Sustentabilidade e o futuro

 

Procura ser uma empresa mais sustentável? Daremos aqui algumas dicas de como podemos mudar nossas atitudes no dia-a-dia e contribuir para um mundo mais limpo hoje e no futuro.

 

Com certeza a começar pelas influências e quem você se relaciona, tanto como pessoa quanto como instituição são um grande passo para mudanças. Quem você escolhe para ser seu fornecedor, por exemplo. Empresas que trabalham com garantias de preservação com o meio ambiente e que tem padrões altos de qualidades são sempre as melhores. Acredite, uma boa reputação vale mais do que o dinheiro investido.

 

Outro ótimo passo é pensar na infraestrutura, usar sensores de presença, incentivar a reciclagem, usar materiais reciclados, colocar plantas vivas no ambiente de trabalho e dentre outras atitudes é uma ótima forma de mostrar como a empresa se relaciona com iniciativas de preservação. Além de ser uma atitude orgânica, ajuda os funcionários a entenderem também seu papel na sustentabilidade junto a empresa.

 

Existem muitas outras maneiras de começar e ajustar, mas pensar no básico é essencial, ser sustentável não só pensar no meio ambiente, é pensar no nosso comportamento e principalmente ser responsável com as gerações futuras.

Fábrica solar da Tesla exporta maioria de suas células, diz documento

A exportação ressalta a profundidade dos problemas da Tesla nos negócios de energia solar dos Estados Unidos, que a fabricante de carros elétricos entrou em 2016 com sua controversa compra da SolarCity por 2,6 bilhões de dólares.

 

A Tesla só esporadicamente compra células solares produzidas por sua parceira na fábrica, a Panasonic, de acordo com um funcionário da fábrica solar de Buffalo falando sob condição de anonimato. O restante vai em grande parte para compradores estrangeiros, de acordo com uma carta da Panasonic a autoridades alfandegárias dos EUA, analisada pela Reuters.

 

Quando as duas empresas anunciaram a parceria em 2016, as empresas disseram que colaborariam na produção de células e módulos e a Tesla assumiria um compromisso de longo prazo para comprar as células da Panasonic. As células são componentes que convertem a luz do sol em eletricidade; elas são combinadas para fazer painéis solares.

 

A Tesla planejava usá-los em seu telhado solar, um sistema destinado a parecer com telhas normais. Elon Musk, presidente-executivo da Tesla, classificou o produto como o alicerce da estratégia por trás da aquisição – vender um estilo de vida com baixa emissão de carbono a consumidores ecologicamente conscientes que poderiam usar a energia do Solar Roof para carregar seu veículo elétrico Tesla.

Fonte: https://bit.ly/2EaBYND

 

A NeoSolar participou de congresso estudantil

No último final de semana de agosto a NeoSolar esteve presente na Universidade Federal do ABC, em São Bernardo do Campo, SP, onde foi realizado o III Congresso Estudantil do IEEE PES, organizado pelo IEEE PES Professional Chapter da Seção Sul do Brasil e apoiado pelo IEEE UFABC Student Branch.

 

O Congresso  que ocorre a cada dois anos em sedes transitórias pelo mundo e tem como missão o intercâmbio de conhecimento dos estudantes e outros profissionais com foco na difusão tecnológica, potencializando o aprendizado de habilidades extras nas específicas áreas de atuação.

 

Durante o evento ocorreram palestras técnicas e motivacionais, workshops, visitas técnicas, atividades culturais e de integração entre os estudantes, com o intuito de ampliar a importância da participação dos membros.

 

As emissões dos gases do efeito estufa aumentaram em 2013 no Brasil

As emissões de gases de efeito estufa(GEE) aumentaram 7,8% em 2013, quando comparadas a 2012, segundo cálculos feitos pelo Sistema de Estimativa de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG). Os dados foram apresentados na quarta-feira (19 de novembro), em São Paulo, pelo Observatório do Clima.

 

 

O relatório apontou que houve aumento da liberação de GEE na atmosfera por todos os setores analisados:energia, agropecuária, indústria, resíduos e uso da terra (mudanças no uso do solo, calagem e queima de resíduos florestais). O estudo constatou que foi emitido 1,57 gigatoneladas de gases de efeito estufa no país no ano passado. Em 2012, esse número tinha sido de 1,46 gigatoneladas. “O Brasil está hoje entre os dez maiores emissores do planeta”, afirmou Tasso de Azevedo, coordenador técnico do SEEG e curador do Blog do Clima.

 

 

Para ele, a pior notícia é que não houve redução em nenhuma área. “Estamos acelerando as emissões”, disse. De acordo com o relatório, em 2013 o uso da terra respondeu por 34,6% das emissões, seguido por energia 30,2%, agropecuária 26,6%, indústria 5,5% e resíduos 3,1%. O segmento energético é um dos que chama mais atenção, pois dobrou o volume de emissões. Em 2012, ele representava 14% do total analisado. “A energia já ultrapassou a agropecuária”, alertou Tasso.

 

 

Outro fator preocupante é o crescimento do desmatamento na Amazônia e no Cerrado no ano passado. A derrubada e queima de florestas e vegetação estão entre os maiores responsáveis pela emissão de CO2no planeta. O estado do Pará aparece no topo da lista quando se trata de emissões por desmatamento. Já na questão de resíduos, São Paulo é líder. Os estados campeões na emissão de GEE no setor agropecuário são Mato Grosso e Rio Grande do Sul.

 

 

Quando levado em conta o período entre 2010 a 2013, o documento do Observatório do Clima revela que a agropecuária é a atividade que mais emite GEE no Brasil. Na segunda posição, aparece o setor de transportes.

