Estudo mostra que carros elétricos vão criar 115 mil empregos só nos EUA

Um estudo do Boston Consulting Group (BCG) em parceria com o Michigan Mobility Institute mostrou que na próxima década o setor de carros elétricos e serviços de mobilidade autônoma, só no EUA,  criarão até 115 mil novos empregos. Segundo a análise da consultoria The US Mobility Industry’s Great Talent Hunt, destes 115 mil, 45 mil serão ocupados por profissionais que realizarão funções ligadas à engenharia de mobilidade e computação. Já os  70 mil restantes trabalharam em testes e manutenção de veículos elétricos. 

 

O estudo mostrou ainda que será difícil encontrar profissionais qualificados, já que a demanda por esses profissionais será seis vezes maior e considerando que, atualmente, menos de 1% dos formados em engenharia o ciência da computação, optam por atuar na área automotiva.

 

Desses engenheiros, 8 mil serão apenas para desenvolver e construir veículos elétricos. Outros 5 mil vão fabricar veículos autônomos e mais 2 mil vão participar do desenvolvimento de infraestrutura das estradas. 

 

As montadoras também vão precisar de profissionais qualificados para testar os novos carros, cerca de 50 mil motoristas. 10 mil vagas vão surgir para reparadores de veículos elétricos que entendam de alta voltagem e baterias e outras 10 mil serão oferecidas para profissionais treinados em calibrar sensores e consertar peças robóticas. 

 

Estima-se que em 2030, os carros elétricos irão representar metade de toda a venda de veículos novos nos Estados Unidos. 

NEOSOLAR PARTICIPA DA SEMANA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC

Estaremos entre os dias 01 e 05 de outubro  na IV Semana das Engenharias da Universidade Federal do ABC em evento organizado e dedicado aos graduandos do curso de engenharia.

 

 

Participaremos do evento com a presença de nosso fundador, Raphael Pintão, que palestrará sobre energia solar e carros elétricos. Tendo como tema:  Veículos Elétricos e Energia Solar: O futuro chegou!

 

 

Onde : 

IV Semana das Engenharias da Universidade Federal do ABC

Dias: 01 a 05 de outubro

Horário: das 14 às 22h

 

 

Comunidades isoladas poderão usar energia solar e eólica para captar água

Uma ideia poderá acabar com a falta de água em comunidades distantes no Amapá. Pesquisadores desenvolveram um método sustentável a base de energia solar e eólica pode captar até 15 mil litros de água por dia. A pesquisa é desenvolvida há dois anos pelas universidades federais do Amapá (Unifap) e Pará (UFPA) junto com o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa).

 

 

Além de usar energia eólica e solar, a nova forma de captação de água não emite agentes poluidores e a manutenção é considerada mais barata. O custo para captação de água também é menor porque os moradores deixarão de se deslocar até a cidade para conseguir o combustível.

 

 

Atualmente a captação de água utiliza bombas movidas a combustível, o que gera transtornos aos moradores pela dificuldade de acesso para adquirir diesel e gasolina.

 

 

Apesar de existir em outros estados, é a primeira vez que o sistema é testado em comunidades amapaenses. As primeiras a receberem os equipamentos são as do município de Itaubal, a 103 quilômetros de Macapá.

 

 

Outro benefício, segundo a pesquisa, é que devido ao uso da energia ser sustentável, a utilização do sistema não aparece na conta mensal do consumo de energia elétrica. A durabilidade dos equipamentos também é maior, de 20 a 25 anos. A intenção da pesquisa é apresentar o estudo a organizações governamentais.

Fonte: http://glo.bo/1sdQ9Rm

 

Uma tecnologia para fazer o sol brilhar à noite

Uma das principais críticas feitas às energias renováveis é que elas não estão disponíveis o tempo todo. Enquanto se pode queimar carvão de dia, de noite, faça chuva ou faça sol – não que isso seja uma boa idéia -, as usinas eólicas só funcionam se houver vento, e os painéis solares só podem gerar energia durante o dia, se o tempo não estiver nublado. Para piorar, a hora de maior consumo de eletricidade é justamente à noite, quando o consumidor está em casa, com as luzes acesas e a TV ligada.

 

 

Há algumas alternativas para esse problema. Uma delas, já em prática aqui no Brasil, é interligar as casas que têm painéis solares no sistema nacional, permitindo usar a eletricidade gerada mesmo quando não tem ninguém em casa. Outra, ainda em estudos, é criar uma tecnologia para armazenar a eletricidade. Esse é o caminho escolhido pelo pesquisador Jonathan Radcliffe, da Universidade de Birmingham, no Reino Unido. Radcliffe esteve no Brasil antes da Copa do Mundo e conversou com o Blog do Planeta sobre as pesquisas desenvolvidas para armazenar a energia do vento e do sol.

