Aniversário NeoSolar: Os diferenciais do nosso e-commerce e nossos objetivos para os próximos anos

Ainda no clima de aniversário e nostalgia pelos nossos quase 10 anos no mercado, hoje vamos falar sobre os diferenciais do nosso e- commerce, que foi por onde começamos como contamos no post anterior e falar um pouco sobre nossos objetivos para os próximos anos.

 

Nossa loja, atualmente, tem como como diferencial a capacitação técnica do time comercial, que permite a sugestão de diferentes e mais eficientes opções na hora da compra. Essa também foi a motivação para investirms em uma grade de cursos e em um centro de treinamento próprio – que hoje é um dos nossos segmentos.

 

Nossos objetivos para os próximos anos, estão baseados em investimentos de conteúdos relacionados ao mercado de energia solar, novas soluções e ferramentas, além de uma experiência que facilite o processo de compra e o de busca por informações do setor. Nossa estratégia se baseia em evoluir sempre em nosso mercado atual e em novas oportunidades, contando com um time qualificado para atender e surpreender nossos clientes, além, é claro, de utilizar todas as métricas disponíveis, especialmente no ambiente digital, para suportar nossas tomadas de decisões.

 

 

Para quem ainda não sabe, nós comercializamos também produtos de infraestrutura para veículos elétricos e somos parceiros e distribuidor oficial de carregadores de veículos elétricos da Schneider Electric, no Brasil. Além da distribuição de equipamentos via e-commerce e telefone, prestamos consultoria, instalação de sistemas fotovoltaicos e atuamos na capacitação profissional tanto na área de energia solar fotovoltaica como na de veículos elétricos.

 

 

E pensar que tudo começou lá atrás, com nosso e-commerce, em um ramo praticamente inexistente na época …

 

NEOSOLAR E MOURA FIRMAM PARCERIA E INICIAM EXPANSÃO DE ESTAÇÃOE DE RECARGA DE VEÍCULOS ELÉTRICOS NO NORDESTE

Os veículos elétricos já são uma realidade próxima para os brasileiros. Um indicador disso é o crescimento da instalação de postos de recarga em locais comerciais e rodovias do país, implementados por iniciativas privadas. Nós da Neosolar queremos contrubuir, cada vez mais, para esse crescimento, por isso, fechamos uma parceria na instalação de projetos relacionados à recarga de veículos elétricos com o Grupo Moura, líder em vendas de baterias na América do Sul.

 

A partir de agora nós, que já instalamos mais de 100 novos pontos de recarga para veículos elétricos pelo país, contaremos também com a Rede de Serviços Moura (RSM) , que tem presença expressiva em todo o Brasil, como parceira para instalação de nossos projetos comercializados.

 

Juntos já instalamos a primeira estação de recarga de veículos elétricos de Pernambuco, que fica na Reserva do Paiva, no município de Cabo de Santo Agostinho. Para os próximos meses, instalaremos novas unidades em Pernambuco e também no Ceará.

 

Através da parceria, esperamos agilizar a oferta de pontos de abastecimento pelo país: “Para a Neosolar, poder contar com a Moura é excelente, uma vez que estamos expandindo nossa rede de instaladores através de uma empresa séria e reconhecida em todo o país pela excelência técnica”, avalia nosso diretor, Raphael Pintão.

 

Outros indicadores de crescimento do setor de veículos elétricos, fora os projetos e grandes parcerias que vêm do setor privado, são os incentivos como o Programa Rota 30 do governo, que pretende fomentar a produção nacional e diminuir os custos de veículos movidos a eletricidade e também a aprovação da resolução normativa 819/2018 da ANEEL, que passa a administração de redes de carregamento para a iniciativa privada,  o que possibilita o livre mercado e a concorrência, barateando o custo.

Energia solar cada vez mais competitiva

Embora pudesse ter avançado mais, não fosse o cancelamento de leilões em 2016, a energia solar fotovoltaica tem crescido no Brasil, tornando-se hoje um dos setores mais atraentes para investimentos. Como informa a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), esse tipo de energia atingiu há pouco a marca de 2.056 megawatts (MW) de potência instalada operacional, o equivalente a 1,2% da matriz elétrica do País, superando a energia nuclear (1.990 MW), suprida pelas usinas de Angra I e Angra II.

 

O País possui atualmente 73 usinas solares fotovoltaicas de grande porte, que carrearam investimentos de mais de R$ 10 bilhões, hoje em operação em nove Estados das Regiões Nordeste, Sudeste e Norte do País. Os investimentos podem crescer muito mais com o manifesto interesse de empresas nacionais e internacionais em participar dos seis leilões de energia nova a serem realizados entre 2019 e 2021, segundo foi divulgado pelo Ministério de Minas e Energia.

