bateria, o inversor, o motor de indução e o sistema de recuperação de energia. O primeiro, armazena a energia que o carro precisa para fazer o carro funcionar, ela é recarregável e uma das partes mais importantes para um funcionamento perfeito. Já o inversor faz a conversão da energia elétrica contínua para a alternada e a leva para o motor de indução, este por sua vez, em conjunto com a eletricidade, faz com que o veículo se mova. Por último, o sistema de recuperação de energia existe como uma forma econômica de aproveitar energia. Quando um veículo comum é freado, a energia dissipada é em forma de calor, já em um carro elétrico, ela retorna para a bateria em forma eletricidade, funcionando como uma espécie de recarga.

 

 

Essa alternativa sustentável, além de ter um fácil funcionamento, tem um caminho promissor a seguir no dia a dia das pessoas, além de não utilizar recursos naturais não renováveis, e não expelir gases danosos ao meio ambiente, a presença de eletricidade nesses veículos diminui o atrito em comparação com carros comuns, tendo assim, uma condução mais leve e silenciosa.

Salão dos veículos elétricos em SP muda de nome e confirma data para 2020

Com uma nova estrutura e abordagem de temas relacionados a mobilidade e uso de veículos movidos a eletricidade, o já conhecido Veículo Elétrico Latino-Americano, em sua 16ª edição, passa a se chamar E-MOB – Salão de Mobilidade Elétrica Cidades Inteligentes. Em comunicado divulgado nesta semana, a organização do evento justifica as mudanças em função das transformações que a tecnologia e a sustentabilidade trouxeram à mobilidade.

 

Todavia, a nova estrutura do evento mantém o já conhecido C-MOVE – Congresso da Mobilidade e Veículos Elétricos. Serão dois dias de conteúdo, com mais de 300 congressistas em 20 horas de debates e macrotemas já confirmados como: geração e distribuição de energia; veículos levíssimos, leves e pesados; baterias e componentes; regulamentação; cidades inteligentes; conectividade, entre outros.

 

E-MOB – Salão de Mobilidade Elétrica & Cidades Inteligentes
https://www.salaoemob.com.br/

 

 

Levantamento da ABSOLAR indica que tecnologia é uma das saídas para a recuperação da economia pós pandemia da covid-19

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) acaba de divulgar que o Brasil ultrapassou 5 gigawatts (GW) de potência operacional em energia solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos.

 

O levantamento mostra ainda que a tecnologia é uma das estratégias na recuperação da economia após passar a pandemia do coronavírus, pois tem um grande potencial de geração de empregos, renda e atração de novos investimentos ao País.

 

Além dessa quantidade de potência instalada, a energia solar já gerou cerca de 130 mil empregos acumulados, com aproximadamente 15 mil empresas atuando no mercado e uma quantidade de mais de R$ 26,8 bilhões em novos investimentos privados no País.

 

Home Center ganha estação de recarga para veículos elétricos

A cidade de Vitória acaba de ganhar uma estação de recarga para veículos elétricos. O carregador, instalado pela NeoCharge, empresa pioneira em infraestrutura para veículos elétricos, fica no estacionamento da Leroy Merlin, que será inaugurada este mês, e poderá ser utilizado sem custo pelos clientes do home center.

 

A estação de recarga é uma iniciativa da Leroy Merlin  que visa influenciar construções e empreendimentos voltados para o desenvolvimento responsável do planeta.

 

A solução da NeoCharge para carregamento de veículos híbridos e elétricos em breve chegará também às prateleiras da Leroy Merlin e poderá ser adquirida por todos.

Estudo mostra que carros elétricos vão criar 115 mil empregos só nos EUA

Um estudo do Boston Consulting Group (BCG) em parceria com o Michigan Mobility Institute mostrou que na próxima década o setor de carros elétricos e serviços de mobilidade autônoma, só no EUA,  criarão até 115 mil novos empregos. Segundo a análise da consultoria The US Mobility Industry’s Great Talent Hunt, destes 115 mil, 45 mil serão ocupados por profissionais que realizarão funções ligadas à engenharia de mobilidade e computação. Já os  70 mil restantes trabalharam em testes e manutenção de veículos elétricos. 

 

O estudo mostrou ainda que será difícil encontrar profissionais qualificados, já que a demanda por esses profissionais será seis vezes maior e considerando que, atualmente, menos de 1% dos formados em engenharia o ciência da computação, optam por atuar na área automotiva.

