Aniversário NeoSolar: Os diferenciais do nosso e-commerce e nossos objetivos para os próximos anos

Ainda no clima de aniversário e nostalgia pelos nossos quase 10 anos no mercado, hoje vamos falar sobre os diferenciais do nosso e- commerce, que foi por onde começamos como contamos no post anterior e falar um pouco sobre nossos objetivos para os próximos anos.

 

Nossa loja, atualmente, tem como como diferencial a capacitação técnica do time comercial, que permite a sugestão de diferentes e mais eficientes opções na hora da compra. Essa também foi a motivação para investirms em uma grade de cursos e em um centro de treinamento próprio – que hoje é um dos nossos segmentos.

 

Nossos objetivos para os próximos anos, estão baseados em investimentos de conteúdos relacionados ao mercado de energia solar, novas soluções e ferramentas, além de uma experiência que facilite o processo de compra e o de busca por informações do setor. Nossa estratégia se baseia em evoluir sempre em nosso mercado atual e em novas oportunidades, contando com um time qualificado para atender e surpreender nossos clientes, além, é claro, de utilizar todas as métricas disponíveis, especialmente no ambiente digital, para suportar nossas tomadas de decisões.

 

 

Para quem ainda não sabe, nós comercializamos também produtos de infraestrutura para veículos elétricos e somos parceiros e distribuidor oficial de carregadores de veículos elétricos da Schneider Electric, no Brasil. Além da distribuição de equipamentos via e-commerce e telefone, prestamos consultoria, instalação de sistemas fotovoltaicos e atuamos na capacitação profissional tanto na área de energia solar fotovoltaica como na de veículos elétricos.

 

 

E pensar que tudo começou lá atrás, com nosso e-commerce, em um ramo praticamente inexistente na época …

 

Aposta em energia sustentável gera economia e rende prêmios

Aproveite antes que acabe! Esse bem que poderia ser o slogan para estimular os que ainda têm dúvida em relação às vantagens de se adotar a sustentabilidade como um ganho consistente para os negócios. Tudo bem que não são todos os casos em que as vantagens são instantâneas, mas no campo da energia e, principalmente, a solar, não há razões para não se buscar essa fonte como opção por energia de baixo impacto ambiental (limpa e renovável), fácil instalação e, quase sempre, apresentando uma importante redução nos custos financeiros. Pois além desses fatores já suficientes para uma decisão de mercado, que tal ainda ser possível obter ganhos em reconhecimento, imagem e até prêmios?

 

Recentemente conheci dois projetos ligados à energia solar que tiveram resultados bastante gratificantes para os empresários que decidiram adota-la.

 

Título de Cidadão

 

Há cerca de 10 anos, o empresário Francisco Edival Gonçalves Freires decidiu abrir o Hotel Tropical para aproveitar a vocação de turismo de negócios em sua cidade, Nova Andradina, no Mato Grosso do Sul (cerca de 300 quilômetros da capital Campo Grande). Logo Edival percebeu que o calor local seria um fator de grande consumo de energia dos seus cerca de 500 hóspedes mensais no uso de ar condicionado em seus 26 quartos, isso sem contar outros consumos cotidianos como os de frigobar, chuveiro elétrico, aparelhos eletrônicos e iluminação.

 

 

Uma conta de energia de quase três mil reais todos os meses foi um fator fundamental para que o empresário pensasse na solução solar para o hotel. O sol que não falta nessa região do Centro-Oeste é um argumento pra lá de inquestionável: “Quando comecei o negócio já tinha pensado nesse caminho, mas era muito caro”, explica Edival. O constante barateamento da energia solar o convenceu da viabilidade do investimento.

 

Um projeto da empresa NeoSolar para a instalação de 97 placas solares acompanhadas de uma convidativa linha de crédito do FCO (Fundo de Financiamento do Centro-Oeste) do Banco do Brasil tornaram realidade a geração de 3.700 kWh consumidos mensalmente pelo hotel. O melhor: não houve necessidade de desembolso de capital, pois com o valor economizado foi possível pagar a prestação. “Tem gente que pensa que é um negócio complicado, mas com uma instalação de boa qualidade, bem feita, os resultados são imediatos”, conclui o proprietário do hotel.