 

 

“Tecnologias de baixo carbono, como solar ou eólica, nem sempre produzem eletricidade no momento em que a gente precisa. É por isso que estamos desenvolvendo tecnologias para armazenar essa eletricidade e usá-la quando for necessário”, diz Radcliffe.

 

 

Armazenar energia não é o mesmo que armazenar um objeto qualquer. Na prática, a única forma de fazer isso é transformando a energia. Por exemplo, uma pilha transforma a energia química em energia elétrica. Só que não é viável usar pilhas ou baterias para armazenar eletricidade suficiente para uma casa ou um bairro. Radcliffe estuda uma forma diferente para isso: usando criogenia.

 

 

Segundo o pesquisador, é possível armazenar energia usando temperaturas extremamente baixas. Funciona assim: a eletricidade “armazenada” é usada para esfriar e compressar o ar em baixas temperaturas, transformando em ar líquido. Quando for preciso usar a energia, esse ar é esquentado. Ele expande e aciona turbinas, permitindo utilizar a eletricidade. Segundo Radcliffe, com a tecnologia já existente seria possível armazenar energia suficiente para atender uma universidade ou um hospital, por exemplo.

 

 

Esse sistema de armazenamento ainda não está disponível para o mercado. Radcliffe estima que sejam necessários de três a quatro anos de estudo e desenvolvimento para que a tecnologia esteja pronta. Os preços também estão altos, mas quanto a isso o pesquisador é otimista. “Os combustíveis fósseis tiveram décadas de desenvolvimento para ficar barato. Temos que pensar em longo prazo. Com o tempo, as tecnologias de baixo carbono ficarão acessíveis”.

 

Por BRUNO CALIXTO

http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2014/07/uma-tecnologia-para-fazer-o-bsol-brilhar-noiteb.html

Conheça um blog com muita energia e informação

Para os leitores que ainda não sabem, a Neosolar Energia possui um fórum técnico aberto a todas as pessoas interessadas em fontes de energias renováveis. Lá é possível trocar informações, tirar dúvidas, além de contribuir com seus conhecimentos.
O fórum foi criado para suprir a necessidade de cyber espaços voltados a discutir os assuntos relacionados à energia limpa, e também para ser uma ferramenta rápida para sanar dúvidas, com questões respondidas prontamente por especialistas da área de energia solar.
Alguns assuntos, como resolução normativa 482 da Aneel, dimensionamento de sistemas off-grid, dimensionamento de sistemas grid-tie, instalação de sistemas off-grid, instalação de sistemas grid-tie, funcionamento de sistemas grid-tie (conectados à rede) e dúvidas dos produtos já são constantemente tradados. Acesse e sugira você também novos tópicos.

 

http://www.neosolar.com.br/forum

Projeto capta recursos com internautas para revolucionar a forma de construir estradas

O casal de americanos Julie e Scott Brusaw teve a ideia de substituir o asfalto e superfícies de concreto por painéis fotovoltaicos. Criaram o projeto Solar Roadways, painéis rodoviários solares que podem ser instalados em estradas, estacionamentos, calçadas, ciclovias, parques infantis ou em qualquer superfície onde haja incidência de sol.

 
Segundo o casal, se todas as rodovias dos EUA fossem cobertas por esses painéis, seria possível gerar três vezes mais energia do que o país consome hoje.

 
Além de gerar energia solar, a estrutura também é capaz, em dias de neve, de aquecer e evitar o acúmulo de gelo, e tem ainda leds que criam linhas e sinalização rodoviária, e um corredor adjunto para armazenar e tratar a água da chuva.

 
Para chegar às vias comerciais o projeto busca apoio no site de financiamento coletivo  Indiegogo, visando arrecadar US$ 1 milhão até o final do mês.

Microgeração de energia elétrica poderá ser isenta de imposto

A produção de energia elétrica por microgeração e minigeração poderá ser isenta de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias) no Estado de Tocantins. O projeto de lei foi encaminhado à CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Redação) no dia dois de abril. A lei irá beneficiar principalmente os produtores de fontes alternativas de energia, conforme o programa da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica).

 

De acordo com as novas regras da ANEEL, a energia vinda de microgeradores ou minigeradores poderá ser inserida na rede de distribuição local e ser compensada com a energia elétrica consumida pelo gerador. Isso dará mais incentivo ao uso de energia renovável.

 

Outro projeto do governo do Estado foi também encaminhado ao CCJ. Ele trata da política de indenização pelo exercício de funções de natureza judicial e administrativa – ou representativa – de membros do Poder Judiciário do Estado de Tocantins.