 

 

Independentemente desses certames, pequenas empresas e particulares se movimentam para investir nesta área com vistas a poupar gastos com energia. Uma startup japonesa, em parceria com uma empresa nacional, por exemplo, anunciou, no final do mês passado, a construção de uma pequena unidade solar, com capacidade de 1,1 MW, em Brasília. Iniciativas como esta já são bastante comuns também no agronegócio.

 

Na realidade, avanços tecnológicos têm favorecido a competitividade de usinas solares fotovoltaicas de grande porte, permitindo fortes reduções de preços, e não só em relação a combustíveis fósseis. As usinas solares, afirma a Absolar, estão em condições de ofertar energia elétrica a preços médios inferiores aos praticados por outras fontes renováveis, como biomassa e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs).

 

 

As maiores queixas dos empreendedores estão ligadas às altas tarifas alfandegárias para importação de matéria-prima necessária para produção de módulos fotovoltaicos, o que onera demasiado os custos de construção de usinas. Segundo empresários, isso acaba prejudicando a indústria nacional, já habilitada a fabricar todos os equipamentos utilizados.

 

 

Espera-se que, com a abertura comercial, que consta do programa econômico do atual governo, distorções como esta sejam eliminadas.

Por : Caderno de Opinião da jornal O Estado de São Paulo

https://opiniao.estadao.com.br/noticias/editorial-economico,energia-solar-cada-vez-mais-competitiva,70002761457

 

Aposta em energia sustentável gera economia e rende prêmios

Aproveite antes que acabe! Esse bem que poderia ser o slogan para estimular os que ainda têm dúvida em relação às vantagens de se adotar a sustentabilidade como um ganho consistente para os negócios. Tudo bem que não são todos os casos em que as vantagens são instantâneas, mas no campo da energia e, principalmente, a solar, não há razões para não se buscar essa fonte como opção por energia de baixo impacto ambiental (limpa e renovável), fácil instalação e, quase sempre, apresentando uma importante redução nos custos financeiros. Pois além desses fatores já suficientes para uma decisão de mercado, que tal ainda ser possível obter ganhos em reconhecimento, imagem e até prêmios?

 

Recentemente conheci dois projetos ligados à energia solar que tiveram resultados bastante gratificantes para os empresários que decidiram adota-la.

 

Título de Cidadão

 

Há cerca de 10 anos, o empresário Francisco Edival Gonçalves Freires decidiu abrir o Hotel Tropical para aproveitar a vocação de turismo de negócios em sua cidade, Nova Andradina, no Mato Grosso do Sul (cerca de 300 quilômetros da capital Campo Grande). Logo Edival percebeu que o calor local seria um fator de grande consumo de energia dos seus cerca de 500 hóspedes mensais no uso de ar condicionado em seus 26 quartos, isso sem contar outros consumos cotidianos como os de frigobar, chuveiro elétrico, aparelhos eletrônicos e iluminação.

 

 

Uma conta de energia de quase três mil reais todos os meses foi um fator fundamental para que o empresário pensasse na solução solar para o hotel. O sol que não falta nessa região do Centro-Oeste é um argumento pra lá de inquestionável: “Quando comecei o negócio já tinha pensado nesse caminho, mas era muito caro”, explica Edival. O constante barateamento da energia solar o convenceu da viabilidade do investimento.

 

Um projeto da empresa NeoSolar para a instalação de 97 placas solares acompanhadas de uma convidativa linha de crédito do FCO (Fundo de Financiamento do Centro-Oeste) do Banco do Brasil tornaram realidade a geração de 3.700 kWh consumidos mensalmente pelo hotel. O melhor: não houve necessidade de desembolso de capital, pois com o valor economizado foi possível pagar a prestação. “Tem gente que pensa que é um negócio complicado, mas com uma instalação de boa qualidade, bem feita, os resultados são imediatos”, conclui o proprietário do hotel.

 

Bem, só isso já seria suficiente para a satisfação do empresário, mas graças ao fato de ter sido o primeiro a usar energia solar na hotelaria da cidade, Edival passou a ser referência, inclusive para as escolas e os estudantes da região que de tempos em tempos realizam visitas monitoradas ao hotel. E não foi só isso, o empreendedorismo ainda lhe rendeu uma homenagem na Câmara Municipal de Nova Andradina.

