O que é mobilidade elétrica?

Cada dia mais comuns, vemos por aí veículos super tecnológicos: híbridos, movidos a hidrogênio e principalmente elétricos. Esses parecem ser, o futuro da mobilidade e tem trazido muitos adeptos com o tempo e com sua crescente popularidade.

 

Quem é morador de São Paulo, já deve ter visto os inúmeros patinetes e bicicletas motorizadas passeando pelas ruas da cidade. A moda que iniciou-se no começo de 2019, teve muitas reviravoltas, mas parece que têm caído no gosto dos moradores desta e de outros cidades ao redor do Brasil e do mundo. Além desses veículos, estamos nos acostumando com a existência de carros elétricos, que prometem muito mais do que só serem menos poluentes, mas sim, serem práticos, velozes e principalmente tecnológicos.

 

A previsão é que esses sejam os veículos do futuro e que substituem completamente os movidos a combustão. Além das já citadas qualidades acima, o fato de serem ainda mais seguros que seus “antepassados” tem agradado muito o público em geral, e falta pouco para que eles sejam maioria nas ruas de todo o mundo.

Salão dos veículos elétricos em SP muda de nome e confirma data para 2020

Com uma nova estrutura e abordagem de temas relacionados a mobilidade e uso de veículos movidos a eletricidade, o já conhecido Veículo Elétrico Latino-Americano, em sua 16ª edição, passa a se chamar E-MOB – Salão de Mobilidade Elétrica Cidades Inteligentes. Em comunicado divulgado nesta semana, a organização do evento justifica as mudanças em função das transformações que a tecnologia e a sustentabilidade trouxeram à mobilidade.

 

Todavia, a nova estrutura do evento mantém o já conhecido C-MOVE – Congresso da Mobilidade e Veículos Elétricos. Serão dois dias de conteúdo, com mais de 300 congressistas em 20 horas de debates e macrotemas já confirmados como: geração e distribuição de energia; veículos levíssimos, leves e pesados; baterias e componentes; regulamentação; cidades inteligentes; conectividade, entre outros.

 

E-MOB – Salão de Mobilidade Elétrica & Cidades Inteligentes
https://www.salaoemob.com.br/

 

 

Estudo mostra que carros elétricos vão criar 115 mil empregos só nos EUA

Um estudo do Boston Consulting Group (BCG) em parceria com o Michigan Mobility Institute mostrou que na próxima década o setor de carros elétricos e serviços de mobilidade autônoma, só no EUA,  criarão até 115 mil novos empregos. Segundo a análise da consultoria The US Mobility Industry’s Great Talent Hunt, destes 115 mil, 45 mil serão ocupados por profissionais que realizarão funções ligadas à engenharia de mobilidade e computação. Já os  70 mil restantes trabalharam em testes e manutenção de veículos elétricos. 

 

O estudo mostrou ainda que será difícil encontrar profissionais qualificados, já que a demanda por esses profissionais será seis vezes maior e considerando que, atualmente, menos de 1% dos formados em engenharia o ciência da computação, optam por atuar na área automotiva.

 

Desses engenheiros, 8 mil serão apenas para desenvolver e construir veículos elétricos. Outros 5 mil vão fabricar veículos autônomos e mais 2 mil vão participar do desenvolvimento de infraestrutura das estradas. 

 

As montadoras também vão precisar de profissionais qualificados para testar os novos carros, cerca de 50 mil motoristas. 10 mil vagas vão surgir para reparadores de veículos elétricos que entendam de alta voltagem e baterias e outras 10 mil serão oferecidas para profissionais treinados em calibrar sensores e consertar peças robóticas. 

 

Estima-se que em 2030, os carros elétricos irão representar metade de toda a venda de veículos novos nos Estados Unidos. 

Geração distribuída: liberdade e empoderamento à sociedade

Em tempos de democratização do conhecimento, virtualização das informações, inteligência artificial e transformações tecnológicas que empoderam e facilitam a vida do cidadão, a avassaladora maioria dos consumidores brasileiros, por mais antagônico que pareça, não tem liberdade para escolher o fornecedor ou a fonte da energia elétrica que utiliza diariamente.

 

Os consumidores recebem a eletricidade de uma única distribuidora, que detém o monopólio de fornecimento da energia elétrica em regiões pré-determinadas. Não por acaso, estes consumidores foram apelidados no setor elétrico de “consumidores cativos”, ou seja, “prisioneiros” do monopólio de sua região, conforme sugere a etimologia da expressão.

