24 Apr 2017

A EnerSolar + Brasil, principal feira de tecnologias para energia solar, acontece este ano de 23 a 25 de maio, no São Paulo Expo. O evento que tem o objetivo de auxiliar o desenvolvimento e expansão do setor e influenciar pessoas e empresas a investir nas diferentes fontes renováveis de energia, promoverá o debate de experts e autoridades governamentais sobre assuntos críticos, apresentando soluções voltadas para a indústria de energia solar, eólica, biomassa, GTDC e afins.

 

O 7º Congresso de Tecnologias Limpas e Renováveis para a Geração de Energia | Ecoenergy, que é integrado à feira e tem como objetivo debater a alavancagem de projetos de energia solar no Brasil e estimular a sinergia entre os agentes do mercado, discutirá assuntos como: o desafio do financiamento de projetos, questões regulatórias, avanço tecnológico, complementaridade com outras fontes de energia renováveis, superação de gargalos e capacitação de equipe, aspectos estratégicos, entre outros.

 

Já na área expositiva, será possível conferir as novidades de cerca de 80 expositores nos segmentos de aquecedores solares, placas termo solares, painéis fotovoltaicos, aerogeradores, inversores, máquinas para transporte e manuseio de biomassa, caldeiras e queimadores.

 

Nós da NeoSolar apoiamos de maneira irrestrita todo e qualquer evento que estimule e profissionalize o ambiente de energia solar fotovoltaica e esperamos encontrá-los por lá!

 

6ª EnerSolar + Brasil | Feira Internacional de Tecnologias para Energia Solar

 

Data: 23 a 25 de maio de 2017, das 13h às 20h
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo – SP – Brasil
Transporte gratuito: Rua Nelson Fernandes, 450 – Acesso pelo Terminal Rodoviário Jabaquara
* Evento gratuito para profissionais do setor

 

17 Apr 2017

Como na semana passada trouxemos aqui trecho de matéria sobre sistema fotovoltaico conectado à rede, na qual nosso diretor foi fonte, hoje vamos falar sobre sistema fotovoltaico isolado (Off-Grid), que é um meio econômico e prático para ter acesso à energia elétrica em locais remotos.

 

Esse sistema é caracterizados por não se conectar à rede elétrica, ele abastece diretamente os aparelhos que utilizarão a energia e, geralmente, é construído com um propósito local e específico. Podemos cita como exemplo de uso: sistema de bombeamento de água, eletrificação de cercas, geladeiras para armazenar vacinas, postes de luz, estações replicadoras de sinal, e etc.

 

De maneira simplificada, os sistema isolado de geração de energia solar fotovoltaica é composto por quatro componentes:

 

Painel solar

 

É o coração do sistema e gera a energia elétrica que abastece as baterias. Tem a propriedade de transformar a radiação solar em corrente elétrica contínua. Um sistema pode ter apenas um painel ou vários painéis interligados entre si.

 

Controlador de carga

 

É a válvula do coração e garante o correto abastecimento das baterias evitando sobrecargas e descargas profundas, aumentando sua vida útil.

 

Inversor

 

É o cérebro do sistema e tem a função de transformar corrente continua (CC) em corrente alternada (AC), e levar a tensão, por exemplo, de 12V para 127V. Em alguns casos, pode ser ligado a outro tipo de gerador ou à própria rede elétrica para abastecer as baterias.

 

Bateria 

                                                                         

É o pulmão do sistema e armazena a energia elétrica para ser utilizada nos momentos em que o sol não esteja presente e não haja outras fontes de energia.

 

10 Apr 2017

Nosso diretor, Pedro Pintão, foi fonte em matéria da revista Téchne sobre energia solar fotovoltaica conectada à rede elétrica. Na primeira parte da matéria ele discorre sobre o crescimento da energia solar fotovoltaica, o aumento da demanda de instalação percebidos pela NeoSolar e o que está levando as pessoas a buscarem por fontes alternativas de energia. Quer saber mais? É só conferir abaixo:

 

O estudo Energy Outlook (NEO), feito pela Bloomberg New Energy Finance (BNEF) em 2016, indica que dentro de 20 anos as energias renováveis ultrapassarão fontes fósseis como o carvão e o gás natural na geração global de energia. A pesquisa aponta um investimento de U$$7,8 trilhões de dólares em fontes como eólica, solar e biomassa até 2040, superior aos investimentos nas energias fósseis.