 

 

“O Brasil aumentou a intensidade de carbono na economia”, disse Tasso de Azevedo. “Estamos muito – muito longe – de uma economia de baixo carbono. Hoje a emissão per capita da população brasileira é praticamente a mesma da média global. A projeção atualizada do SEEG, caso se mantenha o atual ritmo de emissões, é que em 2020 o país libere 2,2 gigatoneladas de GEE na atmosfera. O número é muito superior ao necessário para tentar reduzir os efeitos das mudanças climáticas.

 

 

Para realizar seus cálculos, o SEEG utiliza informações coletadas por diversas entidades parceiras, como Imazon, Imaflora, ICLEI e IEM. Os números podem apresentar pequenas variações, já que alguns estados utilizam metodologias diferentes para contabilizar suas emissões.

 

 

O objetivo do Observatório do Clima ao divulgar a estimativa das emissões brasileiras é ampliar a capacidade da sociedade civil em compreender a questão das emissões de GEE e auxiliar na formação de políticas públicas de adaptação e mitigação para as mudanças climáticas. O relatório completo do SEEG pode ser acesso aqui.

http://abr.ai/1uNWOYN

Alemanha bate recorde de geração de energia solar com produção que chega 35% do total produzido em todo o mundo

O mercado alemão está em expansão no que diz respeito à produção de energia advinda de fontes renováveis. A produção no horário de pico saltou de 22,4 GW em junho para 23,9 GW no último final de semana. Esses números se devem principalmente aos estímulos do governo alemão, que prioriza uma política de tarifas fixas e outros incentivos, para promover a utilização de energia solar e instalação de placas fotovoltaicas em residências e indústrias.

 

Hoje, a Alemanha conta com mais de 1,4 milhão de sistemas que produzem energia solar. Quase nove milhões de pessoas vivem em edifícios que contam também com o sistema para a produção de energia elétrica.

 

O Brasil ainda engatinha na questão de fomento e utilização de energias renováveis. No entanto, nos últimos dias o governo federal anunciou medidas que visam baixar os custos para o uso dessas fontes em até 45% nos próximos cinco anos.

Estado do RJ sai na frente e vai incentivar uso da Energia Solar

Com o objetivo de incentivar o uso da energia solar no estado, os secretários estaduais do Ambiente, Carlos Minc, e de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Julio Bueno, assinaram nesta quinta-feira (18/8) a Carta do Sol. O documento reúne 14 propostas de incentivo à produção e ao uso de energia elétrica a partir da luz solar, por meio de painéis fotovoltaicos.
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Mineirão terá usina solar de R$27milhões

A Cemig vai investir 12 milhões de euros – o equivalente a cerca de R$27 milhões na construção de uma central fotovoltaica sobre a cobertura do estádio do Mineirão, em Minas Gerais. Desse montante, 80% será proveniente do banco de fomento alemão KFW, enquanto os 20% restantes serão capital próprio da Cemig.

Segundo o engenheiro e gestor de projetos da Cemig, Alexandre Heringer o projeto está dentro da sua ordem normal, aguardando apenas as especificações técnicas. “Já estamos contratando as empresas de consultoria para definição do projeto executivo”.

Estadio Usina Solar - Credito World Stadium, Taiwan
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Carregadores para carros e bicicletas elétricas em Amsterdam

Carregador Elétrico para veículos em Amsterdam

Os moradores de Amsterdam possuem um estilo muito especial no que diz respeito ao transporte urbano.

Um dos principais meios de transporte é a bicicleta e não é raro ver executivos, mães e filhas, trabalhadores e todos os tipos de pessoas andando de bicicleta por Amsterdam. A topografia plana e as ruas muito estreitas explicam em parte a vasta utilização de bicicletas.
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Lâmpadas incandescentes com dias contados

Assim como já acontece em outros países, as lâmpadas incandescentes estão com os dias contatos no Brasil. Até 2016, este tipo de lâmpada será retirada paulatinamente do mercado, segundo a Portaria nº 1.007, editada pelos ministérios de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio e publicada no Diário Oficial do dia 6 de janeiro. Uma outra portaria, a nº 1.008, estabelece o Programa de Metas das Lâmpadas Fluorescentes Compactas. A estimativa é alcançar uma economia escalonada de cerca de 10 terawatts-hora (TWh/ano), até 2030, o que equivale a mais do que o dobro conseguido com o Selo Procel, utilizado atualmente.

De acordo com a portaria 1007, fazem parte da regulamentação as lâmpadas incandescentes de uso geral, exceto as incandescentes com potência igual ou inferior a 40 Watts (W); incandescentes específicas para estufas – de secagem e de pintura – equipamentos hospitalares e outros; incandescentes refletoras/defletoras ou espelhadas, entre outras.
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Boas perspectivas de investimentos em renováveis até 2020

Os investimentos no mercado global de energia limpa – solar, eólica e biomassa – podem chegar a US$ 2,3 trilhões até 2020, segundo levantamento da Pew Charitable Trusts, instituição sem fins lucrativos com sede na Pensilvânia, nos Estados Unidos. De acordo com o relatório, os investimentos podem crescer US$ 546 bilhões, além do US$ 1,7 trilhão previsto para o período, caso os países membros do G-20 avancem em suas políticas ambientais. Em 2009, o mercado de energia limpa atingiu US$ 162 bilhões, após crescer 230% desde 2005.

O relatório leva em conta projeções feitas com três cenários possíveis. No primeiro deles, os países do G-20 não mudariam suas políticas ambientais. No segundo cenário, as nações adotariam as medidas necessárias para alcançar as metas voluntárias divulgadas durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Copenhague (COP-15), no ano passado. No terceiro cenário, o mais otimista, os países criariam políticas para ações de grande capacidade de redução dos gases causadores do efeito estufa.
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