CUSTOS DE RENOVÁVEIS CAIRÃO NOS PRÓXIMOS CINCO ANOS

A produção de energia por meio de fontes renováveis está despertando cada vez mais interesse em todo o mundo. Nos últimos dois anos, os números positivos deste mercado mostraram que a tendência das renováveis é só crescer, e em um ritmo mais acelerado do que se espera.

 

De acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE), em países como a China foram instalados diariamente no ano passado, cerca de 500 mil painéis solares, e erguidas a cada hora, duas turbinas eólicas.

 

Usinas convencionais de geração de eletricidade e grupos de energia têm se surpreendido com a velocidade em que as renováveis vem crescendo e também com a rápida queda nos custos dessas tecnologias.

 

 

A Agencia Internacional de Energia (AIE), estima que o custo médio de geração para fazendas eólicas tenha caído 30% entre 2010 e 2015. Já as fazendas solares tiveram queda ainda mais significativa nos custos, 66% nesse mesmo período. E a previsão é que os custos caiam ainda mais nos próximos cinco anos, 15% para geração de energia eólica e 25% para energia solar.

 

CONFIRA ALGUNS NÚMEROS DO BOOM DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS EM 2015

2015 foi um ano de recordes para as energias renováveis. Segundo dados divulgados pela Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), no ano passado as energias renováveis tiveram o maior crescimento anual já registrado.

 

Segundo o relatório “Estatísticas sobre a Capacidade das Renováveis”, a implantação de energias renováveis continua crescendo no mundo, mesmo com os baixos preços do petróleo e do gás. Isso se explica, em grande parte, pela diminuição dos custos das tecnologias. No caso da energia solar, por exemplo, o crescimento foi impulsionado pela queda de até 80% nos preços dos módulos solares.

 

Considerando os últimos cinco anos, a capacidade global de geração por meio de fontes limpas aumentou cerca de um terço, com a maior parte desse crescimento vindo de novas instalações de energia solar  e eólica. Mas nenhum ano foi tão bom para as renováveis quanto 2015.

 

A Neosolar Energia vem crescendo e investindo em toda cadeia produtiva da energia solar, nesse mesmo ritmo. E oferece atualmente: consultoria, comercialização, instalação de produtos e capacitação profissional.

 

Confira abaixo alguns números do boom das energias renováveis em 2015:

 

US$ 286 bilhões – Valor recorde investido em energias renováveis em 2015.

 

8,3% – Crescimento das energias renováveis em 2015 em comparação com o ano anterior.

 

152 gigawatts (GW) – Incremento da capacidade de geração das renováveis em 2015.

 

1 985 GW – Capacidade total de geração de eletricidade a partir de fontes renováveis registrada no final de 2015.

58%  – Mais da metade da nova capacidade instalada no ano passado se concentrou na Ásia.

 

14,5% – Taxa de crescimento das renováveis na América Central e no Caribe em 2015.

 

19 – Número de países que instalaram mais de 1 GW em fontes renováveis no ano passado.

 

63 GW (17%) – Incremento da capacidade de geração a partir de usinas eólicas em 2015.

 

47 GW (26%) – A solar foi a segunda fonte renovável que mais cresceu (em GW) no ano passado.

 

37 GW – Incremento da hidroeletricidade em todo o mundo em 2015.

 

BOAS NOTÍCIAS

Confira abaixo matéria da Revista Potência em que a Neosolar Energia foi destaque.

 

 

Diante de tanta notícia ruim sobre o desempenho da economia brasileira, duas medidas governamentais anunciadas no mês de agosto trouxeram um certo alento às associações e empresas que atuam no segmento elétrico. Lançado pelo governo federal, o programa de investimento em Energia Elétrica (PIEE) prevê a aplicação de R$ 186 bilhões para a expansão da geração e transmissão no país, a serem contratados entre agosto de 2015 e dezembro de 2018. Já o governo de São paulo publicou decretos que incentivam a produção de eletricidade por parte de micro e minigeradores e a fabricação de peças para os setores solar e eólico. A expectativa é de que essas iniciativas ajudem a movimentar a cadeia de negócios nos setores envolvidos.