 

Se essa tendência se confirmar, o relatório afirma que, no caso da energia solar fotovoltaica, os custos nivelados – que representam o atual valor líquido de todos os custos, capital e operacional, de uma unidade geradora de eletricidade por todo seu ciclo de vida, dividido pelo número de MWh de eletricidade prevista que ela irá fornecer – vão ter uma queda de 60% até 2040.

 

A Agência também projeta o crescimento dos sistemas fotovoltaicos solares para 15% da produção total de eletricidade aproximadamente em 2040, e aponta o Brasil como um dos mercados mais promissores para adotar os painéis solares até 2020, juntamente com Chile, Israel, Jordânia, México, Filipinas, Rússia, África do Sul, Arábia Saudita e Turquia.

 

Essa é uma boa notícia para empresas de painéis fotovoltaicos por aqui. O engenheiro Pedro Pintão, sócio-diretor da NeoSolar, conta que desde 2015 houve um aumento na demanda de instalação de painéis fotovoltaicos. ” O aumento de mais de 50% na conta de energia convencional estimulou as pessoas a buscarem alternativas”, diz. Pintão afirma que, em um projeto residencial, o custo do investimento fica, em média, entre R$6 e R$8 o watt instalado. “Essa equação leva em conta o custo de instalação, o valor base da conta de luz do cliente e o nível de radiação solar da região”. O prazo médio de retorno gira em torno de cinco a oito anos. Os painéis duram 25 anos, com uma necessidade baixa de manutenção. Então, pelo menos por 20 anos, o cliente terá energia grátis”

 

03 Apr 2017

Na última terça-feira, dia 28, o presidente americano Donald Trump assinou uma ordem executiva que desfaz boa parte dos avanços dos últimos anos nas políticas energéticas de fontes limpas. Mas, independentemente dos rumos dos Estados Unidos, a expansão global das energias renováveis deve continuar.

 

De acordo com a Agência Internacional de Energia, as energias limpas serão as fontes com maior crescimento nos próximos cinco anos. A Agência prevê que a capacidade das renováveis terá um crescimento de 42% até 2021, acrescentando 825 gigawatts (GW), o que equivale a 75% da capacidade total de energia da União Europeia.

 

A quantidade de energia gerada a cada ano, até 2020, será maior que a demanda atual da China, índia e Brasil juntos. Os Estados Unidos podem até afetar a velocidade dessa expansão, mas com a dimensão desta tendência, é provável que os efeitos não sejam significativos.

 

A energia renovável já é a segunda maior fonte de eletricidade do mundo depois do carvão, e fornece quase um quarto do poder mundial. No ano de 2015, a capacidade de geração das renováveis aumentou 153 gigawatts (GW), o que equivale a mais ou menos um terço da média da demanda de eletricidade dos EUA. Juntas, as energias eólica e solar respondem por cerca de três quartos das novas adições. Só o total adicionado de energia eólica já seria suficiente para alimentar 51 milhões de casas dos EUA.

 

27 Mar 2017

Um levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), estimou que, se a metade da área dos telhados de todos os galpões e armazéns industriais do país fosse aproveitada para gerar energia por meio de fonte solar fotovoltaica, a potência instalada seria de cerca de 1 GW. De acordo a ABSOLAR, a instalação de painéis solares na área total desses telhados – 12 milhões de metros quadrados estimados pela Cushman & Wakefield – demandaria R$ 6,8 bilhões de investimentos.

 

Segundo a Associação, se só metade dessa área fosse aproveitada, geraria energia suficiente para abastecer perto de 500 mil residências ou dois milhões de brasileiros. E os empregos diretos gerados com esses investimentos, girariam em torno de 30 mil postos de trabalho.