Entenda as diferenças e vantagens das energias solar fotovoltaica e termossolar

Na tecnologia solar fotovoltaica a radiação solar é convertida diretamente em energia elétrica, por meio de células fotovoltaicas feitas geralmente de silício, um material semicondutor. Além de módulos e painéis, o sistema inclui equipamentos elétricos tais como inversores de tensão e cabos. Pode ser utilizada para complementar ou substituir a energia elétrica convencional em residências, estabelecimentos comerciais e industriais.

 

Ainda recente no Brasil, a tecnologia começa a ganhar incentivos para se firmar como opção por aqui. Um deles é a resolução 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que o criou o Sistema de Compensação de Energia. Por meio deste, o sistema fotovoltaico pode ser conectado à rede pública de forma simplificada, atendendo o consumo local e injetando excedente na rede, que retorna ao consumidor ou à empresa sob a forma de créditos em energia. O ‘bônus’ tem validade de 36 meses e pode ser direcionado ao pagamento da conta de luz da própria unidade ou de outras de mesma titularidade.

 

Ao contrário da tecnologia fotovoltaica, a energia solar térmica já é bastante difundida no Brasil. O que não significa que o país tenha alcançado todo seu potencial para aproveitar a radiação solar no aquecimento da água utilizada em chuveiros, torneiras, piscinas e processos industriais. Mas com o domínio da tecnologia por diversos fabricantes e os ganhos de escala verificados nos últimos anos, existe a expectativa da ampliação de seu uso.

 

Basicamente, o sistema é composto por coletores solares e um reservatório térmico (boiler) para armazenar a água até o momento do consumo. As placas são constituídas por uma caixa externa de alumínio, serpentinas internas de cobre e isolamento, em poliuretano ou lã de vidro ou lã de rocha. A parte escura, também chamada de aleta e que tem função de absorver e transferir por meio das serpentinas a energia solar para a água, é feita de alumínio ou cobre pintado com tinta especial. A cobertura é de material transparente, geralmente vidro ou acrílico.
De acordo com o engenheiro Raphael Pintao, sócio da Neosolar Energia, o projeto do sistema fotovoltaico tem como base os dados sobre o consumo médio de energia (em kWh) da edificação. “Pode-se optar por produzir 100% da demanda ou uma porcentagem desta, sendo o restante fornecido automaticamente pela rede pública”, ressalta. A localização geográfica do imóvel e as condições arquitetônicas para a instalação das placas fotovoltaicas também interferem no dimensionamento.

 

Pode ser identificada, por exemplo, a necessidade de uma estrutura auxiliar para a fixação dos painéis, caso a inclinação do telhado seja plana ou em ângulo desfavorável. “Sabendo a quantidade de painéis necessários e verificando o padrão da rede elétrica, projetamos o sistema, definindo o tipo e número de inversores (responsáveis por transformar a energia em corrente alternada, 110 V ou 220 V), além de determinar o tipo de estrutura para fixação, cabeamento e proteções elétricas”, revela o executivo da Neosolar.

 

O volume de água quente solicitado na edificação e os hábitos de consumo de seus usuários são informações-chave na definição das características do sistema de energia solar térmica. Para elaboração do projeto de aquecimento solar em prédios, unidades industriais e comerciais, como hotéis e hospitais, o ideal é consultar o suporte técnico dos fabricantes, para um dimensionamento preciso. A orientação é do engenheiro José Raphael Bicas Franco, diretor-técnico da Soletrol. “Nesses casos, normalmente, o consumo de água é elevado, o que demandará uma área coletora maior”, justifica.

 

Em residências, explica o profissional, a definição pode partir de um cálculo prático, com base no consumo diário de água quente por pessoa, que no Brasil está estimado em 100 litros. E também na área coletora exigida para aquecer esse volume de água, que varia conforme a região. Grosso modo, no Nordeste a relação é de 1 metro quadrado de área coletora para 100 litros, em média. No Sul são necessários geralmente 2 metros quadrados de área coletora para igual volume. Lembrando que a área disponível e as condições de instalação das placas também influenciam na definição do sistema ideal.
Custo-benefício

 

A viabilidade do uso da tecnologia solar fotovoltaica é tanto maior quanto for a tarifa de energia e a disponibilidade de radiação solar na região da unidade geradora/consumidora. O retorno do investimento ocorre no longo prazo, reconhece Raphel Pintao. Como exemplo, ele simulou os custos para uma residência com consumo mensal de 500 kWh, em Belo Horizonte, cidade que tem boa insolação durante o ano. O sistema completo, incluindo projeto, equipamentos (15 placas de 240 Wp ou 3,6 kWp), regularização junto à distribuidora e instalação, sairia por volta de R$ 30 mil. Considerando o preço da energia em Minas Gerais, a economia anual seria de R$ 3,2 mil, com retorno estimado do investimento em sete anos.