 

Premiação e reconhecimento

 

Outro exemplo interessante é o de Luiz Claudio Dutra, proprietário da Bavep Barretos, concessionária da General Motors há 46 anos na cidade do interior paulista. Diante de uma conta de energia variando entre cinco e sete mil reais mensais e um consumo próximo de 9 mil Kwh, a opção pelo projeto solar não foi difícil. “Fizemos a instalação em setembro de 2017 e nossa conta já caiu para cerca de 200 reais por mês”, conta Luiz.

 

260 placas interligadas garantem o abastecimento da concessionária que comercializa em média 100 veículos novos e 60 usados todos os meses. O financiamento, segundo o empresário, não teve vantagens adicionais por contemplar instalação de energia limpa e renovável. Mesmo assim, será pago em 48 meses ou quatro anos.

 

Para a revendedora de veículos um bom negócio que, além da questão puramente financeira, ainda colheu frutos sendo contemplada com Prêmio Sustentabilidade 2018 concedido pela montadora General Motors pelo projeto Sistema de micro geração distribuída de Energia Fotovoltaica.

 

Que sirvam de exemplo para que novas iniciativas sustentáveis do setor privado sejam capazes de tirar outras empresas da falsa sensação de conforto, pois os custos, entre outros, da energia, água e matérias primas só tendem a crescer. Isso para não falarmos da necessidade urgente de combate às mudanças climáticas e ao aquecimento global. Desenvolvimento sustentável é o único caminho possível para que possamos continuar a habitar este planeta.

 

Por Reinaldo Canto para Revista Carta Capital

Mercado de trabalho aquecido para quem atua com energias renováveis

Que o uso de energias renováveis só faz bem, é inegável. O que não poderíamos imaginar anos atrás é que elas seriam também uma revolução para o mercado de trabalho global. Só em 2017, 10,3 milhões de pessoas trabalharam com energia solar, seja de forma direta ou indireta. Se reativarmos essa ação, considerando um aumento de 5% em relação ao ano anterior, a tendência é que esse número suba gradativamente, segundo levantamento da Agência Internacional de Energia Renovável.

 

Hidrelétricas, energia solar fotovoltaica, energia solar por aquecimento, bioenergia e energia eólica acomodam profissionais que trabalharam nos setores de planejamento, produção e de instalação dos equipamentos. Os cargos em questão são ocupados por profissionais com as mais diversas formações. Há ainda profissionais que atuam em rede hoteleira ou condomínios, focados na eficiência dos sistemas.

 

 

Mercado Brasileiro

 

O Brasil está entre os países que mais emprega no setor de renováveis, junto com Estados Unidos, Índia, Alemanha e Japão – a China, sozinha, concentra 43% das oportunidades de trabalho. Analisando a distribuição de vagas em 2017, a maior parte está focada na energia solar fotovoltaica, com 3,37 milhões de oportunidades de emprego no mundo.

Crescimento de energia solar fotovoltaica atinge 140% em 2018

Se existe hoje no Brasil uma forma de investimento mais lucrativa do que qualquer outra, essa com certeza é a aquisição de um sistema de energia solar fotovoltaico para a geração própria de energia elétrica.

 

Nos último 10 anos, os equipamentos apresentaram uma queda de 80% em seus custos, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o que reflete na redução do prazo médio para retorno sobre o seu investimento, o qual fica entre 4 e 5 anos para um sistema residencial hoje no país.

 

Com uma vida útil de mais de 25 anos e potencial para atender até 100% do consumo elétrico de qualquer tipo de estabelecimento, esses sistemas possibilitam uma redução de até 95% na conta de luz, graças ao sistema de créditos energéticos criado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) em 2012.

 

Desde então, esse segmento de geração distribuída cresceu de forma exponencial no Brasil ao longo dos últimos anos, atingindo hoje um público de mais de 46 mil consumidores que se dividem entre residenciais, comerciais, agronegócios, indústrias, poder público, entre outros.

 

E 2018 não foi diferente, com o número de sistemas instalados quase que dobrando em relação aos de 2017, foram 13.568 no ano passado e 24.890 até o momento este ano. Na potência instalada desses geradores o crescimento foi de mais de 140%, com as instalações de 2018 somando mais de 291 Megawatts.

 

Muito desse crescimento recente do segmento de geração distribuída veio graças as novas modalidades de geração criadas pela regulamentação de 2015, assim como as linhas de financiamento oferecidas por bancos públicos e privados que ampliaram o público da tecnologia, o qual deverá chegar a 886.700 brasileiros até 2024, segundo a projeção da ANEEL.