 

O levantamento ainda mostrou que o potencial de geração de eletricidade seria de 1,7 mil megawatts-hora ao ano, correspondente a economia de R$ 900 milhões por ano na conta de energia e a uma redução de emissões de CO2 de 132,7 mil toneladas por ritano, aproximadamente. O tempo de retorno para esses investimentos é estimado em 7,5 anos.

 

 

 

 

20 Mar 2017

No final de 2016, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) divulgou um estudo que mostrou crescimento de 400% no número de microgeradores. Em setembro de 2015 esse número era de 1.155 e saltou para 5.525 no mesmo mês, em 2016. Para se ter uma ideia da evolução, no ano de 2014 só 293 consumidores produziam sua própria energia.

 

Dentro deste cenário, a energia solar fotovoltaica é a mais aproveitada. Segundo o levantamento da Aneel, cerca de 98,4% dos microgeradores usam sistemas fotovoltaicos. Muito por conta de sua instalação simples e o tempo de retorno financeiro, que é relativamente baixo – uma média de oito anos.

 

A expectativa é que a energia solar fotovoltaica esteja cada vez mais presente nas edificações. A EPE (Empresa de Pesquisa Energética) estima que 12% do consumo nacional será atendido por energia solar em 2023.

 

Outro fator que também auxilia o crescimento da energia solar fotovoltaica é o avanço da indústria, que produz itens de ótimo desempenho. A tendência é que, conforme a demanda vá aumentando, novas empresas surjam e colaborem para a diminuição da entrada de sistemas estrangeiros.

 

13 Mar 2017

A queda dos custos dos veículos elétricos e da tecnologia solar tem potencial para barrar o crescimento da demanda de petróleo e carvão a partir de 2020. Foi o que mostrou um relatório recente feito pelo Grantham Institute do Imperial College de Londres e pela Carbon Tracker Initiative.

 

Segundo o relatório, só o crescimento em veículos elétricos pode fazer com que 2 milhões de barris de petróleo por dia deixem de ser usados até 2025. O estudo também constatou, por meio de análise de cenários, que grandes empresas de energia subestimam os avanços das fontes de baixa emissão de carbono e advertiu que a desvalorização dos ativos baseados em combustíveis fósseis é bem provável à medida que a transição para energias limpas acelera. Este cenário prevê que serão deslocados 16 milhões de barris por dia da demanda de petróleo em 2040 e 25 milhões de barris por dia até 2050, o que é o contrário do crescimento contínuo esperado pela indústria do petróleo.

 

Os setores de energia e de transporte rodoviário representam metade do consumo de combustíveis fósseis, logo, o crescimento da energia solar fotovoltaica  e dos veículos elétricos pode ter grande impacto na demanda. O relatório argumentou que o uso de cenários business-as-usual”(expressão, em inglês, numa tradução livre significa “os negócios continuam como sempre”), ou seja, que desconsideram a descarbonização da economia imposta pelo desafio de combater as mudanças climáticas, deve ser aposentado. Os cenários devem agora aplicar as últimas projeções de redução de custos para a energia solar fotovoltaica e para os veículos elétricos, junto com os compromissos de emissões assumidos pelas nações em suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) no âmbito do Acordo Climático de Paris, para refletir o estado atual da transição para uma economia de baixo carbono.

 

06 Mar 2017

Tem dúvidas sobre o processo e os passos para a instalação de um sistema de energia solar fotovoltaica em sua casa ou empresa? Vamos te explicar hoje, em cinco passos, como a NeoSolar trabalha.

 

1 – AVALIAÇÃO: Os consultores NeoSolar avaliam sua casa ou empresa e dimensionam a melhor solução, especifica para o seu caso. Você se informa, discutimos o melhor plano de pagamento e, fechando negócio, você pode ficar tranqüilo, cuidamos de tudo.

 

2 – PROJETO: Engenheiros especializados desenvolvem o projeto e cuidam da aprovação junto a concessionária de energia local. A NeoSolar conta com profissionais habilitados para deixar toda essa burocracia no lugar dela, bem longe da sua mesa.

