Energia Solar instalada no Brasil atinge potência equivalente à de Itaipu

Projeto Placa Solar Energia Solar Fotovoltaica
Projeto de Energia Solar Fotovoltaica com Placas Solares (Crédito: Neosolar)

Mais uma boa notícia para a Energia Solar no Brasil: cada vez mais presente no dia a dia população, a fonte solar de energia alcançou uma marca histórica no início de 2022, atingindo 14 GW de potência instalada, capacidade equivalente à da Usina de Itaipu, uma das maiores hidrelétricas do mundo. O assunto foi repercutido pela grande mídia.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), 66% dessa capacidade (9,3GW) vem da geração própria ou distribuída, por meio dos painéis solares instalados propriedades particulares, enquanto os outros 34% (4,7GW) estão concentrados nas usinas solares. Esse número equivale a 2,4% da matriz elétrica nacional e coloca a energia solar como a quinta maior fonte do Brasil.

LEIA TAMBÉM:
O Guia Completo sobre Energia Solar
Aprenda mais Sobre os Equipamentos Essenciais para Projetos Fotovoltaicos
Confira mais notícias de Energia Solar no Blog NeoSolar
Visite a loja NeoSolar e veja Preços para o seu Projeto

De 2012 até aqui, a fonte solar de energia já trouxe ao país um investimento de R$ 74,6 bilhões e criou mais de 420 mil empregos. Somente a geração própria foi responsável por R$ 49,5 bilhões em investimentos e 278 mil trabalhos diretos. Na última década, o setor foi responsável por mais de R$ 20,9 bilhões em impostos arrecadados.

A tendência é que esses dados impressionem ainda mais em 2022, já que o custo da energia elétrica segue em alto e, no último mês de janeiro, foi instituído o chamado Marco Legal da Geração Distribuída. Sancionada pela Lei 14.300/22, a medida determina que os consumidores da energia solar vinda da geração distribuída passem a pagar pela Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (Tusd), embora também possam acumular créditos pela geração de energia excedente para reversão em descontos na conta.

Em meio a diversas mudanças previstas, algumas regras de transição chamam a mudança no primeiro ano do Marco Legal de GD. Por exemplo: aqueles consumidores que instalarem, até janeiro de 2023, um sistema fotovoltaico em suas propriedades terão garantidas as regras atuais até 2045 – ou seja, se fizer a instalação de um projeto fotovoltaico até o primeiro mês do próximo ano, o consumidor estará isento da Tusd pelos próximos 22 anos.

Diante dessa oportunidade, existe a expectativa de alta procura pela instalação de sistemas solares no Brasil até o final de 2022, com muitos especialistas considerando o momento atual como o melhor para a instalação de painéis solares em telhados, terrenos, fachadas e em tantos outros lugares que podem ser abastecidos pela fonte de energia solar – uma energia limpa, renovável e eficiente que ganha mais espaço na vida dos brasileiros.

Energia Solar: Potencial do Brasil

A energia solar vem se mostrando uma importante opção de longo prazo para diversificação da matriz energética brasileira. Existem atualmente mais de 4 mil usinas solares em 19 Estados, de acordo com a ANEEL, tornando a capilaridade dessa fonte de energia cada vez maior. Outro diferencial é o preço: as grandes usinas solares podem gerar energia solar a valores até 10 vezes menores do que usinas termelétricas, segundo a ABSOLAR, quando se fala em energia distribuída. 

LEIA TAMBÉM:
Entenda o Preço de uma Placa Solar Fotovoltaica
Saiba qual a Diferença entre um Microinversor Solar e um Inversor String
Entenda tudo sobre Baterias Estacionárias para Energia Solar
Carregadores para Veículos Elétricos: Saiba o que é um Eletroposto

O preço também faz diferença no bolso do consumidor final, o que fez com que aplicação de energia solar em projetos comerciais, industriais e residenciais tenha crescido como uma possibilidade para baratear a conta de energia – em sistemas On Grid (Grid Tie) – ou para levar a luz a locais sem rede – nos sistemas off grid. A energia solar pode ser responsável pela redução de até 90% do valor da conta de energia em sistemas On Grid.