 

A disponibilidade de radiação solar no Brasil somada ao uso intenso de energia elétrica para o aquecimento de água são justificativas suficientes para a implantação da energia termossolar tanto em residências, quanto em unidades comerciais e industriais. Entretanto, mesmo que os equipamentos tenham hoje custos mais atraentes, é sempre importante avaliar a viabilidade da implantação do sistema, principalmente em edificações já construídas, uma vez que adaptações na rede hidráulica podem ser demandadas e nem sempre há área suficiente no telhado para a instalação dos coletores na quantidade e em condições adequadas.

 

O sistema se mostra interessante para edificações novas, nas quais se pode prever ainda no projeto um local para os coletores com orientação e angulação privilegiadas, além de rede hidráulica com tubulações para água quente. O preço varia conforme a complexidade do projeto, mas segundo o diretor-técnico da Soletrol, um sistema básico com tanque de 400 litros e quatro coletores custa entre R$ 2 mil e R$ 2,5 mil. Projetos para grandes obras, diz, costumam incluir dados sobre retorno de investimento. “Geralmente, quando se substitui a energia elétrica pela solar no aquecimento de água, o investimento inicial é pago em cerca de três anos sob a forma de economia na conta de luz”, calcula.

 

Solar fotovoltaica – Para funcionar integrado à rede elétrica pública é necessário solicitar aprovação da distribuidora local, etapa que ficou mais ágil após a resolução da Aneel. Segundo os prazos publicados, a concessionária tem até 90 dias para regularizar o sistema de troca de energia a partir do pedido da unidade geradora/consumidora. O caminho mais curto, detalha o executivo da Neosolar, é elaborar um projeto elétrico e juntar todos os certificados dos equipamentos. Com essa documentação em mãos, solicitar a ligação à rede junto à distribuidora. Uma vez aprovada, realiza-se a instalação do sistema fotovoltaico, que ainda será alvo de vistoria. Um dos últimos passos é a troca do medidor por um equipamento do tipo bidirecional, para registrar a entrada e saída de energia no local.

 

Solar fotovoltaica – As principais dificuldades, segundo Raphael, estão relacionadas à escolha e compatibilização dos equipamentos (no Brasil, há oito diferentes padrões de rede) e aos detalhes da instalação. “Além disso, por ser um processo recente, a regularização ainda exige bastante trabalho e documentação de projeto”, diz.

 

Solar térmica – Segundo José Raphael, persistem questionamentos sobre o desempenho do sistema à noite ou em dias de chuva. “Todo fabricante fornece o reservatório térmico já com o backup embutido (elétrico ou a gás), que funciona como um sistema complementar para os momentos em que não há radiação solar”, esclarece. Os equipamentos são também munidos de termostato, que aciona o backup, quando a temperatura do reservatório diminui.

 
Fonte:
http://www.aecweb.com.br/cont/m/rev/entenda-as-diferencas-e-vantagens-das-energias-solar-fotovoltaica-e-termossolar_8414_0_1

Consumidores lucram com energia solar no Japão

No Japão, parte da energia que abastece o país vem de fontes renováveis. Quem escolhe gerar energia em casa pode vender o que sobra para a rede elétrica e lucrar com isso.
O país apresenta a maior taxa de crescimento de energias sustentáveis, sendo que 10% do que é consumido no Japão vem dessas fontes.Em 2012, os projetos do Japão para o setor somaram mais de R$ 20 bilhões. Um deles é a gigantesca turbina eólica que flutua na costa. O plano é espalhar outras 140 ao redor do país até 2020.
As pessoas comuns que decidem investir no sistema de geração de energia a partir de painéis solares fotovoltaicos recebem incentivo financeiro do governo, que paga parte da conta.

Brasil tem 38 consumidores que geram sua própria energia elétrica

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Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), só 38 brasileiros, de nove estados, geram e vendem sua própria energia para as distribuidoras do setor, captada por painéis solares.

 
Em comparação, a Alemanha conta com 1,5 milhões de produtores de energia por sistema de painéis solares, e é líder no mercado global de geração de energia solar. Os consumidores chegam a fornecer 60% da energia consumida no país.

 
Uma análise da nova forma de geração energética, feita em agosto de 2013 pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), mostra que 101 consumidores aguardam respostas de pedidos de ligação pelas concessionárias. Eles tinham os projetos em estudo, ou precisavam dar algum retorno à distribuidora sobre o aparelho gerador.

 

Ainda segundo os resultados da pesquisa da Abradee, a energia solar gerada por painéis fotovoltaicos é a preferida dos novos e potenciais produtores, com 81% das ligações e pedidos. Os consumidores domésticos somam 59% dos pedidos ou ligações, frente aos 37% de clientes comerciais e 4% de industriais.