 

3 – INSTALAÇÃO: Oferecer equipamentos de ponta não é o suficiente. É importante contar com profissionais experientes e capacitados para garantir a otimização da geração de energia e a máxima vida útil dos equipamentos. Depois, a concessionária instalará um novo relógio para o uso da energia solar.

 

4 – MONITORAMENTO: Você mesmo monitora o desempenho de seu sistema solar pelo seu celular, tablet ou computador. É online e você acompanha produção, economia e redução nas emissões de CO2, tudo isso minuto a minuto, na palma de sua mão.

 

5 – ECONOMIA: Você ou sua empresa estarão protegidos de bandeira tarifária e eventuais reajustes. Além disso, o sistema instalado se paga entre cinco e dez anos, e o tempo de vida útil dos equipamentos é de 25, podendo chegar aos 40. Ou seja, no pior dos cenários, você ou sua empresa terão 15 anos de “lucro” com energia.

 

Se você ficou interessado e quer saber mais, pode calcular o investimento e tamanho de seu sistema de energia solar fotovoltaica em nosso simulador. Basta acessar o link.

 

 

02 Mar 2017

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou na última sexta- feira (24), que as contas de luz no país terão bandeira tarifária amarela em março. Segundo Agência, a previsão das vazões que chegam aos reservatórios das hidrelétricas ficou abaixo do esperado neste mês, o que levou à indicação de maior geração termelétrica para preservar os níveis de armazenamento e garantir o atendimento.

 

Além disso, o consumidor também pagará mais pela tarifa extra, é que a Aneel aprovou novos valores nas bandeiras. A bandeira amarela, por exemplo, passou de R$ 1,50 para R$ 2 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos.

 

O aumento das tarifas é um dos fatores que vem impulsionando o crescimento da energia solar fotovoltaica, além da redução do preço dos equipamentos que estão tornando-a mais competitiva.  Uma pesquisa recente do Datafolha mostrou que 80% dos brasileiros estão conscientes de que podem gerar sua própria energia solar e que o que mais os motiva é a possibilidade de economizar.

 

Sabemos que o Brasil tem um potencial considerável para contornar esta inconveniência, já que, graças a sua situação geográfica privilegiada, possui altos índices de radiação do sol em seu território. A energia solar, obtida a partir da instalação de painéis fotovoltaicos, além de ser capaz de fornecer e até mesmo ultrapassar a necessidade de consumo, ainda é considerada uma forma de energia limpa, não poluente, ou seja, é uma alternativa política, financeira e ecologicamente correta.

 

 

 

20 Feb 2017

Após quatro meses o horário de verão terminou neste final de semana. A medida, que é tomada todo ano, tem o objetivo diminuir o consumo total de energia elétrica e evitar a sobrecarga nos sistema em momentos críticos. Segundo o governo, o horário de verão resultou na economia R$ 162 milhões em seus 126 dias de duração em 2016.  A previsão era de R$ 240 milhões de economia. De acordo com os informes anuais do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) sobre a economia do horário de verão, a porcentagem varia entre 4 e 5% do consumo.

 

 

O fato é que quantidade de energia que seria economizada é relativamente pequena. O horário de verão poderia ter resultados melhores se combinado com uma política de eficiência energética. O uso de energia solar fotovoltaica em residências e empresas em larga escala reduziria o consumo de energia elétrica vinda da rede, com a vantagem de reduzir o custo final ao consumidor. A falta de conhecimento sobre como o sistema de energia solar fotovoltaica funciona e sobre o retorno deste investimento ainda são uma barreira para a ampliação deste serviço.

 

 

O Brasil é uma das regiões do planeta com a maior incidência de radiação solar, devido à sua localização geográfica, e pouco desta fonte é utilizado para a produção de energia limpa no país. A energia solar fotovoltaica é uma alternativa viável – já que alguns incentivos fiscais reduziram o custo final para o consumidor dos equipamentos – e poderia ampliar os resultados do horário brasileiro de verão.

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