 

A partir de 2012, houve, no entanto, uma histórica mudança deste velho paradigma, traduzida em uma visão inovadora da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Trata-se da a Resolução Normativa 482, que deu origem a uma verdadeira revolução em prol da liberdade, da proatividade e do poder de escolha dos cidadãos.

 

Com esta medida, chegou a tão sonhada alforria aos consumidores cativos, que saíram da posição de meros espectadores para tornarem-se protagonistas no setor elétrico brasileiro, usando telhados e fachadas de edifícios, coberturas de estacionamentos e até pequenas áreas de terreno para gerar energia elétrica por meio do sol, água, biomassa e vento. Isso faz desta resolução uma das mais importantes da história da Agência.

 

No entanto, este empoderamento não ocorre sem resistências. Ao tornar os consumidores produtores de sua própria energia renovável, a geração distribuída ameaça as receitas e lucros de distribuidoras que não se adaptarem à nova realidade da sociedade.

 

Não por acaso, o número de reclamações de consumidores sobre as dificuldades para conectar sistemas de geração distribuída tem crescido exponencialmente. Os problemas relatados vão desde a realização de exigências descabidas em termos de projetos e documentos, até mesmo o descumprimento gritante de prazos para que o sistema do consumidor seja conectado à rede.

 

Neste vai-e-volta de exigências tortuosas, o maior prejudicado é sempre o mesmo: o consumidor. Cabe à sociedade denunciar estes abusos e à Aneel fiscalizar e punir os problemas identificados, evitando barreiras ao progresso, à modernização do setor e às inovações que facilitam e beneficiam os cidadãos.

Como reações ao avanço da geração distribuída, dois movimentos ocorrem no setor: de um lado, grandes grupos econômicos, tradicionais e conservadores, têm mobilizado um pesado lobby na tentativa de alterar esta regulação da Aneel. A intenção é fazer com que os consumidores paguem mais pelas redes de distribuição quando produzirem a sua própria energia elétrica. Do outro lado, empresas mais inovadoras e conscientes da inevitável transformação do setor já começaram a estruturar atividades em geração distribuída, ajustando o seu modelo de negócio à nova realidade do mercado para participar deste segmento.

 

Cabe esclarecer que todo consumidor com geração distribuída paga pelo custo de disponibilidade da rede de distribuição, responsável pelo rateio de custos da infraestrutura das distribuidoras, conforme regulamenta a Aneel. Esse pagamento também é feito no caso de projetos de médio porte conectados em média tensão, via pesados custos de demanda sobre as usinas de geração distribuída. Por vezes, os empreendedores de geração distribuída arcam, inclusive, com uma parte dos custos de reforço da rede, doando posteriormente estes reforços para as distribuidoras.

 

De forma intencional, o discurso do lobby deixa de fora da análise os vastos benefícios econômicos, sociais, ambientais e estratégicos proporcionados pela geração distribuída. Um deles, por exemplo, é o ganho direto para as próprias distribuidoras com a redução de perdas na distribuição de energia elétrica.

 

Desse modo, se o objetivo é que os consumidores paguem mais pelas redes, nada mais justo do que serem também remunerados pelos serviços e benefícios que proporcionam ao País.

 

Cientes da necessidade de buscar equilíbrio entre os agentes do setor elétrico e em benefício da sociedade, as equipes técnicas da Aneel corretamente incorporaram os ganhos da geração distribuída em sua avaliação para aprimorar a regulamentação da modalidade. A Aneel destacou em sua Análise de Impacto Regulatório (AIR) n.º 004/2018 seis importantes benefícios dentre os inúmeros trazidos pela geração distribuída, deixando espaço para a inclusão de outros aspectos imprescindíveis nos cálculos a serem efetuados ao longo dos debates sobre a norma.

 

Na reunião de diretoria da Aneel que deu início à abertura dos trabalhos de 2019, o Diretor-Geral da agência regulatória, André Pepitone, foi preciso e enfático ao esclarecer que a regra vigente para a compensação de energia elétrica não sofrerá alterações retroativas, ou seja, continuará a valer para todos os consumidores que já produzem sua energia elétrica através da geração distribuída. Esta diretriz é um importante sinal de segurança jurídica e regulatória e também de respeito aos consumidores e empreendedores pioneiros deste modelo no Brasil, afastando o risco de judicialização no segmento.

