Google não para de investir em energia limpa

Além das diversas novas empresas que tem surgido no crescente setor de energia limpa, várias das maiores empresas do mundo tem canalizado investimentos para este setor.

Podemos citar empresas já destacadas no setor de elétrico como GE (que recentemente anunciou a construção da maior fábrica de painéis solares nos EUA) e Siemens. Empresas inovadoras como a Dupont tem investido em pesquisas no setor assim como quase todas petrolíferas como a Shell ou BP tem braços voltados principalmente para a geração de energia eólica e solar (a Petrobrás até hoje não anunciou grandes investimentos em energia limpa e tem se dedicado mais ao pré-sal).

Centro de desenvolvimento da BrightSource

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Parque eólico offshore de 7GW no Reino Unido

A espanhola Iberdrola, por meio de sua subsidiária ScottishPower Renewables, vai dar início, em parceria com a companhia sueca Vattenfal, a um projeto de parque eólico offshore – instalado em alto mar – no Reino Unido com uma potência instalada de 7.200MW. O parque recebeu autorização do governo para se conectar à rede elétrica terrestre, o que levou as duas empresas a iniciarem o desenvolvimento da engenharia do empreendimento.

O parque East Anglia Array será construído em fases, sendo que a primeira deverá contar com 1.200MW de potência por meio de até 400 aerogeradores instalados a 43 quilômetros da costa de Suffolk, no centro-leste da Inglaterra.
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Para se manter verde, Brasil precisa promover mudanças

Na atual disputa por uma economia de baixo carbono, o Brasil poderia estar no topo do pódio e permanecer nele por muito tempo devido ao seu vasto potencial de energias renováveis.

Mas, segundo especialistas, o país vem desperdiçando oportunidades de explorar fontes de energia limpa – o grande motor para o desenvolvimento em tempos de mudanças climáticas.

“Ninguém tem dúvidas de que as energias renováveis vão dominar no futuro. É um processo muito demorado, mas irreversível”, afirma o economista e engenheiro Edmilson Moutinho dos Santos, professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP.
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Brasil pode ter 93% de energia limpa até 2050

Segundo relatório apresentado pelo Greenpeace na conferência do clima da ONU de Cancun, a COP-16, o Brasil pode ter 93% de sua energia proveniente de fontes renováveis até 2050, sem prejuízo ao crescimento do PIB.  As hidrelétricas responderiam por 45,6% da matriz, a eólica por 20,3%, a biomassa por 16,6% e a solar por 9,26%.

O relatório foi elaborado com ajuda de instituições importantes como Universidade de São Paulo (USP) e a união da Indústria da cana-de-açúcar (ÚNICA) e faz um contraponto ao menos ambicioso cenário do governo que aponta que em 2050 a eólica seria 6% da matriz, a biomassa 8,85% e a solar, menos de 1%.
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Energia Verde Acessível

O ceticismo público sobre o aquecimento global pode estar crescendo, mas o consenso científico é mais sólido do que nunca: a mudança climática operada pelo homem é real, e a ignoramos por nossa conta e risco. Mas, se concordarmos sobre esse assunto (o que deve acontecer), há uma questão igualmente grande e importante que permanece em aberto: o que devemos fazer sobre isso?

Uma receita discutida casualmente em uma frequência cada vez maior certamente soa sensível: o mundo deveria cortar drasticamente a quantidade de gases-estufa que manda para a atmosfera a cada dia. Especificamente, dizem-nos, o objetivo deveria ser uma redução de 50% nas emissões globais de dióxido de carbono até a metade do século.
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Brasil deve ter primeira Termosolar em 2011

Empresa Braxenergy quer instalar na Paraíba primeira usina termosolar do Brasil já em 2011, com preços equivalentes as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Eólicas.

Veja post sobre Energia Solar Concentrada ou Termosolar

Segundo o CEO da Braxenergy, Helcio Camarinha, o objetivo é erguer no município de Coremas, na Paraíba, uma usina termosolar com 50MW de potência para produzir energia a preços que possam competir com outras fontes renováveis.
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Energias Renováveis – panorama

(Texto publicado no jornal da associação comercial de Batatais)

Como nos posicionamos frente ao desafio das mudanças climáticas e revolução energética mundial?

A preocupação com as mudanças climáticas e os efeitos da ação do homem sobre o planeta tem acelerado de forma sem precedentes a busca por fontes renováveis de energia que possam substituir os combustíveis fósseis, principais emissores de CO2 na atmosfera e causadores do aquecimento global.

Ao analisar a matriz energética brasileira, vemos que cerca de 45% da energia é produzida através de fontes renováveis, impulsionada principalmente pelas hidrelétricas e pela produção de cana-de-açúcar. No entanto, os últimos anos e a perspectiva para os próximos mostram uma forte tendência de aumento da participação de fontes “sujas” com a implantação de usinas termelétricas e a exploração do pré-sal.
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Brasil espera leiloar mais 10 hidrelétricas este ano

Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e seu presidente Maurício Tomalsquim, até o final de 2010, devem ser leiloados mais 3.820MW de energia, através da concessão de 10 usinas hidrelétricas.

São usinas de grande e de pequeno porte a serem instaladas nas bacias de Teles Pires (MT) e do São Francisco. Os leilões ainda dependem do aval do TCU e das licenças ambientais.
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