A preocupação com o meio ambiente vem sendo uma tônica essencial tanto para empresas quanto para consumidores. A energia solar é considerada limpa, ou seja, não polui durante a sua produção, entrando para a agenda do momento em que o mundo se volta para esse tipo de preocupação. Dados da ABSOLAR apontam que em torno de 18 milhões de toneladas de CO²  deixaram de ser liberados na atmosfera com a adoção desse tipo de energia.

O potencial da energia solar no Brasil também é um diferencial, uma vez que é o País se destaca por oferecer grandes áreas abertas e clima tropical, com sol praticamente o ano inteiro, tornando a energia solar viável e extremamente rentável.

Irradiação Solar no Brasil - Energia Solar Fotovoltaica - NeoSolar
Mapa mostra o alto potencial do Brasil para gerar energia solar fotovoltaica, com alto índice de irradiação solar em todo o território (Crédito: Atlas Brasileiro de Energia Solar/ NeoSolar)

Transição Energética no Brasil

De acordo com a segunda edição do Atlas Brasileiro de Energia Solar, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), no local menos ensolarado do Brasil é possível gerar cerca de 50% mais eletricidade solar do que na região mais ensolarada da Alemanha, para se ter uma ideia das oportunidades que o setor oferece no País.

Saiba mais aqui sobre a alta capacidade de produção de energia solar do território brasileiro.

O sistema de geração de energia brasileiro, baseado em hidrelétricas, vive um momento difícil com a escassez de chuvas da última década, que levam ao aumento de tarifas. Outra consequência é que, se as hidrelétricas não atendem à demanda, as termelétricas são acionadas, proporcionando a geração de energia mais cara e considerada ruim para o meio ambiente devido às emissões de gases poluentes. Esse cenário abre o caminho para o crescimento cada vez maior da participação de mercado da energia solar em todos os tipos de projetos.

Energia solar “bomba” no Brasil atrai grandes empresas chinesas e startups

A paisagem dominada principalmente por campos verdes e plantações de cana-de-açúcar à beira de uma rodovia em Porto Feliz, a cerca de 150 quilômetros do centro de São Paulo, é interrompida repentinamente em certo ponto por um aglomerado de placas azuis de silício voltadas para o sol.

 

Funciona ali uma pequena usina de energia solar cuja produção é dividida por cerca de 40 clientes, que vão desde residências até estabelecimentos comerciais como padarias e academias –um modelo de negócios conhecido como geração distribuída, que atrai cada vez mais empreendedores de todos os portes no Brasil e já movimenta bilhões de reais por ano.

 

A instalação desses sistemas de energia renovável, em terrenos ou telhados de casas e edifícios, deve atrair investimentos de 16 bilhões de reais neste ano, quase três vezes mais que em 2019, movimentando um mercado fortemente aquecido que envolve desde importações de equipamentos da China e fábricas locais até grandes elétricas e fundos, além de um amplo universo de empresas menores.

 

Somente neste ano, as novas instalações da tecnologia, conhecida pela sigla “GD”, devem agregar cerca de 3,4 gigawatts em capacidade no Brasil, somando ao fim de 2020 cerca de 5,4 GW, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar), o que fará dela a fonte com maior crescimento no país no ano, à frente das tradicionais hidrelétricas e dos parques eólicos.

 

Consumidores, de outro lado, são atraídos não somente pelo retorno oferecido, mas pelo conceito da energia renovável, que tem crescido a taxas muito mais altas no exterior. Com um gasto de 12 mil a 20 mil reais, é possível ter um sistema residencial de geração distribuída que pode durar um quarto de século, enquanto o investimento se paga em aproximadamente quatro anos.

 

O potencial do Brasil, um país de dimensões continentais e clima amplamente favorável à geração solar, atrai assim a atenção de gigantes globais.

 

 

Fonte: https://glo.bo/2vGHjLF

Fábrica solar da Tesla exporta maioria de suas células, diz documento

A exportação ressalta a profundidade dos problemas da Tesla nos negócios de energia solar dos Estados Unidos, que a fabricante de carros elétricos entrou em 2016 com sua controversa compra da SolarCity por 2,6 bilhões de dólares.