 

Desses engenheiros, 8 mil serão apenas para desenvolver e construir veículos elétricos. Outros 5 mil vão fabricar veículos autônomos e mais 2 mil vão participar do desenvolvimento de infraestrutura das estradas. 

 

As montadoras também vão precisar de profissionais qualificados para testar os novos carros, cerca de 50 mil motoristas. 10 mil vagas vão surgir para reparadores de veículos elétricos que entendam de alta voltagem e baterias e outras 10 mil serão oferecidas para profissionais treinados em calibrar sensores e consertar peças robóticas. 

 

Estima-se que em 2030, os carros elétricos irão representar metade de toda a venda de veículos novos nos Estados Unidos. 

Sobre os sistemas autônomos de energias solar fotovoltaica

Hoje vamos falar sobre os sistemas isolados ou autônomos para geração de energia solar fotovoltaica, que, apesar de não serem necessários nas regiões urbanas, são super importantes  para que não têm acesso a rede elétrica, que ainda são muitos aqui no Brasil. 

 

Esse sistema é caracterizado por não se conectar a rede elétrica, ele abastece diretamente os aparelhos que utilizarão a energia. Esta solução é o modo mais econômico e prático de se obter energia elétrica nestes lugares remotos. Nos períodos sem sol, o abastecimento é garantido pela energia armazenada nas baterias. Podem ser usados, por exemplo, em sistemas de bombeamento de água, eletrificação de cercas, geladeiras para armazenar vacinas, postes de luz, estações replicadoras de sinal, etc. 

 

Os sistemas isolados de geração de energia solar fotovoltaica, de maneira simplificada, são compostos de quatro componentes:

 

Painéis solares:

São o coração do sistema e geram a energia elétrica que abastece as baterias. Tem a função de transformar a radiação solar em corrente elétrica contínua. Um sistema pode ter apenas um painel ou vários painéis interligados entre si

 

Controladores de carga:

É como se fossem a válvula do coração e garantem o abastecimento correto das baterias, evitando sobrecargas e descargas profundas, o que auxilia no aumento de vida útil do sistema.

 

Inversores:

São o cérebro do sistema e tem a função de transformar corrente contínua (CC) em corrente alternada (AC) e levar a tensão, por exemplo, de 12V para 127V. Em alguns casos, pode ser ligado a outro tipo de gerador ou à própria rede elétrica para abastecer as baterias.

 

Baterias:

São o pulmão do sistema e armazenam a energia elétrica para ser utilizada nos momentos em que não há sol e não há outras fontes de energia.

Nós lançaremos na InterSolar 2019, que acontece este mês, uma solução  completa desenvolvida para atender residências em regiões remotas e sem acesso à energia. Fiquem de olho! 

Fábrica solar da Tesla exporta maioria de suas células, diz documento

A exportação ressalta a profundidade dos problemas da Tesla nos negócios de energia solar dos Estados Unidos, que a fabricante de carros elétricos entrou em 2016 com sua controversa compra da SolarCity por 2,6 bilhões de dólares.

 

A Tesla só esporadicamente compra células solares produzidas por sua parceira na fábrica, a Panasonic, de acordo com um funcionário da fábrica solar de Buffalo falando sob condição de anonimato. O restante vai em grande parte para compradores estrangeiros, de acordo com uma carta da Panasonic a autoridades alfandegárias dos EUA, analisada pela Reuters.

 

Quando as duas empresas anunciaram a parceria em 2016, as empresas disseram que colaborariam na produção de células e módulos e a Tesla assumiria um compromisso de longo prazo para comprar as células da Panasonic. As células são componentes que convertem a luz do sol em eletricidade; elas são combinadas para fazer painéis solares.

 

A Tesla planejava usá-los em seu telhado solar, um sistema destinado a parecer com telhas normais. Elon Musk, presidente-executivo da Tesla, classificou o produto como o alicerce da estratégia por trás da aquisição – vender um estilo de vida com baixa emissão de carbono a consumidores ecologicamente conscientes que poderiam usar a energia do Solar Roof para carregar seu veículo elétrico Tesla.