 

Bem, só isso já seria suficiente para a satisfação do empresário, mas graças ao fato de ter sido o primeiro a usar energia solar na hotelaria da cidade, Edival passou a ser referência, inclusive para as escolas e os estudantes da região que de tempos em tempos realizam visitas monitoradas ao hotel. E não foi só isso, o empreendedorismo ainda lhe rendeu uma homenagem na Câmara Municipal de Nova Andradina.

 

Premiação e reconhecimento

 

Outro exemplo interessante é o de Luiz Claudio Dutra, proprietário da Bavep Barretos, concessionária da General Motors há 46 anos na cidade do interior paulista. Diante de uma conta de energia variando entre cinco e sete mil reais mensais e um consumo próximo de 9 mil Kwh, a opção pelo projeto solar não foi difícil. “Fizemos a instalação em setembro de 2017 e nossa conta já caiu para cerca de 200 reais por mês”, conta Luiz.

 

260 placas interligadas garantem o abastecimento da concessionária que comercializa em média 100 veículos novos e 60 usados todos os meses. O financiamento, segundo o empresário, não teve vantagens adicionais por contemplar instalação de energia limpa e renovável. Mesmo assim, será pago em 48 meses ou quatro anos.

 

Para a revendedora de veículos um bom negócio que, além da questão puramente financeira, ainda colheu frutos sendo contemplada com Prêmio Sustentabilidade 2018 concedido pela montadora General Motors pelo projeto Sistema de micro geração distribuída de Energia Fotovoltaica.

 

Que sirvam de exemplo para que novas iniciativas sustentáveis do setor privado sejam capazes de tirar outras empresas da falsa sensação de conforto, pois os custos, entre outros, da energia, água e matérias primas só tendem a crescer. Isso para não falarmos da necessidade urgente de combate às mudanças climáticas e ao aquecimento global. Desenvolvimento sustentável é o único caminho possível para que possamos continuar a habitar este planeta.

 

Por Reinaldo Canto para Revista Carta Capital

Geração distribuída: liberdade e empoderamento à sociedade

Em tempos de democratização do conhecimento, virtualização das informações, inteligência artificial e transformações tecnológicas que empoderam e facilitam a vida do cidadão, a avassaladora maioria dos consumidores brasileiros, por mais antagônico que pareça, não tem liberdade para escolher o fornecedor ou a fonte da energia elétrica que utiliza diariamente.

 

Os consumidores recebem a eletricidade de uma única distribuidora, que detém o monopólio de fornecimento da energia elétrica em regiões pré-determinadas. Não por acaso, estes consumidores foram apelidados no setor elétrico de “consumidores cativos”, ou seja, “prisioneiros” do monopólio de sua região, conforme sugere a etimologia da expressão.

 

A partir de 2012, houve, no entanto, uma histórica mudança deste velho paradigma, traduzida em uma visão inovadora da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Trata-se da a Resolução Normativa 482, que deu origem a uma verdadeira revolução em prol da liberdade, da proatividade e do poder de escolha dos cidadãos.

 

Com esta medida, chegou a tão sonhada alforria aos consumidores cativos, que saíram da posição de meros espectadores para tornarem-se protagonistas no setor elétrico brasileiro, usando telhados e fachadas de edifícios, coberturas de estacionamentos e até pequenas áreas de terreno para gerar energia elétrica por meio do sol, água, biomassa e vento. Isso faz desta resolução uma das mais importantes da história da Agência.

 

No entanto, este empoderamento não ocorre sem resistências. Ao tornar os consumidores produtores de sua própria energia renovável, a geração distribuída ameaça as receitas e lucros de distribuidoras que não se adaptarem à nova realidade da sociedade.

 

Não por acaso, o número de reclamações de consumidores sobre as dificuldades para conectar sistemas de geração distribuída tem crescido exponencialmente. Os problemas relatados vão desde a realização de exigências descabidas em termos de projetos e documentos, até mesmo o descumprimento gritante de prazos para que o sistema do consumidor seja conectado à rede.

 

Neste vai-e-volta de exigências tortuosas, o maior prejudicado é sempre o mesmo: o consumidor. Cabe à sociedade denunciar estes abusos e à Aneel fiscalizar e punir os problemas identificados, evitando barreiras ao progresso, à modernização do setor e às inovações que facilitam e beneficiam os cidadãos.

