Piloto idealiza volta ao mundo com avião movido a energia solar

Piloto suíço, Andre Borschberg, que já pilotou um avião movido a energia solar por 24h, agora quer dar a volta ao mundo. Andre Borschberg é CEO da Solar Impulse e piloto do avião movido à energia solar fabricado pela empresa. Engenheiro, formado pela Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne, testa todos os dias a aplicação da energia solar e também de novas tecnologias. Para ele, “fazer grandes jornadas é uma forma de estimular a reflexão sobre energia limpa”.
Sua volta ao mundo está prevista para 2015. Os preparativos para a jornada incluem testes de autonomia, para que o avião tenha garantia em poder voar por uma semana, e simulações de voo pela rota.
Quando questionado sobre o futuro e se algum dia teríamos aviões solares fazendo voos comerciais, Borschberg declarou: “Fazemos coisas incríveis com essas máquinas, mas esses feitos, agora, devem ser encarados como reflexões: o que é possível fazer com energia sustentável? Se um avião solar pode dar a volta ao mundo, significa que é uma fonte poderosa de energia. Isto estimulará pesquisas que poderão levar a aviões menos poluentes e eficientes. Não digo que será um veículo movido a energia solar. Ou outros veículos, outras tecnologias de necessidade humana. Mas o que importa agora para nós é mostrar que é possível fazer grandes jornadas pensando de forma ecológica, inspirando as pessoas e, principalmente, pesquisadores a pensar dessa forma, em alternativas”.

Google não para de investir em energia limpa

Além das diversas novas empresas que tem surgido no crescente setor de energia limpa, várias das maiores empresas do mundo tem canalizado investimentos para este setor.

Podemos citar empresas já destacadas no setor de elétrico como GE (que recentemente anunciou a construção da maior fábrica de painéis solares nos EUA) e Siemens. Empresas inovadoras como a Dupont tem investido em pesquisas no setor assim como quase todas petrolíferas como a Shell ou BP tem braços voltados principalmente para a geração de energia eólica e solar (a Petrobrás até hoje não anunciou grandes investimentos em energia limpa e tem se dedicado mais ao pré-sal).

Centro de desenvolvimento da BrightSource

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EUA tem plano oficial para energia solar a US$60

O governo norte-americano apresentou nesta sexta-feira (04/02) um programa para reduzir em 75% o custo dos painéis solares fotovoltaicos até o fim desta década com o objetivo de tornar a tecnologia competitiva sem a necessidade de subsídios. A meta é chegar ao custo de US$ 1 por watt instalado, o correspondente a US$ 60 (R$ 100) por MWh.

Denominado SunShot Initiative, o programa prevê investimentos de aproximadamente US$ 2 bilhões até 2020, em parceria com órgãos governamentais, laboratórios de pesquisas, instituições acadêmicas e a indústria. Já foram concedidos patrocínios de US$ 27 milhões para nove projetos de pesquisa e desenvolvimento da área.
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Centro-Oeste americano investe em energia limpa

Com rapidez surpreendente e a ajuda de um grande incentivo público, um centro de fabricação de energia solar está se erguendo no centro-oeste americano – e deve ajudar a abastecer a grande demanda mundial por energia limpa.

Em Circleville, na região central de Ohio, a DuPont está construindo uma fábrica de 162 mil metros quadrados de materiais para energia solar. Com um investimento de 175 milhões de dólares, a empresa empregará 70 pessoas.
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China X Vale do Silício, a batalha pela energia solar

A alguns anos atrás, algumas empresas startup surgiram no Vale do Silício, nos EUA, sonhando em transformar o setor de Energia Solar. Para isso elas tinham um trunfo: reinventar a tecnologia utilizada para a fabricação dos painéis solares e reduzir drasticamente os custos de produção.

O Vale do Silício chegou a ser rebatizado por alguns para Vale do Sol.

Depois de atrair investimentos pesados do governo e do setor privado, e logo após iniciar suas operações, estas empresas descobriram que a realidade do setor já não era mais a mesma
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