Fonte: https://bit.ly/2EaBYND

 

NEOSOLAR E MOURA FIRMAM PARCERIA E INICIAM EXPANSÃO DE ESTAÇÃOE DE RECARGA DE VEÍCULOS ELÉTRICOS NO NORDESTE

Os veículos elétricos já são uma realidade próxima para os brasileiros. Um indicador disso é o crescimento da instalação de postos de recarga em locais comerciais e rodovias do país, implementados por iniciativas privadas. Nós da Neosolar queremos contrubuir, cada vez mais, para esse crescimento, por isso, fechamos uma parceria na instalação de projetos relacionados à recarga de veículos elétricos com o Grupo Moura, líder em vendas de baterias na América do Sul.

 

A partir de agora nós, que já instalamos mais de 100 novos pontos de recarga para veículos elétricos pelo país, contaremos também com a Rede de Serviços Moura (RSM) , que tem presença expressiva em todo o Brasil, como parceira para instalação de nossos projetos comercializados.

 

Juntos já instalamos a primeira estação de recarga de veículos elétricos de Pernambuco, que fica na Reserva do Paiva, no município de Cabo de Santo Agostinho. Para os próximos meses, instalaremos novas unidades em Pernambuco e também no Ceará.

 

Através da parceria, esperamos agilizar a oferta de pontos de abastecimento pelo país: “Para a Neosolar, poder contar com a Moura é excelente, uma vez que estamos expandindo nossa rede de instaladores através de uma empresa séria e reconhecida em todo o país pela excelência técnica”, avalia nosso diretor, Raphael Pintão.

 

Outros indicadores de crescimento do setor de veículos elétricos, fora os projetos e grandes parcerias que vêm do setor privado, são os incentivos como o Programa Rota 30 do governo, que pretende fomentar a produção nacional e diminuir os custos de veículos movidos a eletricidade e também a aprovação da resolução normativa 819/2018 da ANEEL, que passa a administração de redes de carregamento para a iniciativa privada,  o que possibilita o livre mercado e a concorrência, barateando o custo.

Energia solar cada vez mais competitiva

Embora pudesse ter avançado mais, não fosse o cancelamento de leilões em 2016, a energia solar fotovoltaica tem crescido no Brasil, tornando-se hoje um dos setores mais atraentes para investimentos. Como informa a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), esse tipo de energia atingiu há pouco a marca de 2.056 megawatts (MW) de potência instalada operacional, o equivalente a 1,2% da matriz elétrica do País, superando a energia nuclear (1.990 MW), suprida pelas usinas de Angra I e Angra II.

 

O País possui atualmente 73 usinas solares fotovoltaicas de grande porte, que carrearam investimentos de mais de R$ 10 bilhões, hoje em operação em nove Estados das Regiões Nordeste, Sudeste e Norte do País. Os investimentos podem crescer muito mais com o manifesto interesse de empresas nacionais e internacionais em participar dos seis leilões de energia nova a serem realizados entre 2019 e 2021, segundo foi divulgado pelo Ministério de Minas e Energia.

 

 

Independentemente desses certames, pequenas empresas e particulares se movimentam para investir nesta área com vistas a poupar gastos com energia. Uma startup japonesa, em parceria com uma empresa nacional, por exemplo, anunciou, no final do mês passado, a construção de uma pequena unidade solar, com capacidade de 1,1 MW, em Brasília. Iniciativas como esta já são bastante comuns também no agronegócio.

 

Na realidade, avanços tecnológicos têm favorecido a competitividade de usinas solares fotovoltaicas de grande porte, permitindo fortes reduções de preços, e não só em relação a combustíveis fósseis. As usinas solares, afirma a Absolar, estão em condições de ofertar energia elétrica a preços médios inferiores aos praticados por outras fontes renováveis, como biomassa e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs).

 

 

As maiores queixas dos empreendedores estão ligadas às altas tarifas alfandegárias para importação de matéria-prima necessária para produção de módulos fotovoltaicos, o que onera demasiado os custos de construção de usinas. Segundo empresários, isso acaba prejudicando a indústria nacional, já habilitada a fabricar todos os equipamentos utilizados.

 

 

Espera-se que, com a abertura comercial, que consta do programa econômico do atual governo, distorções como esta sejam eliminadas.

Por : Caderno de Opinião da jornal O Estado de São Paulo

https://opiniao.estadao.com.br/noticias/editorial-economico,energia-solar-cada-vez-mais-competitiva,70002761457