 

Fonte: Erika Michalick – Portal Celulose ( https://bit.ly/2A1toyM )

Custo diminuído de energia solar faz aumentar quantidade de projetos

Os custos com luz fizeram muitas empresas e moradores do Alto Tietê trabalharem com captação da luz solar, mas de um jeito ainda pouco conhecido, chamado de microgeração. Neste sistema, o morador devolve para a rede o excedente não usado e ganha descontos na conta de luz por isso. Em 2014 eram apenas dois clientes na região neste modelo, hoje já são 39.

Uma empresa que trabalha com plantas ornamentais utiliza a maior parte da energia elétrica para bombear a água que irriga as plantas durante todo o dia. Para economizar, os donos tiveram a ideia de trocar o tipo de energia consumida. Eles investigam quase R$ 34 mil no sistema de energia solar.

A conta de luz da unidade ficava em torno de R$ 500 por mês. Com a mudança, agora não passa de R$ 40. “A representação financeira é muito pequena, a nossa preocupação é com a questão ecológica”, conta o empresário Evandro Fianpersa.

A energia que não é consumida pela empresa vai para a rede da distribuidora e é convertida em crédito na conta de luz. “Nós não podemos lançar mão deste dinheiro. Nós temos cinco anos para consumi-lo. Se tivermos débitos, teremos de pagar” explica o empresário Lucas Gianpersa.

Fonte: G1

( https://glo.bo/2DW5982 )

Como financiar energia solar

Quer produzir sua própria energia solar e reduzir a conta de luz? Em 2018 vários banco passaram a ter financiamento específico para isso.

 

Hoje, no Brasil, temos mais de 33 mil sistemas fotovoltaicos conectados a rede e mais 76% são residenciais.  Os valores dos equipamentos podem variar de acordo com o tamanho do sistema. No entanto, hoje existem algumas formas de financiamento.

 

Banco da Amazônia

O Banco da Amazônia oferece financiamento em residências da região Norte, por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO)  No momento, o banco já oferece essa alternativa para empresas e também para o setor rural.

 

Banco do Brasil 

Banco do Brasil Começou a oferecer em julho deste ano um consórcio para a compra e instalação de placas solares em residências. Não cobra juros, mas há uma taxa de administração, que soma 15% no período do consórcio.

 

Banco do Nordeste

As taxas de juros e as condições de carência são idênticas às oferecidas pelo Banco da Amazônia: os juros variam de 1,14% ao ano + IPCA até 3,27% ao ano + IPCA. A carência para o início do pagamento é de seis meses.

 

Bradesco

O banco Bradesco trabalha com financiamento para sistemas de energia solar residenciais há um ano, tanto para pessoa física quanto jurídica, mas apenas para correntistas. Os juros ficam entre 1,8% e 1,86% ao mês, conforme o prazo, que pode ser de até 60 meses.

 

Santander 

Desde agosto  o banco Santander financia equipamentos de energia solar, com juros a partir de 0,99% ao mês. Serão oferecidos R$ 400 milhões em crédito.

 

Fonte: https://bit.ly/2NUjBTh

A NeoSolar participou de congresso estudantil

No último final de semana de agosto a NeoSolar esteve presente na Universidade Federal do ABC, em São Bernardo do Campo, SP, onde foi realizado o III Congresso Estudantil do IEEE PES, organizado pelo IEEE PES Professional Chapter da Seção Sul do Brasil e apoiado pelo IEEE UFABC Student Branch.

 

O Congresso  que ocorre a cada dois anos em sedes transitórias pelo mundo e tem como missão o intercâmbio de conhecimento dos estudantes e outros profissionais com foco na difusão tecnológica, potencializando o aprendizado de habilidades extras nas específicas áreas de atuação.

 

Durante o evento ocorreram palestras técnicas e motivacionais, workshops, visitas técnicas, atividades culturais e de integração entre os estudantes, com o intuito de ampliar a importância da participação dos membros.

 

Veículos elétricos, prepare-se para ter um!

Cada vez mais os carros elétricos fazem parte do cotidiano mundo a fora e nos últimos anos tem deixado de ser exclusividade dos asiáticos ou europeus. Os brasileiros vão pouco a pouco se habituando com nessa nova realidade, buscando mais informação sobre os carros e também sobre a infraestrutura que os torna viável.

 

Por esses aspectos que nós, que já somos referencia em energia solar fotovoltaica, também nos tornamos líderes no mercado de infraestrutura para carros elétricos.  Desta forma, fomos convidados a traçar um panorama sobre esse ambiente através de um artigo para a Revista Potência.

 

Aproveite a leitura!