25 Dec 2021

O mercado de energia solar vem conquistando espaço no Brasil. Atualmente, se compararmos “os telhados solares com a energia gerada por meio hidrelétrico, é como se em nosso país já tivéssemos 57% da potência instalada de uma usina de Itaipu que também abastece o Paraguai. Entretanto, existe ainda a vantagem do desenvolvimento sustentável.

 

No âmbito global,  COP 26, Conferência do Clima realizada em Glasgow, na Escócia, a fonte solar consolidou-se como uma das soluções para diversificar a matriz energética e reduzir a emissão de gases do efeito estufa das principais economias do planeta nas próximas décadas. Segundo a Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), o Brasil, que hoje ocupa a 14ª posição neste mercado, tende a subir para o sexto lugar nos próximos dois anos a partir dos investimentos previstos. 

 

Dados da Absolar mostram que apenas 0,9% dos 88 milhões de consumidores de energia elétrica no país fazem uso do sol para produzir energia, mas aos poucos esta realidade está sendo modificada. Até outubro deste ano o país contava com 800 mil unidades consumidoras de energia de fonte solar, o que significa 450 mil instalações em relação a todo 2020.

 

Tal crescimento é resultado de fatores como a tecnologia ter se tornado mais acessível, o preço elevado da conta de luz cobrado pelas concessionárias impactado pela crise hídrica que o país enfrenta e o aumento do consumo de energia provocado pelo trabalho remoto na pandemia.

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