 

Apesar de a geração distribuída estar, finalmente, crescendo no País, o fato é que permanecemos muito atrasados em relação ao mundo. No Brasil a geração distribuída trouxe liberdade a menos de 75 mil consumidores de um universo de mais de 84 milhões de consumidores cativos atendidos pelas distribuidoras. Ou seja, não representa nem uma gota sequer em um oceano de brasileiros cada vez mais pressionados por altas tarifas.

 

Tudo indica, todavia, que o Brasil acaba de entrar em um novo período de prosperidade, com um novo ciclo de crescimento econômico. A segurança energética é ponto crucial para sustentar tal avanço. Neste sentido, a geração distribuída torna-se ainda mais estratégica, pois os investimentos ocorrem de forma descentralizada e espontânea por parte dos próprios consumidores, desafogando a necessidade de vultosos aportes do poder público e acelerando o desenvolvimento econômico, social e ambiental do País.

 

*Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração daAssociação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar)

*Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar, mestre em EnergiasRenováveis pela Loughborough University (Reino Unido) e doutor em Engenharia e Tecnologia de Materiais pela PUC-RS, com colaboração internacional na área de energia solar fotovoltaica realizada no Fraunhofer Institut für Solare Energiesysteme (Alemanha)

Artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo em 01 de fevereiro de 2019.

Link:https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/geracao-distribuida-liberdade-e-empoderamento-a-sociedade/

 

Agora é a vez da mobilidade elétrica

Os últimos anúncios internacionais, de países como Noruega, Alemanha e França, assim como as expectativas pelo posicionamento da China exigem dos brasileiros pelo menos uma reflexão. De pequenos países a grandes potências, que são sedes de desenvolvimento das maiores marcas de automóveis do mundo, parece certa a data para o fim da comercialização e – o mais importante e difícil de acreditar – da circulação de automóveis a combustão nestes países.

 

Discute-se no Brasil a política industrial do setor automotivo para os próximos 12 anos, ficando restrita ao GT3 a vertical do que se fará ou não em relação aos veículos elétricos e híbridos no País.

 

No Brasil, tais veículos ainda possuem números modestos, embora tenham recentemente alcançado aumento de oferta e consumo com a isenção dos impostos de importação (de 35% para 0% no caso dos elétricos puros) e a redução dos mesmos tributos para 4% ou 7% no caso dos híbridos, a depender da eficiência energética.

 

Ainda assim, os veículos elétricos e híbridos no País são dependentes do câmbio e não somam 6 mil unidades computadas até setembro deste ano. Em sua maioria, são híbridos não plug-ins, veículos que não usam e não dependem da infraestrutura de recarga para circularem.

Para os elétricos puros e híbridos plug-ins, que demandam eletropostos, não há regulamentação para a comercialização de energia, restrita aos concessionários da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). No caso de uma iniciativa privada, a energia elétrica poderia ser gratuita, o que seria suportável pelo baixo custo, somado ao reduzido consumo. No entanto, novas regras serão exigidas para os modelos de negócios emergentes com as tendências de aumento no número de veículos e, consequentemente, no consumo de KW.

 

Enquanto isso, os superesportivos e os carros de luxo seguem a tendência de se tornarem híbridos sem consulta ao consumidor. O apelo tecnológico, o perfil sustentável das baixas emissões e, sobretudo, a resposta esportiva da tração elétrica tanto na aceleração (grande torque) quanto na frenagem (regeneração), alinhados às políticas públicas e industriais dos países de origem, estimulam no Brasil o consumo e o contato com a nova geração de produtos.

Algumas soluções poderiam levar em consideração o híbrido etanol, não como solução definitiva, mas de transição para os híbridos. Da mesma forma, a pesquisa do etanol como fonte de hidrogênio para os veículos FCV, servindo de justificativa para a adaptação dos produtos com matrizes no País, com algum P&D diferencial e apoio de fomentos e outros players importantes do agronegócio.

Quem tiver interesse de discutir este assunto está convidado para ir ao 6º Simpósio SAE BRASIL de Veículos Elétricos e Híbridos, que reunirá lideranças de montadoras, sistemistas, centros de pesquisa, distribuidores de energia, provedores de eletropostos e órgãos do poder público no Clube Transatlântico, em São Paulo, dia 18 de outubro.