Como reações ao avanço da geração distribuída, dois movimentos ocorrem no setor: de um lado, grandes grupos econômicos, tradicionais e conservadores, têm mobilizado um pesado lobby na tentativa de alterar esta regulação da Aneel. A intenção é fazer com que os consumidores paguem mais pelas redes de distribuição quando produzirem a sua própria energia elétrica. Do outro lado, empresas mais inovadoras e conscientes da inevitável transformação do setor já começaram a estruturar atividades em geração distribuída, ajustando o seu modelo de negócio à nova realidade do mercado para participar deste segmento.

 

Cabe esclarecer que todo consumidor com geração distribuída paga pelo custo de disponibilidade da rede de distribuição, responsável pelo rateio de custos da infraestrutura das distribuidoras, conforme regulamenta a Aneel. Esse pagamento também é feito no caso de projetos de médio porte conectados em média tensão, via pesados custos de demanda sobre as usinas de geração distribuída. Por vezes, os empreendedores de geração distribuída arcam, inclusive, com uma parte dos custos de reforço da rede, doando posteriormente estes reforços para as distribuidoras.

 

De forma intencional, o discurso do lobby deixa de fora da análise os vastos benefícios econômicos, sociais, ambientais e estratégicos proporcionados pela geração distribuída. Um deles, por exemplo, é o ganho direto para as próprias distribuidoras com a redução de perdas na distribuição de energia elétrica.

 

Desse modo, se o objetivo é que os consumidores paguem mais pelas redes, nada mais justo do que serem também remunerados pelos serviços e benefícios que proporcionam ao País.

 

Cientes da necessidade de buscar equilíbrio entre os agentes do setor elétrico e em benefício da sociedade, as equipes técnicas da Aneel corretamente incorporaram os ganhos da geração distribuída em sua avaliação para aprimorar a regulamentação da modalidade. A Aneel destacou em sua Análise de Impacto Regulatório (AIR) n.º 004/2018 seis importantes benefícios dentre os inúmeros trazidos pela geração distribuída, deixando espaço para a inclusão de outros aspectos imprescindíveis nos cálculos a serem efetuados ao longo dos debates sobre a norma.

 

Na reunião de diretoria da Aneel que deu início à abertura dos trabalhos de 2019, o Diretor-Geral da agência regulatória, André Pepitone, foi preciso e enfático ao esclarecer que a regra vigente para a compensação de energia elétrica não sofrerá alterações retroativas, ou seja, continuará a valer para todos os consumidores que já produzem sua energia elétrica através da geração distribuída. Esta diretriz é um importante sinal de segurança jurídica e regulatória e também de respeito aos consumidores e empreendedores pioneiros deste modelo no Brasil, afastando o risco de judicialização no segmento.

 

Apesar de a geração distribuída estar, finalmente, crescendo no País, o fato é que permanecemos muito atrasados em relação ao mundo. No Brasil a geração distribuída trouxe liberdade a menos de 75 mil consumidores de um universo de mais de 84 milhões de consumidores cativos atendidos pelas distribuidoras. Ou seja, não representa nem uma gota sequer em um oceano de brasileiros cada vez mais pressionados por altas tarifas.

 

Tudo indica, todavia, que o Brasil acaba de entrar em um novo período de prosperidade, com um novo ciclo de crescimento econômico. A segurança energética é ponto crucial para sustentar tal avanço. Neste sentido, a geração distribuída torna-se ainda mais estratégica, pois os investimentos ocorrem de forma descentralizada e espontânea por parte dos próprios consumidores, desafogando a necessidade de vultosos aportes do poder público e acelerando o desenvolvimento econômico, social e ambiental do País.

 

*Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração daAssociação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar)

*Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar, mestre em EnergiasRenováveis pela Loughborough University (Reino Unido) e doutor em Engenharia e Tecnologia de Materiais pela PUC-RS, com colaboração internacional na área de energia solar fotovoltaica realizada no Fraunhofer Institut für Solare Energiesysteme (Alemanha)

Artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo em 01 de fevereiro de 2019.

Link:https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/geracao-distribuida-liberdade-e-empoderamento-a-sociedade/

 

Crescimento de energia solar fotovoltaica atinge 140% em 2018

Se existe hoje no Brasil uma forma de investimento mais lucrativa do que qualquer outra, essa com certeza é a aquisição de um sistema de energia solar fotovoltaico para a geração própria de energia elétrica.