 

Dos R$ 186 bilhões anunciados, R$ 116 bilhões serão aplicados em obras de geração. a previsão é de que até 2018 sejam investidos R$ 42 bilhões, e após 2018, os outros R$ 74 bilhões, que irão agregar ao sistema elétrico entre 25.000 MW e 31.500 MW. Quanto à transmissão, até 2018 deverão ser leiloados 37.600 quilômetros de linhas, totalizando investi- mentos de R$ 70 bilhões – R$ 39 bilhões a serem executados até 2018 e R$ 31 bilhões após esse período.

 

Para o presidente da abinee (associação Brasileira da indústria Elétrica e Eletrônica), Humberto Barbato, o piEE surge em um bom momento e deverá gerar oportunidades para as indústrias do setor. “Esta sinalização do governo é positiva e os investi- mentos podem representar verdadeiras alavancas para que o país possa superar o atual momento de dificuldades”, avalia.
O executivo destaca que desde 2012, com a edição da Medida provisória 579, as empresas que fornecem para o setor de energia têm sofrido com o baixo nível de encomendas. No primeiro semestre de 2015, o faturamento da área de GtD (Geração,transmissão e Distribuição) da Abinee apresentou retração de 12%.
Além de ampliar a oferta de energia elétrica no país, o PIEE contribuirá para que as fontes limpas e renováveis continuem predominando na matriz elétrica brasileira. A expansão prevista das fontes renováveis (excluindo hidrelétrica e pequenas centrais hidrelétricas) corresponde a quase a metade da potência adicionada, ou entre 10.000 MW e 14.000 MW. Está prevista a contratação de 4 a 6 mil MW de energia eólica; 2 a 3 mil MW de fonte solar fotovoltaica e de 4 a 5 mil MW de energia térmica a biomassa.

 

A associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) comemorou o lançamento do PIEE.“Trata-se de uma importante iniciativa para a sustentabilidade da cadeia produtiva do setor eólico, que tem como meta a contratação de pelo menos 2 GW por ano. Com isso, mantemos os empregos criados e avançamos na capacitação para operação e manutenção dos parques eólicos que são instalados”, comenta Elbia Gannoum, presidente-executiva da entidade.

 

Para a porta-voz, é possível afirmar que toda a indústria que atende as empresas do setor elétrico certamente será envolvida positivamente na iniciativa do governo federal, assim como todos os núcleos que fazem parte desse universo, como geradores, transmissores, distribuidores e consumidores. “Os fabricantes de equipamentos e componentes terão suas fábricas abastecidas com os pedidos, fazendo com que toda a cadeia da indústria eólica seja contemplada também”, complementa.

 

Segundo Elbia, com essa previsão de investimentos, e a sinalização de contratação da fonte eólica, todas as empresas que atuam na cadeia produtiva do setor eólico se organizarão para atender às demandas que deverão surgir a partir do programa: “Todas as fábricas de aerogeradores e de componentes possuem capacidade produtiva para atender às demandas propostas. E, diante das metas apresentadas pelo governo, os investidores possuem a sinalização adequada para aprimorar as condições necessárias para atenderem ao que foi proposto pelo PIEE”.

 

No Brasil, a fonte eólica atingiu recentemente a potência instalada de 7,1 GW. Para Elbia, se o montante é expressivo, especialmente se considerar a recente trajetória dessa fonte, que participou pela primeira vez de um leilão competitivo há apenas seis anos. Cada MW de potência eólica instalada é capaz de gerar, em média, 15 postos de trabalho, distribuídos em toda a cadeia produtiva do setor, como fabricação de aerogeradores, peças e componentes; transporte; desenvolvimento de parques eólicos, etc.

 

A outra boa notícia vem de São Paulo e envolve a geração distribuída. O governo paulista, através do decreto estadual nº 61.439/2015, concedeu isenção de icMS sobre a energia elétrica fornecida para microgeradores e minigeradores, na quantidade correspondente à eletricidade injetada na rede de distribuição. A medida é válida para os créditos de energia ativa originados na própria unidade consumidora e também para outras unidades do mesmo titular. Já o decreto nº 61.440/2015 concede isenção de ICMS para a produção de equipamentos destinados à geração de energia eólica e solarimétrica. A medida isenta o icMS das partes e peças de aerogeradores, geradores fotovoltaicos e torres para suporte de energia eólica. Também estão contemplados pela medida os conversores de frequência de 1.600 kVa e 620 volts; fio retangular de cobre esmaltado de 10 por 3,55 milímetros e barra de cobre 9,4 por 3,5 milímetros.