 

Autor Ricado Takahira

* Ricardo Takahira é consultor proprietário da RTC2 Research & Technology Consulting, chairperson do 6º Simpósio SAE BRASIL de Veículos Elétricos e Híbridos e vice-coordenador da Comissão Técnica de Veículos Elétricos e Híbridos da SAE BRASIL

 

Texto extraído do portal Canal Tech  https://bit.ly/2TbX6si

Veículos elétricos, prepare-se para ter um!

Cada vez mais os carros elétricos fazem parte do cotidiano mundo a fora e nos últimos anos tem deixado de ser exclusividade dos asiáticos ou europeus. Os brasileiros vão pouco a pouco se habituando com nessa nova realidade, buscando mais informação sobre os carros e também sobre a infraestrutura que os torna viável.

 

Por esses aspectos que nós, que já somos referencia em energia solar fotovoltaica, também nos tornamos líderes no mercado de infraestrutura para carros elétricos.  Desta forma, fomos convidados a traçar um panorama sobre esse ambiente através de um artigo para a Revista Potência.

 

Aproveite a leitura!

Quatro benefícios dos carros elétricos

Caso você ainda não tenha se decidido sobre ter ou não um carro elétrico, listamos quatro motivos para que pense seriamente nesse assunto a partir de hoje:

 

Carros elétricos não emitem gases poluentes

 

A emissão ininterrupta de gases poluentes é a consequência mais terrível do uso massivo de modelos convencionais. Carros elétricos estão aí principalmente para minimizar o massacre contra o meio ambiente, que vem sendo perpetrado pela humanidade. A tempos atrás, a ineficiência das baterias tornaria a ideia de uma indústria automobilística 100% elétrica a utopia de um lunático. Hoje, temos desenvolvedores como Elon Musk e sua Tesla quebrando paradigmas a cada dia e invertendo esse conceito, ou seja, coisa de louco para nós hoje (ou de magnata do petróleo) é defender os combustíveis fósseis e os carros poluentes.

 

Economia de combustível

 

Comprar um carro elétrico significa gastar muito menos com o combustível. Zerar o gasto em combustíveis fósseis, caso esse veículo não seja híbrido, já que esses usam combustível em escala muito reduzida.

 

Veículos elétricos são mais duráveis

 

Algo extremamente interessante nos carros elétricos e que pode embasbacar os desinformados é que ele utiliza pouquíssimas peças. Quer dizer, com exceção da bateria e sua alimentação, não há muito o que acrescentar ao carro. Direção, pedais e lataria já fazem o serviço: o que explica, por exemplo, a tranquilidade da indústria em produzir carros elétricos de tamanhos menores.

Ao contrário dos carros de combustão, os elétricos dificilmente apresentam defeitos. Afinal, têm poucas peças para quebrar e poucos “órgãos” no capô: sabe bomba d’água, bomba de combustível, radiador, etc? Modelos elétricos não têm nada disso. Em verdade, são tão superiores neste quesito que muitos os compram justamente pela facilidade de manutenção.

 

São mais silenciosos

 

Carros elétricos são, de fato, muito mais silenciosos do que os carros convencionais. Evidente que eles têm buzina e também produzem ruído no atrito do pneu com o solo, mas os chatíssimos roncos e vibrações de motor simplesmente não existem.

Fonte: Portal Carros Elétricos

A íntegra do texto: https://carroeletrico.com.br/blog/razoes-comprar-carro-eletrico/

A CHEGADA DOS CARROS ELÉTRICOS NO BRASIL

Apesar da infraestrutura ser ínfima aqui no Brasil, as montadoras já começaram a dizer quando seus carros movidos a energia limpa chegarão ao mercado.

 

A Volkswagen, por exemplo, anunciou o lançamento do híbrido Golf GTE e de sua versão 100% elétrica, o e-Golf, em 2018, ambos importados da Alemanha. Os carros serão apresentados no Salão do Automóvel de São Paulo, que acontece em outubro.

 

Mesmo que infraestrutura do país para atender à demanda desses veículos seja pequena, os fabricantes seguem com os lançamentos deste tipo de veículos, seguindo a tendência mundial.