 

A Tesla só esporadicamente compra células solares produzidas por sua parceira na fábrica, a Panasonic, de acordo com um funcionário da fábrica solar de Buffalo falando sob condição de anonimato. O restante vai em grande parte para compradores estrangeiros, de acordo com uma carta da Panasonic a autoridades alfandegárias dos EUA, analisada pela Reuters.

 

Quando as duas empresas anunciaram a parceria em 2016, as empresas disseram que colaborariam na produção de células e módulos e a Tesla assumiria um compromisso de longo prazo para comprar as células da Panasonic. As células são componentes que convertem a luz do sol em eletricidade; elas são combinadas para fazer painéis solares.

 

A Tesla planejava usá-los em seu telhado solar, um sistema destinado a parecer com telhas normais. Elon Musk, presidente-executivo da Tesla, classificou o produto como o alicerce da estratégia por trás da aquisição – vender um estilo de vida com baixa emissão de carbono a consumidores ecologicamente conscientes que poderiam usar a energia do Solar Roof para carregar seu veículo elétrico Tesla.

Fonte: https://bit.ly/2EaBYND

 

Geração distribuída: liberdade e empoderamento à sociedade

Em tempos de democratização do conhecimento, virtualização das informações, inteligência artificial e transformações tecnológicas que empoderam e facilitam a vida do cidadão, a avassaladora maioria dos consumidores brasileiros, por mais antagônico que pareça, não tem liberdade para escolher o fornecedor ou a fonte da energia elétrica que utiliza diariamente.

 

Os consumidores recebem a eletricidade de uma única distribuidora, que detém o monopólio de fornecimento da energia elétrica em regiões pré-determinadas. Não por acaso, estes consumidores foram apelidados no setor elétrico de “consumidores cativos”, ou seja, “prisioneiros” do monopólio de sua região, conforme sugere a etimologia da expressão.

 

A partir de 2012, houve, no entanto, uma histórica mudança deste velho paradigma, traduzida em uma visão inovadora da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Trata-se da a Resolução Normativa 482, que deu origem a uma verdadeira revolução em prol da liberdade, da proatividade e do poder de escolha dos cidadãos.

 

Com esta medida, chegou a tão sonhada alforria aos consumidores cativos, que saíram da posição de meros espectadores para tornarem-se protagonistas no setor elétrico brasileiro, usando telhados e fachadas de edifícios, coberturas de estacionamentos e até pequenas áreas de terreno para gerar energia elétrica por meio do sol, água, biomassa e vento. Isso faz desta resolução uma das mais importantes da história da Agência.

 

No entanto, este empoderamento não ocorre sem resistências. Ao tornar os consumidores produtores de sua própria energia renovável, a geração distribuída ameaça as receitas e lucros de distribuidoras que não se adaptarem à nova realidade da sociedade.

 

Não por acaso, o número de reclamações de consumidores sobre as dificuldades para conectar sistemas de geração distribuída tem crescido exponencialmente. Os problemas relatados vão desde a realização de exigências descabidas em termos de projetos e documentos, até mesmo o descumprimento gritante de prazos para que o sistema do consumidor seja conectado à rede.

 

Neste vai-e-volta de exigências tortuosas, o maior prejudicado é sempre o mesmo: o consumidor. Cabe à sociedade denunciar estes abusos e à Aneel fiscalizar e punir os problemas identificados, evitando barreiras ao progresso, à modernização do setor e às inovações que facilitam e beneficiam os cidadãos.

Como reações ao avanço da geração distribuída, dois movimentos ocorrem no setor: de um lado, grandes grupos econômicos, tradicionais e conservadores, têm mobilizado um pesado lobby na tentativa de alterar esta regulação da Aneel. A intenção é fazer com que os consumidores paguem mais pelas redes de distribuição quando produzirem a sua própria energia elétrica. Do outro lado, empresas mais inovadoras e conscientes da inevitável transformação do setor já começaram a estruturar atividades em geração distribuída, ajustando o seu modelo de negócio à nova realidade do mercado para participar deste segmento.