 

O diretor da Neosolar Energia, Raphael Pintão, aprovou as iniciativas. “São medidas importantíssimas, que corrigem uma distorção na interpretação inicial sobre como deveriam ser cobrados os impostos. Antes desses decretos, o consumidor pagava impostos sobre a própria energia gerada, chegando ao ponto de pagar impostos mesmo quando não pagava pela energia. O benefício pode chegar a mais de 30% de melhora no retorno sobre o investimento. Neste sentido, as medidas foram muito importantes e certamente terão impacto positivo sobre a adoção da tecnologia no estado”, acredita.

 

De acordo com Raphael, o mercado de energia solar fotovoltaica no Brasil está bastante aquecido. “Embora os aumentos seguidos do dólar ainda tenham forte impacto negativo, os preços da energia estão tão altos, e o mercado tem tanto potencial, que o crescimento segue forte, mesmo havendo ainda muito o que ser feito para estimular e impulsionar o mercado”, pondera.

 

Segundo o executivo, o maior gargalo do setor segue sendo a questão do financiamento. Ele diz que as poucas linhas interessantes são direcionadas a grande projetos, e mesmo assim, são pouco acessadas devido a questões de índice de nacionalização. “O BNDES tomou algumas medidas, mas pouco se percebeu em termos práticos, até o momento. O pior cenário é para os microgeradores, onde talvez estejam as maiores oportunidades. As linhas de financiamento existentes são formatadas para produtos de varejo, com taxas altas de juros. É necessária a participação do governo, criando linhas compatíveis com este tipo de solução, ou seja, uma solução de infraestrutura que demanda taxas baixas e prazos longos”, defende.

 

BRASIL AVANÇA EM ENERGIA SOLAR E EÓLICA

País de dimensões continentais banhado por sol e com vasto litoral onde sopram ventos constantes, o Brasil começa a despertar para a importância das energias limpas, como a eólica ou solar: até 2018, segundo previsões da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), a participação da energia eólica na matriz energética brasileira vai saltar dos atuais 3% para 8%, alcançando, em mais alguns anos, o equivalente ao produzido pela hidrelétrica de Itaipu.

 

No horizonte dos próximos dez anos, técnicos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério das Minas e Energia, preveem que o Brasil terá a mesma capacidade de renováveis em comparação com as fontes atuais, mesmo com a diminuição das fontes hidráulicas. O custo da energia eólica também contribui para esse avanço: seu preço já é hoje inferior ao da energia das pequenas centrais hidrelétricas, por exemplo.

 

A energia solar avança em passos mais lentos, porém também promissores. Em meados da próxima década, estimativas da EPE indicam que a geração de energia solar ganhará mais impulso graças à tecnologia. Além dos painéis fotovoltaicos já utilizados, a potência solar concentrada (CSP, na sigla em inglês) permitirá a construção de usinas heliotérmicas que usam espelhos para concentrar a luz em pequenas áreas, gerando vapor que movimenta turbinas. Embora seu custo ainda seja proibitivo e superior ao da eólica, o sistema de energia solar permite que seu gerador “doe” energia para a rede em horários ociosos, recebendo depois compensações financeiras. Essa vantagem competitiva é um incentivo à sua instalação.

 

A ABEEólica prevê que em seis anos a capacidade instalada de energia éolica no país vai aumentar quase 300%. Considerando os parques em construção e a energia já contratada, isso significa um salto de produção dos atuais 3.455,3 MW para 13.487,3 MW, uma quantidade de energia suficiente para abastecer mais de 20 milhões de residências. O Rio Grande do Norte lidera a geração de energia eólica, com 46 parques instalados e produção de 1.339,2 MW. O Ceará vem em segundo lugar, com 22 parques e 661,0 MW. Em seguida, pela ordem de produção, temos Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraíba, Sergipe, Rio de Janeiro, Pernambuco, Piauí e Paraná.