 

Nos último 10 anos, os equipamentos apresentaram uma queda de 80% em seus custos, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o que reflete na redução do prazo médio para retorno sobre o seu investimento, o qual fica entre 4 e 5 anos para um sistema residencial hoje no país.

 

Com uma vida útil de mais de 25 anos e potencial para atender até 100% do consumo elétrico de qualquer tipo de estabelecimento, esses sistemas possibilitam uma redução de até 95% na conta de luz, graças ao sistema de créditos energéticos criado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) em 2012.

 

Desde então, esse segmento de geração distribuída cresceu de forma exponencial no Brasil ao longo dos últimos anos, atingindo hoje um público de mais de 46 mil consumidores que se dividem entre residenciais, comerciais, agronegócios, indústrias, poder público, entre outros.

 

E 2018 não foi diferente, com o número de sistemas instalados quase que dobrando em relação aos de 2017, foram 13.568 no ano passado e 24.890 até o momento este ano. Na potência instalada desses geradores o crescimento foi de mais de 140%, com as instalações de 2018 somando mais de 291 Megawatts.

 

Muito desse crescimento recente do segmento de geração distribuída veio graças as novas modalidades de geração criadas pela regulamentação de 2015, assim como as linhas de financiamento oferecidas por bancos públicos e privados que ampliaram o público da tecnologia, o qual deverá chegar a 886.700 brasileiros até 2024, segundo a projeção da ANEEL.

 

Fonte: Erika Michalick – Portal Celulose ( https://bit.ly/2A1toyM )

NEOSOLAR PARTICIPA DA SEMANA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC

Estaremos entre os dias 01 e 05 de outubro  na IV Semana das Engenharias da Universidade Federal do ABC em evento organizado e dedicado aos graduandos do curso de engenharia.

 

 

Participaremos do evento com a presença de nosso fundador, Raphael Pintão, que palestrará sobre energia solar e carros elétricos. Tendo como tema:  Veículos Elétricos e Energia Solar: O futuro chegou!

 

 

Onde : 

IV Semana das Engenharias da Universidade Federal do ABC

Dias: 01 a 05 de outubro

Horário: das 14 às 22h

 

 

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA : A HORA É AGORA

No momento em que o Brasil tem um dos maiores valores de tarifa energética do mundo, encontrar alternativas para consumo é fundamental. Só assim, será possível manter a comodidade e eficiência nas tarefas diárias. Existem hoje inúmeras possibilidades para que isso ocorra, mas todas elas passam por uma mudança de mentalidade.

 

Já temos disponível considerável tecnologia capaz de baratear o consumo energético. No entanto, para que todos os níveis da sociedade possam aproveitar, se faz necessário uma mudança de mentalidade do poder público, das iniciativas privadas e do consumidor. Todos têm de investir tempo em prol de disseminar uma nova cultura para o consumo, apoiar de maneira efetiva essas tecnologias, de forma que elas tenham cada vez mais alcance, e apoiar integralmente o consumidor que queira utilizar energia limpa e eficiente.

 

Embora nos últimos anos tenhamos evoluído muito, ainda estamos distantes do que é ideal ou minimamente produtivo, para que o consumo de energia advinda das hidrelétricas não nos deixe refém de bandeiras tarifárias.

 

Para esse momento, é importante saber que existe ao menos uma alternativa que está na mão do consumidor: energia solar fotovoltaica. Essa pode ser utilizada em residências, empresas, monitoramento de rodovias, casas isoladas, postes de iluminação, nas telecomunicações, bombeamento de água, eletrificação rural, entre outros.

 

O que não falta é informação acerca do tema energia solar fotovoltaica, esse mercado está superaquecido e pronto para atender, capacitar, fornecer e informar.

SEJA UM PARCEIRO NEOSOLAR

Você sabia que oferecemos programas de parceria para quem deseja trabalhar em conjunto conosco? São quatro Modalidade e vamos te explicar cada uma delas neste post.

Indicação de Negócios:

Esta modalidade é indicada para todos profissionais interessados em fazer negócio em conjunto com a NeoSolar por meio de indicações, de forma esporádica ou frequente e que não desejam estruturar ou formalizar uma empresa, um contrato de representação ou de uma unidade de negócio NeoSolar. Funciona da seguinte forma, por exemplo: É ideal para engenheiros, arquitetos ou empresas, que queiram agregar um sistema de energia solar a um projeto, sem ter que se preocupar com detalhes específicos desta tecnologia.