 

Cabe esclarecer que todo consumidor com geração distribuída paga pelo custo de disponibilidade da rede de distribuição, responsável pelo rateio de custos da infraestrutura das distribuidoras, conforme regulamenta a Aneel. Esse pagamento também é feito no caso de projetos de médio porte conectados em média tensão, via pesados custos de demanda sobre as usinas de geração distribuída. Por vezes, os empreendedores de geração distribuída arcam, inclusive, com uma parte dos custos de reforço da rede, doando posteriormente estes reforços para as distribuidoras.

 

De forma intencional, o discurso do lobby deixa de fora da análise os vastos benefícios econômicos, sociais, ambientais e estratégicos proporcionados pela geração distribuída. Um deles, por exemplo, é o ganho direto para as próprias distribuidoras com a redução de perdas na distribuição de energia elétrica.

 

Desse modo, se o objetivo é que os consumidores paguem mais pelas redes, nada mais justo do que serem também remunerados pelos serviços e benefícios que proporcionam ao País.

 

Cientes da necessidade de buscar equilíbrio entre os agentes do setor elétrico e em benefício da sociedade, as equipes técnicas da Aneel corretamente incorporaram os ganhos da geração distribuída em sua avaliação para aprimorar a regulamentação da modalidade. A Aneel destacou em sua Análise de Impacto Regulatório (AIR) n.º 004/2018 seis importantes benefícios dentre os inúmeros trazidos pela geração distribuída, deixando espaço para a inclusão de outros aspectos imprescindíveis nos cálculos a serem efetuados ao longo dos debates sobre a norma.

 

Na reunião de diretoria da Aneel que deu início à abertura dos trabalhos de 2019, o Diretor-Geral da agência regulatória, André Pepitone, foi preciso e enfático ao esclarecer que a regra vigente para a compensação de energia elétrica não sofrerá alterações retroativas, ou seja, continuará a valer para todos os consumidores que já produzem sua energia elétrica através da geração distribuída. Esta diretriz é um importante sinal de segurança jurídica e regulatória e também de respeito aos consumidores e empreendedores pioneiros deste modelo no Brasil, afastando o risco de judicialização no segmento.

 

Apesar de a geração distribuída estar, finalmente, crescendo no País, o fato é que permanecemos muito atrasados em relação ao mundo. No Brasil a geração distribuída trouxe liberdade a menos de 75 mil consumidores de um universo de mais de 84 milhões de consumidores cativos atendidos pelas distribuidoras. Ou seja, não representa nem uma gota sequer em um oceano de brasileiros cada vez mais pressionados por altas tarifas.

 

Tudo indica, todavia, que o Brasil acaba de entrar em um novo período de prosperidade, com um novo ciclo de crescimento econômico. A segurança energética é ponto crucial para sustentar tal avanço. Neste sentido, a geração distribuída torna-se ainda mais estratégica, pois os investimentos ocorrem de forma descentralizada e espontânea por parte dos próprios consumidores, desafogando a necessidade de vultosos aportes do poder público e acelerando o desenvolvimento econômico, social e ambiental do País.

 

*Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração daAssociação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar)

*Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar, mestre em EnergiasRenováveis pela Loughborough University (Reino Unido) e doutor em Engenharia e Tecnologia de Materiais pela PUC-RS, com colaboração internacional na área de energia solar fotovoltaica realizada no Fraunhofer Institut für Solare Energiesysteme (Alemanha)

Artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo em 01 de fevereiro de 2019.

Link:https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/geracao-distribuida-liberdade-e-empoderamento-a-sociedade/

 

Mercado de trabalho aquecido para quem atua com energias renováveis

Que o uso de energias renováveis só faz bem, é inegável. O que não poderíamos imaginar anos atrás é que elas seriam também uma revolução para o mercado de trabalho global. Só em 2017, 10,3 milhões de pessoas trabalharam com energia solar, seja de forma direta ou indireta. Se reativarmos essa ação, considerando um aumento de 5% em relação ao ano anterior, a tendência é que esse número suba gradativamente, segundo levantamento da Agência Internacional de Energia Renovável.