 

Além de ser a que mais cresce no Brasil, a energia eólica deve ter sua produção mundial dobrada até 2020, segundo previsão da consultoria GlobalData. A capacidade instalada cumulativa saltará dos 319,6 GW produzidos em 2013 para 678,5 GW em 2020, sobretudo por causa da China, hoje responsável por 45% de toda a capacidade mundial, graças a uma política de concessões e disponibilidade de financiamentos a baixo custo pelos bancos. Os Estados Unidos continuam sendo o segundo maior mercado global, com capacidade de aumentar os atuais 68,9 GW para 104,1 GW em 2020, graças a políticas de incentivo a energias renováveis adotadas por vários Estados.

 

Conteúdo extraído do Portal da Revista Època Negócios. http://glo.bo/1wMtUtq

Ministério de Minas e Energia é criticado pela Aneel por definir preço baixo para energia solar

Os preços da energia definidos pelo Ministério de Minas e Energia para o Leilão A-5, destinado à contratação de novas usinas com início de suprimento em até cinco anos, preocupam empresas do setor de energia solar e também diretores da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que deixaram claro não concordar com parte das diretrizes de preço.

 

 

As principais críticas vieram dos diretores Romeu Rufino e Reive dos Santos, em relação ao preço-teto de R$ 137,00 por megawatt-hora (MWh) para energia solar. Segundo eles, será muito difícil que uma usina solar seja contratada com o valor previsto no edital. Para a Aneel, o valor da energia está baixo demais para uma fonte que ainda precisa ser estimulada.

 

 

Além do preço, os diretores também reclamam do fato de projetos de energia solar competirem com energia eólica, que já está consolidada no mercado e é beneficiada por incentivos do governo.

 

 

“Acho que, nesse primeiro momento, a solar não consegue competir nesse pacote com as eólicas”, afirma Santos.

 

 

O leilão teve edital aprovado na última terça-feira pelo comando da agência, e estabeleceu os preços-teto para hidrelétricas e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), de R$ 158,00/MWh, e para energia térmica (biomassa, carvão e gás natural), de R$ 197,00/MWh.

 

 

Os próximos cinco meses serão intensos para interessados em energia solar fotovoltaica e fontes alternativas

Em função de um mercado altamente competitivo e fomentado no Brasil, vários eventos relacionados à energia solar serão realizados ainda em 2014. A Neosolar Energia, participante ativa desse mercado, resolveu compartilhar aqui esses eventos, a fim de que todos os interessados em fontes alternativas fiquem atualizados.

 

Conferência sobre energia solar: acontecerá durante os dias 23 e 24 de abril, em Pernambuco. O evento debaterá as políticas energéticas e questões industriais e de investimentos, além de discutir a respeito de tecnologia e projetos de viabilidade em eletricidade solar.
O que: Conferência sobre energia solar
Quando:  23 e 24 de abril
Onde: Centro de Convenções de Pernambuco. A conferência deve ocorrer durante a Feira de Fornecedores Industriais (FORID).
Mais informações:  http://www.forindne.com.br/

 

Conferência Internacional REGSA 2014: acontece em Santa Catarina, entre os dias 6 e 8 de maio. A conferência reunirá pesquisadores em energia renovável e sustentabilidade de todas as partes do mundo e apresentará os avanços tecnológicos e resultados de pesquisas na área.
O que: Conferência Internacional REGSA
Quando: 6 a 8 de maio
Onde: UNISUL, Unidade Ilha Centro – Rua Trajano, 219 – Florianópolis, Santa Catarina.
Mais informações: https://www.unisul.br/wps/portal/home/pesquisa-e-inovacao/seminarios-de-pesquisa/conferencia-internacional-regsa

 

Seminário Energia + Limpa 2014: acontece nos dias 13 e 14 de maio, em Florianópolis. O evento reunirá autoridades, especialistas e pesquisadores, motivados a debater sobre o setor energético, com o objetivo de contribuir para a busca por fontes renováveis de energia no país e na América Latina.
O que: Seminário Energia + Limpa 2014
Quando: 13 e 14 de maio
Onde: Auditório da reitoria da UFSC, Florianópolis (SC)
Mais Informações: http://institutoideal.org/seminario-energia-limpa/

 

Intersolar South America: a feira, que é uma das líderes na área de energia solar, está marcada para os dias 26, 27 e 28 de agosto, em São Paulo. O evento oferecerá aos profissionais da energia solar uma plataforma ideal para estabelecer contatos e coletar informações sobre o setor.
O que: Intersolar South America
Quando: 26 a 28 de agosto
Onde: Expo Center Norte, São Paulo (SP)
Mais informações: http://www.intersolar.net.br/

Governo do Estado de São Paulo estimula a geração de energia a partir de fontes limpas

Dentre as medidas anunciadas neste semana estão a desoneração de impostos para equipamentos  voltados à produção de energia renovável .