Representação Comercial:

Os representantes comerciais atuam como vendedores, prospectando, abrindo mercados e fechando negócios. O representante atua em nome da NeoSolar e deve ter conhecimento sobre o mercado. A cooperação entre a atividade comercial do representante e o suporte da NeoSolar são o diferencial desta modalidade.

Franquias ou Unidade Operacional:

O franqueado atua como uma unidade operacional da NeoSolar, sendo o responsável pelas etapas de vendas, visitas técnicas, serviço de instalação e todas as atividades realizadas diretamente com os clientes.

O franqueado tem canais especiais de contato na NeoSolar, faz planejamento em conjunto com a matriz, ações de marketing e treinamentos constantes. Além disso, tem suporte diferenciado, de forma a garantir uma experiência de consumo especial ao cliente final.

Integradores e Revendas

As empresas instaladoras ou integradoras, normalmente estão interessadas em comprar equipamentos e, muitas vezes, obter um suporte técnico para seus projetos. Atendem seus clientes ofertando uma solução ampla de equipamentos e serviços.

O integrador não tem um vínculo direto com a NeoSolar, sendo ele próprio o responsável pelo dimensionamento, projeto e instalação. A NeoSolar oferece sua linha completa de equipamentos, tanto de sistemas de geração distribuída, como de baterias, carregadores de carros elétricos e  etc. Além de condições especiais e suporte necessário para o sucesso dos projetos.

Caso tenha interesse em algum desses formatos de parceria, acesse nosso site e preencha o formulário. https://www.neosolar.com.br/contatos/parcerias

 

Crescimento da fonte solar esbarra em questão tributária

A Neosolar Energia é destaque em matéria do jornal DCI que trata sobre entraves que a energia solar enfrenta na questão tributária.
Leia abaixo a matéria na íntegra:

 

CRESCIMENTO DA FONTE SOLAR ESBARRA EM QUESTÃO TRIBUTÁRIA

Atualmente é mais barato importar módulos fotovoltaícos prontos do que trazer peças e montar no Brasil. Os módulos representam metade dos investimentos de uma usina

 

A recente valorização do dólar frente ao real encareceu custo de alguns projetos de energia solar e podem até inviabilizar algumas usinas.

 

A energia solar ainda engatinha no Brasil. Apesar de o governo ter anunciado que realizará um leilão de energia voltado exclusivamente para essa fonte, especialistas dizem que ainda existem entraves como tributário e cambial que emperram o desenvolvimento industrial do setor.

 

Eles reclamam que o governo precisa adotar outras medidas, além dos leilões, para garantir o crescimento sustentável da fonte. Ontem, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) publicou no Diário Oficial que promoverá em agosto deste ano o primeiro Leilão de Energia de Reserva (LER), cujo fornecimento começa de 2017, com contração para 20 anos.

 

No entanto, a ausência de fornecedoras de equipamentos para a construção das usinas pode impedir que a energia solar tenha um papel relevante na matriz brasileira, avalia o diretor executivo da consultoria Safira Energia, Mikio Kawai Júnior. Atualmente, existem no País apenas algumas pequenas empresas e uma grande, fruto de uma joint venture entre a Renova Energia e a SunEdison, mas que ainda não produz.

 

Isso porque, devido a carca tributária, importar um módulo fotovoltaico totalmente pronto é mais barato do que importar as partes e montar em uma fábrica no Brasil. Segundo o diretor executivo da Imbri no Brasil, Markus Vlasits, incide sobre a importação de módulos fotovoltaicos uma carga de impostos de 22,5%, sendo que 12% de importação e 10,25% de PIS/Cofins. Sobre as partes importadas para a fabricação, porém, são cobrados outros impostos como o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).

 

Vlasits explica que a carga tributária média para produção de módulos fotovoltaicos, a partir da importação das partes, é de cerca de 30%. Esse é um dos principais fatores que impedem a empresa de montar linhas de produção de módulos no Brasil. “Para nós é mais vantajoso financeiramente trazer o módulo pronto da China do que importar as partes e montar em uma fábrica no Brasil”, explicou.

 

A Imbri é umas das principais empresas globais de produção de módulos fotovoltaicos.