 

Hidrelétricas, energia solar fotovoltaica, energia solar por aquecimento, bioenergia e energia eólica acomodam profissionais que trabalharam nos setores de planejamento, produção e de instalação dos equipamentos. Os cargos em questão são ocupados por profissionais com as mais diversas formações. Há ainda profissionais que atuam em rede hoteleira ou condomínios, focados na eficiência dos sistemas.

 

 

Mercado Brasileiro

 

O Brasil está entre os países que mais emprega no setor de renováveis, junto com Estados Unidos, Índia, Alemanha e Japão – a China, sozinha, concentra 43% das oportunidades de trabalho. Analisando a distribuição de vagas em 2017, a maior parte está focada na energia solar fotovoltaica, com 3,37 milhões de oportunidades de emprego no mundo.

Cursos NeoSolar tem turmas abertas para Janeiro/2019

A NeoSolar Energia, pioneira na oferta de soluções completas de energia solar fotovoltaica, tem inscrições abertas para cursos em janeiro, o mês das férias. O objetivo é dar oportunidade, principalmente, aos interessados que moram em outras cidades ou que não conseguem estudar em outro período do ano.

 

Serão oferecidos quatro cursos da grade: os tradicionais de instalador de sistemas conectados à rede (grid-tie), instalador de sistemas com baterias (off-grid)e sistemas conectados à rede compacto.

 

A empresa fomenta a capacitação em energia solar fotovoltaica desde 2012, conta com uma sede exclusiva para ministração dos cursos – o Centro de Treinamento NeoSolar – e já formou mais de 2000 alunos, entre engenheiros e técnicos.

 

Para mais informações: www.neosolar.com.br/cursos

Parceria Social

Desde o último mês de junho, nos tornamos parceiros da organização Litro de Luz. A parceria visa possibilitar a instalação de mais de 300 postes, de maneira mais acessível financeiramente, já que abrimos mão de qualquer lucro ao fornecer os controladores para as iniciativas da Litro de Luz. Nossa parceria será nacional e pretende alcançar, em breve, todas as células do projeto.

 

A Litro de Luz, ONG que desenvolve ações ecológicas e economicamente sustentáveis em 21 países, foi fundada em 2011 e se inspirou na façanha de um brasileiro que usou garrafas pet com uma solução de água e alvejante para criar iluminação interna. Hoje, dentre as soluções está o poste, utilizado para contribuir com a iluminação pública, dispondo de energia solar fotovoltaica.

 

Entenda como funciona

 

As placas fotovoltaicas captam e armazenam a energia em uma bateria, durante o dia. Quando anoitece, essa bateria acende a lâmpada de LED dentro da garrafa pet. Já os controladores têm como papel fundamental o de preservar a bateria. Além disso, ele promove a proteção dos circuitos, inibindo curtos e descargas profundas. De maneira geral, as soluções da Litro de Luz ganham em tempo de vida útil com nossos controladores.

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA : A HORA É AGORA

No momento em que o Brasil tem um dos maiores valores de tarifa energética do mundo, encontrar alternativas para consumo é fundamental. Só assim, será possível manter a comodidade e eficiência nas tarefas diárias. Existem hoje inúmeras possibilidades para que isso ocorra, mas todas elas passam por uma mudança de mentalidade.

 

Já temos disponível considerável tecnologia capaz de baratear o consumo energético. No entanto, para que todos os níveis da sociedade possam aproveitar, se faz necessário uma mudança de mentalidade do poder público, das iniciativas privadas e do consumidor. Todos têm de investir tempo em prol de disseminar uma nova cultura para o consumo, apoiar de maneira efetiva essas tecnologias, de forma que elas tenham cada vez mais alcance, e apoiar integralmente o consumidor que queira utilizar energia limpa e eficiente.

 

Embora nos últimos anos tenhamos evoluído muito, ainda estamos distantes do que é ideal ou minimamente produtivo, para que o consumo de energia advinda das hidrelétricas não nos deixe refém de bandeiras tarifárias.

 

Para esse momento, é importante saber que existe ao menos uma alternativa que está na mão do consumidor: energia solar fotovoltaica. Essa pode ser utilizada em residências, empresas, monitoramento de rodovias, casas isoladas, postes de iluminação, nas telecomunicações, bombeamento de água, eletrificação rural, entre outros.