Os bens e equipamentos destinados à produção de energia por meio de fonte renováveis, tais como energia elétrica ou térmica a partir de gás, biogás ou biometano (de origem do lixo), solar fotovoltaica (energia solar), resíduos sólidos urbanos, biomassa resultante da industrialização e de resíduos da cana-de-açúcar, deixarão de pagar ICMS no Estado de São Paulo.

Os decretos foram assinados nesta quinta, 27, pelo governador Geraldo Alckmin. A medida visa a intensificar o desenvolvimento do setor energético e ampliar a participação de energia limpa e renovável. O Plano Paulista de Energia pretende saltar dos atuais 55,5% para 69% de participação das fontes renováveis em 2020.

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=236364

SENAI visa à capacitação de profissionais para atuar na área de energia eólica

O SENAI de Fortaleza inaugurou, no último dia 26 de novembro, a sede do Instituto SENAI de Tecnologia (IST) em Energias Renováveis, no Campus da Universidade Estadual do Ceará (Uece), na cidade de Itaperi. Na sede da instituição serão construídos laboratórios de pesquisa, estudo e prática para energias alternativas.

 
Segundo especialistas, até o ano de 2020 o Ceará deve dobrar sua capacidade de produção de energia advinda de fontes alternativas. Por isso, o SENAI idealizou um curso de capacitação profissional, para que profissionais do setor se especializem e outros profissionais possam enveredar por esse caminho, que tem grande potencial no país.

 
Já no primeiro trimestre de 2014 o SENAI deve inaugurar quatro laboratórios –  dois de energia solar e dois de eólica – ambos no Ceará. Os professores já foram contratados e passam por treinamentos no Instituto SENAI de Itaperi.
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SIEMENS APOSTA NO AUMENTO EXPRESSIVO DA ENERGIA EÓLICA NO MUNDO

Em entrevista na conferência sobre energia renovável realizada em agosto em Berlim, o presidente da divisão eólica da Siemens, Markus Tacke, afirmou que a produção de energia vinda desta fonte vai mais do que quadruplicar até 2030.Segundo ele, os grandes responsáveis por este aumento serão os países da Ásia, que hoje corresponde a 34% da produção de energia eólica no mundo, e passará a produzir mais de 47% do total, ou cerca de 1.107 gigawatts (GWs).

 

Markus afirma ainda que, hoje, a Europa e o Oriente Médio são os maiores produtores de energia eólica no mundo: 40%. No entanto, países europeus vêm reduzindo subsídios para esta fonte renovável, enquanto, em contrapartida, a China vem investindo bilhões de euros em energia eólica.

 

A Siemens Wind Power é a terceira maior fabricante de turbinas eólicas no mundo, e suas vendas globais representam 6,4% das vendas totais do Grupo (4,76 bilhões de dólares).

PROJETOS DE ENERGIA EÓLICA SÃO PRIORIDADE PARA MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

Foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira, 26, as portarias nas quais o Ministério de Minas e Energia (MME) classifica como “prioritários” dois projetos de geração de energia eólica no país.

 
Os projetos pertencem a empresas do Grupo CPFL Energia e estão localizados na cidade de João Câmara (RN). O primeiro é da Central Geradora Eólica EOL Pedra Preta, e o segundo é da Central Geradora Eólica EOL Macacos, ambos com potência instalada de 20.700 kW.

 
Ao ser considerado prioritário, o projeto é beneficiado por incentivos fiscais quando da emissão de debêntures. É o respaldo dado pelo artigo 2º da Lei 12.431/2011. Nesses casos, os rendimentos auferidos com a operação estão sujeitos ao imposto de renda exclusivamente na fonte, à alíquota de 15% para investidores pessoas jurídicas, e de zero para pessoas físicas.