 

Nós, por exemplo, inauguramos, em parceria com outras empresas, dois eletropostos, pois apoiamos todas as Incentivamos que fomentem o mercado de veículos elétricos e energia solar, com o objetivo de colaborar com as questões da mobilidade urbana e do meio ambiente, mas ainda assim, há muito o que se fazer!

 

De acordo com o diretor de vendas da Volks, Werner Schaal, a eletrificação dos veículos é um caminho sem volta. No Brasil, as questões estruturais precisam ser mais bem discutidas e o processo, realmente, caminha de forma mais lenta, se comparado a países da Europa. Mas ele não tem dúvidas de que esse nicho se desenvolverá rapidamente na próxima década.

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NEOSOLAR INAUGURA NOVA ESTAÇÃO DE RECARGA DE CARRO ELÉTRICO

Quem nos acompanha nas redes sociais já deve saber que inauguramos, em parceria com a Thesan e Schneider Electric, mais um eletroposto movido a energia solar, também em São Paulo.

 

O novo posto de recarga foi instalado na concessionária Elektra Motors, empresa que trabalha com produtos 100% elétricos e sustentáveis e é a distribuidora dos veículos TESLA no Brasil.

 

Desenvolvida e instalada por nós da NeoSolar Energia, a estação de recarga utiliza um carregador EVLINK da Schneider Electric e é 100% abastecida através de painéis solares instalados em um Carport – estacionamento para autos –  da Thesan.

A estrutura coberta com painéis solares foi desenvolvida especialmente para utilização em estacionamentos, podendo ser utilizada para uma ou centenas de vagas. O carregador EVLINK da Schneider Electric leva cerca de uma hora e meia para completar a carga. A utilização é simples: o usuário estaciona o veículo na estação de recarga, conecta o cabo no carro e aperta o botão ‘ligar’. O equipamento avisa quando a carga estiver completa, permite gestão de energia, com programação da recarga para horários fora de pico de consumo e também conta com alta tecnologia de proteção elétrica.

 

Nós da NeoSolar incentivamos todas as iniciativas que fomentem o mercado de veículos elétricos e energia solar, a fim de apoiar e colaborar com as questões da mobilidade urbana e do meio ambiente.

 

A estação de recarga é destinada aos clientes da Elektra Motors, que fica na Avenida Europa, 615 – Jd. Europa, sem custo algum, durante o horário de funcionamento da concessionária, que é de segunda a sexta, das 9h às 19h e aos sábados, das 10 às 14h.

 

Além desta, também disponibilizamos uma estação de recarga em nossa sede, em São Paulo. Qualquer pessoa pode abastecer seu carro elétrico ou híbrido, sem custo algum, durante nosso horário de funcionamento, que é de segunda a sexta, das 9h às 18h, na Rua Coronel Paulino Carlos, 176 – Paraíso.

 

 

10 ANOS DO PROGRAMA VEÍCULO ELÉTRICO – I

A usina de Itaipu Binacional está completando 10 anos do Programa Veículo Elétrico, que começou em 2016 em parceria com uma hidrelétrica suíça. A primeira conquista do projeto foi em 2007, com a homologação do protótipo de um Fiat Palio Weekend elétrico.

 

O carro tem autonomia de 110 quilômetros e desenvolve velocidade máxima de 110km/h. O protótipo foi homologado para rodar nas ruas, com direito a testes de impacto e tudo o que era necessário, dando origem à produção de 100 veículos iguais, usados em Itaipu e na frota de várias empresas em caráter experimental. Depois desse primeiro desafio, uma nova questão veio à tona, conta Celso Novais, coordenador do Programa VE, do que adianta fazer um veículo elétrico sem termos postos de abastecimento ou pessoal para fazer a manutenção?

 

A partir disso, desenvolveu-se tecnologias ligadas ao veículo elétrico, começando pela bateria de sódio. No começo, as baterias de tração foram importadas, porque o país estava defasado nesse setor. Elas são 100% recicláveis e seus e seus componentes são baratos e fáceis de encontrar.

 

Foram desenvolvidos também, eletropostos para recarga dos veículos. São centenas deles espalhados dentro da usina e em alguns pontos de Foz do Iguaçu. Além disso, foi construída uma garagem para dois carros com telhados repletos de painéis fotovoltaicos, que servem para recarrega-los sem recorrer à rede elétrica.