 

Vlasits conta que a empresa tem um projeto pronto para instalar uma unidade de montagem de módulos no Brasil, mas aguarda uma solução dos problemas tributários, para efetivar essa decisão e construir uma fábrica em território brasileiro.

 

“Existe hoje uma incongruência no Brasil, o governo quer incentivar a produção de energia solar, mas não resolve a questão tributária. Isso desmotiva empresas a produzirem aqui. Até agora ouvimos sinalizações de que isso vai mudar, mas nenhuma medida concreta”, disse.

 

Os módulos são o principal custo na construção de usinas solares. Segundo o Gerente de Vendas de Energia Solar e Smart Grid da Weg Automação, Casiano Rodrigo Lehmert, os módulos representam cerca de 45% do total do investimento necessário para a construção de uma usina.

 

“A importação das partes para fabricação dos módulos também devia ter incentivo fiscal. Isso incentivaria grandes empresas internacionais a se instalarem no país”, afirmou. A Weg é outra empresa que tem planos para produzir os módulos no Brasil, mas que ainda não tomou essa decisão por conta dos custos relacionados a impostos de importação. “Ainda estamos estudando a viabilidade de montar os módulos no Brasil. Temos um projeto, mas a questão tributária pesa muito nessa escolha”, afirmou o executivo da Weg.

 

O diretor executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, defende que o governo desonere de impostos como IPI, PIS/Cofins os equipamentos do setor. “Isso poderia reduzir em até 25% os custos de compra de equipamentos, tornando mais barato os investimentos em energia solar”, afirmou.

 

A falta de produção nacional pode se tornar um entrave para o desenvolvimento dos projetos do setor. Isso porque o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) exige um mínimo de conteúdo nacional para garantir o financiamento subsidiado ao segmento.

 

Dessa forma, as empresas que querem se financiar pelo BNDES precisam ter módulos produzidos no Brasil ou terão que buscar fontes alternativas de financiamento mais caro em outros instituições financeiras.

 

Demanda

 

Outro fator que diminui a atratividade do mercado brasileiro para as empresa estrangeiras é a falta de clareza com relação a demanda de energia solar para os próximos anos. Não existe um cronograma claro de quanto o governo federal pretende contratar de energia solar nos próximos anos e nem de quantos leilões estão previstos.

 

“Um elemento que dificulta a vinda de fabricantes para o País é a falta de sinalização clara de qual será a demanda de energia solar nos próximos anos. Como uma empresa vai se instalar no Brasil sem a certeza que terá compradores para seu produto nos próximos anos?”, questionou o sócio diretor da Neosolar Energia, Raphael Pintão.

 

O diretor executivo da consultoria Safira Energia, Mikio Kawai Júnior, observa ainda que a energia solar tem um preço alto em comparação com outras fontes como a eólica e hídrica. Dessa forma, os projetos do setor tem dificuldade de competir com outras fontes e por isso precisam ter um certame específico para elas.

 

“A eólica é uma energia competitiva hoje, mas demorou alguns anos até isso acontecer e foi preciso incentivar por meio de leilões específicos até que ela pudesse competir com as outras fontes geradoras”.

 

Câmbio

 

Outro problema que o setor terá que enfrentar ao longo do ano é relativo a desvalorização do real frente ao dólar, que encarece o custo de importação das peças necessárias para a construção das usinas solares.

 

Lehmert estima que o investimento necessário para a construção de parques solares subiu 20%. “O custo para construção de usinas subiu de R$ 4 milhões por megawatts para até 4,8 milhões somente por conta da valorização do dólar”, comentou o gerente de vendas da Weg.

 

Pintão acredita, inclusive que alguns dos projetos vitoriosos no LER 2014 podem não sair do papel devido a questão cambial. “O dólar valorizado torna mais caro os projetos o que pode até inviabilizar algumas das usinas vencedoras no leilão passado”, afirmou.

 

Mikio estima que o preço no próximo leilão do setor ficará próximo ou um pouco abaixo do LER de 2014. “Se o dólar não tivesse se valorizado tanto nos últimos meses, a tendência era os preços caírem mais para esse próximo leilão. Esse fator pressiona demais os custos dos projetos”, concluiu o especialista.