 

O que não falta é informação acerca do tema energia solar fotovoltaica, esse mercado está superaquecido e pronto para atender, capacitar, fornecer e informar.

SEJA UM PARCEIRO NEOSOLAR

Você sabia que oferecemos programas de parceria para quem deseja trabalhar em conjunto conosco? São quatro Modalidade e vamos te explicar cada uma delas neste post.

Indicação de Negócios:

Esta modalidade é indicada para todos profissionais interessados em fazer negócio em conjunto com a NeoSolar por meio de indicações, de forma esporádica ou frequente e que não desejam estruturar ou formalizar uma empresa, um contrato de representação ou de uma unidade de negócio NeoSolar. Funciona da seguinte forma, por exemplo: É ideal para engenheiros, arquitetos ou empresas, que queiram agregar um sistema de energia solar a um projeto, sem ter que se preocupar com detalhes específicos desta tecnologia.

Representação Comercial:

Os representantes comerciais atuam como vendedores, prospectando, abrindo mercados e fechando negócios. O representante atua em nome da NeoSolar e deve ter conhecimento sobre o mercado. A cooperação entre a atividade comercial do representante e o suporte da NeoSolar são o diferencial desta modalidade.

Franquias ou Unidade Operacional:

O franqueado atua como uma unidade operacional da NeoSolar, sendo o responsável pelas etapas de vendas, visitas técnicas, serviço de instalação e todas as atividades realizadas diretamente com os clientes.

O franqueado tem canais especiais de contato na NeoSolar, faz planejamento em conjunto com a matriz, ações de marketing e treinamentos constantes. Além disso, tem suporte diferenciado, de forma a garantir uma experiência de consumo especial ao cliente final.

Integradores e Revendas

As empresas instaladoras ou integradoras, normalmente estão interessadas em comprar equipamentos e, muitas vezes, obter um suporte técnico para seus projetos. Atendem seus clientes ofertando uma solução ampla de equipamentos e serviços.

O integrador não tem um vínculo direto com a NeoSolar, sendo ele próprio o responsável pelo dimensionamento, projeto e instalação. A NeoSolar oferece sua linha completa de equipamentos, tanto de sistemas de geração distribuída, como de baterias, carregadores de carros elétricos e  etc. Além de condições especiais e suporte necessário para o sucesso dos projetos.

Caso tenha interesse em algum desses formatos de parceria, acesse nosso site e preencha o formulário. https://www.neosolar.com.br/contatos/parcerias

 

Fundamentos da Energia Solar

A cada dia o mercado de energias renováveis se amplia, permitindo que o Brasil vá assumindo níveis elevados de posição. É claro que ainda estamos caminhando, se levarmos em conta grandes potências mundiais, como Alemanha, Estados Unidos e China, mas há que se considerar o crescimento acelerado dos últimos cinco anos. Pensando nisso, criamos um guia de aprofundamento em energia solar fotovoltaica.

 

Nosso propósito é ampliar as diversas nuances do tema, fazer uma introdução sobre energia solar no mundo e no Brasil, principalmente e, a partir daí, falar sobre todas as possibilidades de utilização de energia solar.

 

O guia está dividido em 10 módulos, separados com a intenção de direcionar a leitura por um mundo de descobertas em torno da energia solar. Os tipos de aplicações fotovoltaicas ganharam um módulo exclusivo no guia. Para os leitores mais técnicos, o guia também é relevante, pois conta com módulos sobre dimensionamento de sistemas, análise de viabilidade econômica, regulamentação e normas, e tudo sobre manutenção e operação dos sistemas.

 

Nosso guia traz ainda dois especiais: o primeiro sobre baterias e outro sobre segurança no trabalho, para aqueles que já trabalham ou pretendem trabalhar com energia solar fotovoltaica.

 

Ficou interessado? Acompanhe os próximos posts do blog, vamos falar mais sobre o guia “Fundamentos da Energia Solar” por aqui, e também baixe através do link: https://www.neosolar.com.br/apostila-energia-solar-fotovoltaica