 

Fonte: DCI

Leilão de reserva e a expansão da energia solar

A contratação de energia solar no recente Leilão de Energia de Reserva, realizado no final de outubro, mostra a tendência de crescimento da fonte alternativa, com menor preço do megawatt/hora (MW/h) e a redução dos custos.

 

Estima-se que nos próximos 30 anos, com mercado maior e interesse dos investidores, a geração de energia solar se expanda, tornando-se mais barata e ocupando vez mais espaço na matriz energética.

 

Para o Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME), Altino Ventura Filho, “a energia solar pode caminhar para até 5% do mercado no país ou mais, se contar com geração distribuída, nos consumidores finais”.

 

No leilão de energia reserva ocorrido no dia 31 de outubro, foram contratados 31 projetos de geração por fonte solar, com capacidade total de 889,7 megawatts (MW) ao preço de R$215,12 o MW/h, uma diminuição de 17,9% em relação ao preço teto.

 

O secretário relembra que, há menos de cinco anos, o MW/h de energia solar custava mais de R$ 1.000. Para ele, o sucesso do certame é resultado de anos de estudos e ações para permitir que a geração de energia solar se tornasse viável no Brasil: “O Brasil é um país tropical. Temos grande intensidade de sol, com várias horas por dia de incidência dos raios solares, de janeiro a dezembro. Por isso a energia solar vai ser um grande sucesso, e o leilão mostrou isso: há competição e interesse dos investidores”.

BRASIL AVANÇA EM ENERGIA SOLAR E EÓLICA

País de dimensões continentais banhado por sol e com vasto litoral onde sopram ventos constantes, o Brasil começa a despertar para a importância das energias limpas, como a eólica ou solar: até 2018, segundo previsões da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), a participação da energia eólica na matriz energética brasileira vai saltar dos atuais 3% para 8%, alcançando, em mais alguns anos, o equivalente ao produzido pela hidrelétrica de Itaipu.

 

No horizonte dos próximos dez anos, técnicos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério das Minas e Energia, preveem que o Brasil terá a mesma capacidade de renováveis em comparação com as fontes atuais, mesmo com a diminuição das fontes hidráulicas. O custo da energia eólica também contribui para esse avanço: seu preço já é hoje inferior ao da energia das pequenas centrais hidrelétricas, por exemplo.

 

A energia solar avança em passos mais lentos, porém também promissores. Em meados da próxima década, estimativas da EPE indicam que a geração de energia solar ganhará mais impulso graças à tecnologia. Além dos painéis fotovoltaicos já utilizados, a potência solar concentrada (CSP, na sigla em inglês) permitirá a construção de usinas heliotérmicas que usam espelhos para concentrar a luz em pequenas áreas, gerando vapor que movimenta turbinas. Embora seu custo ainda seja proibitivo e superior ao da eólica, o sistema de energia solar permite que seu gerador “doe” energia para a rede em horários ociosos, recebendo depois compensações financeiras. Essa vantagem competitiva é um incentivo à sua instalação.

 

A ABEEólica prevê que em seis anos a capacidade instalada de energia éolica no país vai aumentar quase 300%. Considerando os parques em construção e a energia já contratada, isso significa um salto de produção dos atuais 3.455,3 MW para 13.487,3 MW, uma quantidade de energia suficiente para abastecer mais de 20 milhões de residências. O Rio Grande do Norte lidera a geração de energia eólica, com 46 parques instalados e produção de 1.339,2 MW. O Ceará vem em segundo lugar, com 22 parques e 661,0 MW. Em seguida, pela ordem de produção, temos Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraíba, Sergipe, Rio de Janeiro, Pernambuco, Piauí e Paraná.

 

Além de ser a que mais cresce no Brasil, a energia eólica deve ter sua produção mundial dobrada até 2020, segundo previsão da consultoria GlobalData. A capacidade instalada cumulativa saltará dos 319,6 GW produzidos em 2013 para 678,5 GW em 2020, sobretudo por causa da China, hoje responsável por 45% de toda a capacidade mundial, graças a uma política de concessões e disponibilidade de financiamentos a baixo custo pelos bancos. Os Estados Unidos continuam sendo o segundo maior mercado global, com capacidade de aumentar os atuais 68,9 GW para 104,1 GW em 2020, graças a políticas de incentivo a energias renováveis adotadas por vários Estados.

 

Conteúdo extraído do Portal da Revista Època Negócios. http://glo.bo/1wMtUtq